{"id":27582,"date":"2015-11-10T09:35:32","date_gmt":"2015-11-10T12:35:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=27582"},"modified":"2015-11-10T09:35:32","modified_gmt":"2015-11-10T12:35:32","slug":"a-melhor-saida-para-cada-um","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/a-melhor-saida-para-cada-um\/","title":{"rendered":"A melhor sa\u00edda para cada um"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Gl\u00e2ndula pequenina como uma noz, a pr\u00f3stata pode apresentar tumores que podem crescer e se espalhar rapidamente, mas a maioria se desenvolve a passos lentos. A indica\u00e7\u00e3o do tratamento para a doen\u00e7a depende, entre outros detalhes, do grau de agressividade do tumor. Felizmente, a lista de op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas para esse tipo de c\u00e2ncer \u00e9 ampla, mas n\u00e3o d\u00e1 para elencar o melhor de todos procedimentos porque cada homem vai responder de forma diferente a uma determinada terap\u00eautica. \u201cDiante de dois pacientes com o mesmo grau de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, o tratamento para cada um talvez seja diferente. Para indicar a op\u00e7\u00e3o mais adequada, levamos em considera\u00e7\u00e3o a idade e o quadro geral de sa\u00fade do homem\u201d, explica o urologista Leonardo Lima Monteiro, do Hospital de C\u00e2ncer de Pernambuco (HCP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O servi\u00e7o de Urologia da institui\u00e7\u00e3o trata mais de 40% dos casos de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata do Estado. Em 2014, a unidade realizou 213 bi\u00f3psias da gl\u00e2ndula \u2013 procedimento que tra\u00e7a a agressividade do tumor e d\u00e1 ao m\u00e9dico pistas para se planejar o melhor tratamento. A prostatectomia radical (retirada de toda a pr\u00f3stata) \u00e9 a cirurgia que visa a cura do c\u00e2ncer, mas nem todo paciente, especialmente um homem com uma idade muito avan\u00e7ada, pode suportar uma interven\u00e7\u00e3o como essa. \u201cUm idoso com outras doen\u00e7as que prejudicam o estado de sa\u00fade pode ser tratado de uma forma menos agressiva. Nesses casos, podemos pensar em radioterapia ou apenas em acompanhamento do desenvolvimento do tumor\u201d, ressalta Leonardo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando se fala em c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, \u00e9 importante pensar em expectativa de vida, principalmente se for levada em considera\u00e7\u00e3o a estat\u00edstica de que 62% dos casos no mundo ocorrem em homens com 65 anos ou mais. No caso de pacientes com uma expectativa de vida maior de 10 anos, os m\u00e9dicos costumam indicar um tratamento mais agressivo como a cirurgia. \u201cIsso vale especialmente para idosos com um quadro de sa\u00fade bom e doen\u00e7as facilmente controladas. Mas depois dos 75 anos, para aqueles com problema card\u00edaco avan\u00e7ado ou quadro demencial de moderado a grave e sem sintomas do c\u00e2ncer, por exemplo, n\u00e3o indicamos nem a realiza\u00e7\u00e3o dos exames da pr\u00f3stata capazes de detectar a doen\u00e7a\u201d, informa o geriatra Alexandre de Mattos, diretor do Instituto de Medicina do Idoso (Imedi). Ele explica o motivo pelo qual n\u00e3o se recomenda o rastreio nesses casos: \u201cA descoberta de um c\u00e2ncer de pr\u00f3stata por exames de rotina em um homem muito idoso sem sintoma da doen\u00e7a pode levar a um tratamento mais mal\u00e9fico do que apenas acompanhar de perto o paciente\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O m\u00e9dico refor\u00e7a que, diante de um diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata ap\u00f3s os 75 anos em um paciente que n\u00e3o suporta a cirurgia ou outras modalidades terap\u00eauticas, uma das op\u00e7\u00f5es \u00e9 fazer acompanhamento pouco intensivo, o que pode significar menos exames. Se houver altera\u00e7\u00f5es nos sintomas, o ideal \u00e9 que uma equipe interdisciplinar, que pode ser formada por geriatras, urologistas e oncologistas, una for\u00e7as para sugerir o tratamento mais adequado. \u201cNos pacientes que n\u00e3o apresentam condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade para se submeter a uma cirurgia ou radioterapia, pode-se pensar em indicar a terapia hormonal, capaz de diminuir o tamanho do tumor ou fazer com que ele cres\u00e7a mais lentamente\u201d, frisa Alexandre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um estudo escandinavo realizado com cad\u00e1veres mostrou que 80% dos homens com 80 anos tinham c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, mas a maioria deles era indolente. \u201cOu seja, a doen\u00e7a n\u00e3o tinha significado cl\u00ednico. Por isso, precisamos ter um olhar para esses subtipos da doen\u00e7a que provavelmente n\u00e3o levar\u00e3o o paciente a \u00f3bito. Isso nos ajuda a tratar minimamente esses pacientes, sem preju\u00edzo para a qualidade de vida\u201d, finaliza Leonardo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Jornal do Commercio<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gl\u00e2ndula pequenina como uma noz, a pr\u00f3stata pode apresentar tumores que podem crescer e se espalhar rapidamente, mas a maioria se desenvolve a passos lentos. A indica\u00e7\u00e3o do tratamento para a doen\u00e7a depende, entre outros detalhes, do grau de agressividade do tumor. 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