{"id":25175,"date":"2015-06-12T09:48:59","date_gmt":"2015-06-12T12:48:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=25175"},"modified":"2015-06-12T09:48:59","modified_gmt":"2015-06-12T12:48:59","slug":"infeccao-hospitalar-alerta-para-salvar-vidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/infeccao-hospitalar-alerta-para-salvar-vidas\/","title":{"rendered":"Infec\u00e7\u00e3o hospitalar: alerta para salvar vidas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">As m\u00e3os que curam tamb\u00e9m podem ser respons\u00e1veis por quase metade das mortes por infec\u00e7\u00f5es adquiridas em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) no pa\u00eds. Pesquisa divulgada pela Associa\u00e7\u00e3o de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) mostra que a falta de higieniza\u00e7\u00e3o adequada por parte dos pr\u00f3prios profissionais de sa\u00fade \u00e9 a principal fonte da temida infec\u00e7\u00e3o hospitalar, hoje denominada \u201cinfec\u00e7\u00e3o associada aos cuidados de sa\u00fade\u201d (\u00e0s vezes falta deles), sempre que desenvolvidas ap\u00f3s 48 horas de internamento. O estudo aponta que 37% dos m\u00e9dicos e enfermeiros intensivistas de hospitais p\u00fablicos e privados em todo o Brasil n\u00e3o lavam as m\u00e3os com a frequ\u00eancia ou da maneira que deveriam e acabam levando bact\u00e9rias, v\u00edrus e fungos resistentes a pessoas j\u00e1 debilitadas. Aliadas a isso, a demora no diagn\u00f3stico e a falta de recursos contribuem para uma s\u00e9ria estat\u00edstica: de cada 10 pacientes infectados numa UTI, quatro v\u00e3o a \u00f3bito. Um problema que n\u00e3o \u00e9 exclusivo do Brasil. Estima-se que de 500 mil a um milh\u00e3o de pessoas morram por ano no mundo, devido \u00e0 resist\u00eancia antimicrobiana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o h\u00e1 um recorte em Pernambuco mas, de acordo com o especialista em Medicina Intensiva Marcos Antonio Cavalcanti Gallindo, presidente da Sociedade de Terapia Intensiva de Pernambuco (Sotipe), entidade que representa a AMIB no estado, geralmente s\u00e3o dados muito parecidos. \u201cAs informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o obtidas pelo sistema de vigil\u00e2ncia. Toda UTI do Brasil reporta o \u00edndice de infec\u00e7\u00e3o ao grupo de controle de infec\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio hospital, que o encaminha \u00e0 Anvisa. Os hospitais que participam de um sistema de controle de qualidade t\u00eam como comparar dados e verificar se est\u00e3o atingindo a meta\u201d, explica.<br \/>\nDe acordo com a Associa\u00e7\u00e3o, 70% dos pacientes internados nas unidades de terapia intensiva no Brasil recebem tratamento para algum tipo de infec\u00e7\u00e3o. Um espa\u00e7o onde o risco \u00e9 de 5 a 10 vezes maior que em outros ambientes hospitalares, por concentrar os doentes mais graves e que, segundo a associa\u00e7\u00e3o, pode chegar a representar 20% do total de casos registrados em um hospital. Gallindo acrescenta que as infec\u00e7\u00f5es aumentam o tempo de internamento, o custo e, claro, o risco de morte. Quando o paciente chega na UTI, a equipe tem como prever o risco de \u00f3bito e aplicar algumas ferramentas, mas se a pessoa contrair uma infec\u00e7\u00e3o no meio do caminho, esse \u00edndice aumenta. Quanto mais pontos de invas\u00e3o, como sonda, cateteres , tubos, traqueostomia, maior o perigo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 20 anos, a Central de Transplantes de PE nunca fechou um servi\u00e7o, garante a coordenadora Noemy Gomes Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Flickr<br \/>\nEm 20 anos, a Central de Transplantes de PE nunca fechou um servi\u00e7o, garante a coordenadora Noemy Gomes Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Flickr<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gallindo enfatiza, no entanto, que o ponto mais importante \u00e9 a higiene das m\u00e3os: \u201cSabe-se disso h\u00e1 centenas de anos, mas a higieniza\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 mal executada e n\u00e3o \u00e9 realizada na frequ\u00eancia necess\u00e1ria pelos profissionais de sa\u00fade\u201d. Segundo o estudo da Associa\u00e7\u00e3o, tr\u00eas em cada 10 profissionais de sa\u00fade n\u00e3o lavam as m\u00e3os da maneira e ocasi\u00f5es corretas. Para diminuir esses \u00edndices, a associa\u00e7\u00e3o est\u00e1 realizando uma campanha de conscientiza\u00e7\u00e3o em todo o pa\u00eds. A iniciativa busca alertar sobre a import\u00e2ncia de um gesto simples para salvar vidas, ali\u00e1s, a principal miss\u00e3o desta profiss\u00e3o. Na pr\u00e1tica, a meta \u00e9 tornar mec\u00e2nico um h\u00e1bito adotado por apenas 70% dos profissionais lotados nos centros que apresentam melhores resultados. A campanha aborda os \u201csete pontos chave da preven\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o na UTI\u201d n\u00e3o apenas entre m\u00e9dicos, enfermeiros, auxiliares, mas tamb\u00e9m entre familiares e visitantes das cerca de 2.350 UTIs brasileiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os visitantes, a orienta\u00e7\u00e3o das comiss\u00f5es de controle de infec\u00e7\u00e3o \u00e9 lavar as m\u00e3os na entrada e na sa\u00edda e se aproximar apenas do seu parente. Muitas vezes, ap\u00f3s um per\u00edodo de conviv\u00eancia e como um gesto de solidariedade, as pessoas acabam abordando outros doentes, correndo o risco de contribuir para a contamina\u00e7\u00e3o cruzada. O intensivista acrescenta que s\u00e3o orienta\u00e7\u00f5es tradicionais, mas que podem mudar se o paciente est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o de isolamento. Aos profissionais, segundo ele, cabem ainda as recomenda\u00e7\u00f5es de trocar a roupa usual pelo jaleco do hospital para n\u00e3o trazer bact\u00e9rias nem as levar para casa, e usar sapatos fechados para sua pr\u00f3pria prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O m\u00e9dico admite que \u00e9 muito frequente um paciente entrar com um problema de sa\u00fade e adquirir um quadro infeccioso na UTI, mas aponta um pacote de medidas preventivas que, associadas, podem ajudar a afastar esse risco. \u201c\u00c9 uma quest\u00e3o preven\u00edvel. N\u00e3o podemos evitar, mas reduzir muito, por exemplo, elevando a cabeceira da cama, pelo menos a 30\u00b0 a 45\u00b0, tentando tirar mais rapidamente poss\u00edvel a ventila\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, vendo se o paciente tem condi\u00e7\u00f5es de respirar sozinho, prevenindo a trombose venosa e o sangramento g\u00e1strico ou \u00falcera. Estas \u00faltimas com medica\u00e7\u00e3o ou meios mec\u00e2nicos como fisioterapias. S\u00e3o medidas simples, mas bastante eficazes e que precisam ser implementadas\u201d, ensina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jorge deixou uma neta de 15 anos e dois filhos, de 35 e 37 anos; a m\u00e3e, de 88 anos, n\u00e3o sabe de sua morte. Foto: Acervo pessoal<br \/>\nJorge deixou uma neta de 15 anos e dois filhos, de 35 e 37 anos; a m\u00e3e, de 88 anos, n\u00e3o sabe de sua morte. Foto: Acervo pessoal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais que estat\u00edsticas, vidas<br \/>\nA produtora cultural pernambucana Val\u00e9ria Luna acredita que o irm\u00e3o, o professor Jorge Alberto Alexandre de Luna, faz parte dessa tr\u00e1gica estat\u00edstica. Ele morreu aos 61 anos, no dia 18 de maio deste ano, em decorr\u00eancia de uma infec\u00e7\u00e3o bacteriana. Segundo Val\u00e9ria, Jorge havia tido sucesso total no transplante de cora\u00e7\u00e3o realizado no dia 29 de abril: n\u00e3o apresentou rejei\u00e7\u00e3o ao novo \u00f3rg\u00e3o ou qualquer complica\u00e7\u00e3o decorrente da cirurgia, como hemorragia ou problemas de coagula\u00e7\u00e3o. \u201cAs pessoas passam anos esperando um \u00f3rg\u00e3o, uma fam\u00edlia que est\u00e1 sofrendo tem o desprendimento, a generosidade de do\u00e1-lo e, por conta de uma neglig\u00eancia, \u00e9 tudo perdido\u2026 E a\u00ed, quem paga essa conta? Tem toda uma campanha para estimular esse gesto e a falta de cuidado, a falta de higiene acaba com tudo\u201d, lamenta Val\u00e9ria, com contud\u00eancia: \u201cNunca vi ningu\u00e9m entrar na UTI do jeito que vem da rua. Os visitantes n\u00e3o t\u00eam nenhuma higiene pr\u00e9via.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00e3o vou descansar\u2026quantos ainda v\u00e3o passar por esta situa\u00e7\u00e3o?\u201d, questiona Val\u00e9ria Luna. Foto: Acervo pessoal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fiquei inconformada quando uma senhora aguardava na cadeira pegando no p\u00e9 e entrou sem lavar as m\u00e3os. \u00c9 um crit\u00e9rio que tem que ser colocado. H\u00e1 lugares em que voc\u00ea passa por uma c\u00e2mara de higieniza\u00e7\u00e3o, mas o que se v\u00ea \u00e9 uma equipe de auxiliares de enfermagem cal\u00e7ando chinelos, sem uniforme, falta de limpeza\u201d. O irm\u00e3o de Val\u00e9ria foi operado no Imip (Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira) e internado na UTI exclusiva para transplantados, no segundo andar da unidade de sa\u00fade, no Recife. Inconformada, ela fez uma den\u00fancia ao Minist\u00e9rio P\u00fablico de Pernambuco (MPPE).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSabendo que ao se submeter a qualquer transplante o paciente toma rem\u00e9dios para baixar a imunidade e desta forma evitar a rejei\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o transplantado, e assim se predisp\u00f5e a adquirir determinadas doen\u00e7as oportunistas, pressup\u00f5e-se que algumas medidas de preven\u00e7\u00e3o sejam tomadas. Como pode uma UTI de transplantados permitir visitas di\u00e1rias dos parentes e amigos que chegam da rua, sem haver nenhum tipo de esteriliza\u00e7\u00e3o dos mesmos? Ou seja, entram na UTI como se estivessem entrando em casa, nem lavam as m\u00e3os\u201d, escreveu ela, no documento protocolado no MPPE. A produtora cultural tamb\u00e9m critica a demora no diagn\u00f3stico. De acordo com a fam\u00edlia, a equipe m\u00e9dica teria levado 12 dias para identificar a bact\u00e9ria. \u201cSabemos que \u00e9 poss\u00edvel diagnosticar uma bact\u00e9ria em menos de 24 horas. Se come\u00e7a a administrar um antibi\u00f3tico e em 48 horas n\u00e3o tem resposta, j\u00e1 n\u00e3o seria o caso de saber que n\u00e3o \u00e9 o certo?\u201d, questiona a produtora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a promotora de Justi\u00e7a de Defesa da Sa\u00fade Helena Capela, o caso foi despachado para a Ag\u00eancia Pernambucana de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Apevisa) a fim de que seja realizada uma inspe\u00e7\u00e3o no local. Ela adiantou ao Diario que o hospital deve remeter \u00e0 Promotoria de Justi\u00e7a o protocolo de controle de infec\u00e7\u00e3o hospitalar. Ainda segundo a promotora, n\u00e3o h\u00e1 casos de den\u00fancias parecidas ligadas \u00e0 suspeita de infec\u00e7\u00e3o hospitalar e a falta de higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os n\u00e3o \u00e9 considerada uma neglig\u00eancia e, sim, uma falha no sistema, mas que assim mesmo deve ser denunciada aos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vigil\u00e2ncia permanente<br \/>\nEm Pernambuco, o Imip \u00e9 a \u00fanica unidade de sa\u00fade que realiza todos os tipos de transplante (cora\u00e7\u00e3o, rins, f\u00edgado, medula, c\u00f3rneas). Para isso, possui a Unidade Geral de Transplantes (UGT), com UTI pr\u00f3pria. \u201cEm geral s\u00e3o pacientes muito graves, e que j\u00e1 chegam para o transplante em situa\u00e7\u00e3o s\u00e9ria demais. \u00c9 preciso saber as circunst\u00e2ncias. Em 20 anos, a Central de Transplantes nunca fechou um servi\u00e7o por mau resultado. Como gestora de transplantes, eu teria que intervir e at\u00e9 tirar do programa, mas a situa\u00e7\u00e3o nunca saiu do controle e nunca se precisou\u201d, argumenta Noemy Gomes, coordenadora da Central de Transplantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a morte do professor Jorge Alberto Alexandre de Luna, a assessoria de comunica\u00e7\u00e3o do Imip afirmou, em nota, que o paciente apresentou uma infec\u00e7\u00e3o no dia seguinte ao transplante, que recebeu todas as medidas necess\u00e1rias, mas n\u00e3o resistiu ap\u00f3s complica\u00e7\u00f5es no quadro. No documento, o instituto afirma ainda que atua de forma sistem\u00e1tica no combate \u00e0 infec\u00e7\u00e3o hospitalar, com aten\u00e7\u00e3o especial aos pacientes imunodeprimidos, inclusive realizando campanhas educativas com estudantes e profissionais e orienta\u00e7\u00e3o aos pacientes e acompanhantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A campanha organizada pela Associa\u00e7\u00e3o de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) pretende evitar, na medida do poss\u00edvel e com iniciativas simples e elementares, hist\u00f3rias tristes como esta. Por mais preocupado, apressado que esteja, seja voc\u00ea visitante ou profissional de sa\u00fade, da pr\u00f3xima vez que entrar em uma UTI ou mesmo em um quarto de hospital, lembre-se da li\u00e7\u00e3o de Val\u00e9ria: \u201cA gente tem uma obriga\u00e7\u00e3o com o outro. Se uma pessoa puder se beneficiar, pra mim j\u00e1 \u00e9 um ganho. A gente t\u00e1 falando de vida\u201d, ensina a irm\u00e3 enlutada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Diario de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As m\u00e3os que curam tamb\u00e9m podem ser respons\u00e1veis por quase metade das mortes por infec\u00e7\u00f5es adquiridas em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) no pa\u00eds. Pesquisa divulgada pela Associa\u00e7\u00e3o de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) mostra que a falta de higieniza\u00e7\u00e3o adequada por parte dos pr\u00f3prios profissionais de sa\u00fade \u00e9 a principal fonte da temida infec\u00e7\u00e3o hospitalar, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[]},"categories":[9],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25175"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25175"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25175\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25176,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25175\/revisions\/25176"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25175"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25175"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25175"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}