{"id":28968,"date":"2016-02-16T09:42:15","date_gmt":"2016-02-16T12:42:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=28968"},"modified":"2016-02-16T09:42:15","modified_gmt":"2016-02-16T12:42:15","slug":"populacao-se-sente-ameacada-pelos-focos-do-aedes-aegypti-em-ferros-velhos-do-recife","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/populacao-se-sente-ameacada-pelos-focos-do-aedes-aegypti-em-ferros-velhos-do-recife\/","title":{"rendered":"Popula\u00e7\u00e3o se sente amea\u00e7ada pelos focos do Aedes aegypti em ferros-velhos do Recife"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Quarenta e oito horas depois do <a href=\"http:\/\/jconline.ne10.uol.com.br\/canal\/cidades\/noticia\/2016\/02\/13\/operacao-de-guerra-para-combater-o-aedes-e-muitas-cobrancas-do-povo-220990.php\">Dia Nacional de Mobiliza\u00e7\u00e3o Zika Zero, para combater o Aedes aegypti<\/a>, transmissor da dengue, chicungunha e zika, grandes criadouros do mosquito continuam a fazer parte da paisagem do Recife sem interfer\u00eancia eficaz dos governos estadual e municipal: os ferros-velhos e dep\u00f3sitos de ve\u00edculos avariados. Nesses locais, os pr\u00f3prios donos e funcion\u00e1rios se sentem amea\u00e7ados pelo Aedes, que se prolifera em poucos dias em meio \u00e0s dezenas de carros, pe\u00e7as e pneus amontoados a c\u00e9u aberto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Numa das principais vias da cidade, a Avenida Caxang\u00e1, no Cordeiro, Zona Oeste, o propriet\u00e1rio do ferro-velho Ki Pe\u00e7as, Thiago Guerra, garante que dedetiza o estabelecimento regularmente. \u201cRealizamos o servi\u00e7o a cada 15 dias. Quando chove muito, chegamos a fazer semanalmente. Al\u00e9m disso, cinco pessoas me ajudam a limpar o lugar diariamente\u201d, afirma. Mesmo assim, numa r\u00e1pida visita da reportagem, in\u00fameros focos de larvas do vetor foram localizados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A recepcionista do estabelecimento, Darlene Ramos, que est\u00e1 gr\u00e1vida, lamenta o risco. \u201cAqui, fazemos tudo o que est\u00e1 ao nosso alcance, mas \u00e9 dif\u00edcil. Precisamos de uma a\u00e7\u00e3o mais efetiva da prefeitura, que sequer nos permite cobrir o lugar. Se chove, temos que fazer tudo de novo.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda na Zona Oeste da capital, na comunidade Roda de Fogo, no bairro do Engenho do Meio, o problema se agrava. Mais de dez ferros-velhos se alinham, lado a lado, na Rua Visconde de S\u00e3o Leopoldo, paralela \u00e0 BR-101. L\u00e1, alguns estabelecimentos s\u00e3o cobertos e, com isso, protegidos da chuva que empo\u00e7a os ve\u00edculos e cria focos do mosquito. Outros, acumulam sucatas em terrenos abertos, com incont\u00e1veis pequenas po\u00e7as de \u00e1gua parada. Quem sofre \u00e9 a popula\u00e7\u00e3o na vizinhan\u00e7a. \u201cPeguei chicungunha h\u00e1 cerca de 20 dias e ainda estou doente. Conhe\u00e7o v\u00e1rios vizinhos que tamb\u00e9m foram infectados. \u00c9 um perigo constante com o qual temos que conviver. Estamos vivendo numa guerra\u201d, queixa-se o mec\u00e2nico Geraldo Ivan Filho, 55 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Num ferro-velho localizado na Avenida Norte, nas proximidades do Sesc de Casa Amarela, o propriet\u00e1rio do estabelecimento improvisado, Jos\u00e9 Silva, 67, conta que j\u00e1 foi infectado pelo mosquito tr\u00eas vezes. \u201cEstou me recuperando de uma chicungunha e j\u00e1 tive dengue duas vezes. Aqui, uso o larvicida cedido pela prefeitura, \u00e1gua sanit\u00e1ria e pesticida que eu mesmo compro, al\u00e9m de repelente pelo corpo\u201d, relata. \u201cGostaria que a prefeitura voltasse a fazer a pulveriza\u00e7\u00e3o com fumac\u00ea, como acontecia antes. H\u00e1 tr\u00eas anos, os agentes deixaram de vir\u201d, lamenta Jos\u00e9 Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Secretaria de Sa\u00fade do Recife informa que a manuten\u00e7\u00e3o e a limpeza dos im\u00f3veis s\u00e3o de responsabilidade dos propriet\u00e1rios. De acordo com a pasta, durante a visita dos agentes de sa\u00fade ambiental e controle de endemias (Asaces), os comerciantes s\u00e3o orientados a evitar ac\u00famulo de \u00e1gua e a remover mecanicamente todos os entulhos que possam abrigar criadouros do mosquito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda segundo a secretaria, estabelecimentos como ferros-velhos, constru\u00e7\u00f5es e borracharias s\u00e3o considerados pontos estrat\u00e9gicos de monitoramento, sendo inspecionados quinzenalmente. Para denunciar um poss\u00edvel foco, o cidad\u00e3o pode entrar em contato com a Ouvidoria Municipal do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) pelo n\u00famero 0800-2811520 ou pelo e-mail saude@recife.pe.gov.br.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Jornal do Commercio<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quarenta e oito horas depois do Dia Nacional de Mobiliza\u00e7\u00e3o Zika Zero, para combater o Aedes aegypti, transmissor da dengue, chicungunha e zika, grandes criadouros do mosquito continuam a fazer parte da paisagem do Recife sem interfer\u00eancia eficaz dos governos estadual e municipal: os ferros-velhos e dep\u00f3sitos de ve\u00edculos avariados. 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