{"id":22378,"date":"2015-01-23T10:33:42","date_gmt":"2015-01-23T13:33:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=22378"},"modified":"2015-01-23T10:33:42","modified_gmt":"2015-01-23T13:33:42","slug":"hospital-da-rede-publica-do-rio-faz-transplante-de-dedo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/hospital-da-rede-publica-do-rio-faz-transplante-de-dedo\/","title":{"rendered":"Hospital da rede p\u00fablica do Rio faz transplante de dedo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A rede p\u00fablica de sa\u00fade do Rio de Janeiro j\u00e1 tem condi\u00e7\u00f5es de fazer cirurgias de transplante de partes do corpo de pacientes que passaram por reimplante, por terem sofrido amputa\u00e7\u00f5es. O auxiliar de dep\u00f3sito Carlos Henrique Pacheco, de 33 anos, foi o primeiro a ter um dos dedos do p\u00e9 transplantado para a m\u00e3o. H\u00e1 tr\u00eas anos ele sofreu um acidente de motocicleta e teve o polegar esquerdo amputado. Ele disse que nunca ouviu falar na possibilidade de tirar um dedo do p\u00e9 e reimplantar na m\u00e3o. Depois de analisar o assunto e receber informa\u00e7\u00f5es dos m\u00e9dicos decidiu fazer a opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A cirurgia foi feita s\u00e1bado (17), no Hospital Estadual Ad\u00e3o Pereira Nunes, em Saracuruna, munic\u00edpio de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o \u00fanico no estado especializado nesse tipo de procedimento. \u00c9 l\u00e1 que s\u00e3o feitas as cirurgias do Programa SOS Reimplante, criado em 2009 pela Secretaria de Estado de Sa\u00fade e que soma 523 procedimentos. Desses, 160 foram reimplantes e os demais trataram sequelas ou mutila\u00e7\u00f5es graves de estruturas de m\u00e3os, pernas e p\u00e9s.<\/p>\n<p>O coordenador doSOS Reimplante, microcirurgi\u00e3o Jo\u00e3o Recalde, disse \u00e0 Ag\u00eancia Brasil que a expectativa \u00e9 realizar de 15 a 20 procedimentos semelhantes at\u00e9 o fim do ano e, com o desenvolvimento do programa, fazer cirurgias em pacientes com menos tempo de amputa\u00e7\u00e3o. \u201cQuando se faz um tratamento desses em um paciente que foi mutilado h\u00e1 semanas, ou dois ou tr\u00eas meses, a qualidade da recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 muito melhor. Queremos dar oportunidade aos pacientes em um per\u00edodo o mais precoce poss\u00edvel. Logo ap\u00f3s o acidente.\u201d<\/p>\n<p>De acordo com ele, por quest\u00f5es t\u00e9cnicas, pacientes que sofreram amputa\u00e7\u00f5es n\u00e3o podiam passar at\u00e9 agora pelo reimplante. Al\u00e9m disso, havia a dificuldade maior, de fazer o transplante, como foi o caso de Carlos Henrique. \u201cOs pacientes que sofriam amputa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o eram reimplantados, continuavam mutilados. O que resolvemos agora \u00e9 recuperar os pacientes, traz\u00ea-los de volta ao hospital e propor a eles a nova modalidade de tratamento, que \u00e9 o transplante de dedo.\u201d Ele acrescentou que a t\u00e9cnica pode ser usada tamb\u00e9m para o transplante de mais de um dedo.<\/p>\n<p>Segundo Recalde, essas pessoas acabavam de afastando das atividades profissionais. \u201cS\u00e3o pacientes que ficaram com sequela e com dificuldade de retorno \u00e0s suas atividades de trabalho. Portanto, s\u00e3o candidatos a uma cirurgia desse porte, que permitir\u00e1 a eles retornar ao seu ambiente profissional sem problemas.\u201d<\/p>\n<p>De acordo com o m\u00e9dico, a t\u00e9cnica existe h\u00e1 40 anos, mas, no Brasil, o preconceito do pr\u00f3prio paciente em usar parte do corpo para fazer repara\u00e7\u00e3o em outra representou muita barreira para que ela fosse aplicada no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cEles n\u00e3o t\u00eam ideia dos benef\u00edcios e pensam sempre pelo lado negativo. O lado da mutila\u00e7\u00e3o do p\u00e9. O fato de que possam ter dificuldade de andar, jogar bola depois de uma cirurgia dessa. O que estamos procurando mostrar com esse trabalho \u00e9 que nada disso ocorre. A cirurgia \u00e9 bem elaborada, estudada e feita para evitar qualquer tipo de sequela na retirada do dedo. Em contrapartida, tem a retomada da fun\u00e7\u00e3o da m\u00e3o, que perde at\u00e9 40% sem o polegar\u201d, explicou. Segundo o m\u00e9dico, o polegar \u00e9 o dedo mais importante nos movimentos da m\u00e3o e \u00e9 o mais mutilado em acidentes, principalmente em pessoas que ainda t\u00eam um tempo grande de trabalho pela frente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Diario de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rede p\u00fablica de sa\u00fade do Rio de Janeiro j\u00e1 tem condi\u00e7\u00f5es de fazer cirurgias de transplante de partes do corpo de pacientes que passaram por reimplante, por terem sofrido amputa\u00e7\u00f5es. O auxiliar de dep\u00f3sito Carlos Henrique Pacheco, de 33 anos, foi o primeiro a ter um dos dedos do p\u00e9 transplantado para a m\u00e3o. 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