Dia 24 de janeiro, segunda-feira, não é como outra qualquer para os médicos. Desde 1923, a partir da assinatura da Lei Eloy Chaves, que consolidou a base do sistema previdenciário brasileiro, comemora-se, no Brasil, o Dia do Aposentado. Uma data para lembrar aqueles que, através dos seus trabalhos, prestaram um serviço à população, ajudando a construir o Brasil de hoje.

Sem dúvida alguma, um dia para homenagens, mas também para refletir. Mesmo com tantos serviços prestados ao longo dos anos, os aposentados são uma das classes mais discriminadas do Brasil.

Discriminação por parte do governo, do mercado de trabalho, da população e, muitas vezes, dos próprios familiares. Para muitas pessoas desinformadas e preconceituosas a aposentadoria  é vista como doença, como invalidez. Por mais capazes que sejam os aposentados, são raras as oportunidades de trabalho que lhes aparecem.

Para muitos resta viver apenas da aposentadoria, que sofreram terríveis descontos por causa de políticas públicas inconseqüentes.

Todavia, o pior de todos os preconceitos é o da família. A que esquece a dedicação de toda uma vida, rejeita e às vezes maltrata parentes que já atingiram uma idade mais avançada que precisam da assistência, carinho e afeto.
Velhice não é sinônimo de invalidez.

Aposentadoria é experiência, prudência e sabedoria.
O respeito e a gratidão são as melhores homenagens que expressamos hoje e sempre!