{"id":31525,"date":"2016-06-21T10:10:37","date_gmt":"2016-06-21T13:10:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=31525"},"modified":"2016-06-21T10:10:37","modified_gmt":"2016-06-21T13:10:37","slug":"profissionais-de-saude-de-pe-passarao-a-observar-outros-sinais-alem-da-microcefalia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/profissionais-de-saude-de-pe-passarao-a-observar-outros-sinais-alem-da-microcefalia\/","title":{"rendered":"Profissionais de sa\u00fade de PE passar\u00e3o a observar outros sinais al\u00e9m da microcefalia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">As autoridades de sa\u00fade querem ampliar o foco na hora de diagnosticar complica\u00e7\u00f5es decorrentes do contato com zika v\u00edrus em crian\u00e7as. A consequ\u00eancia mais evidente continua sendo a microcefalia, que permanece como par\u00e2mertro de identifica\u00e7\u00e3o visual. No entanto, a orienta\u00e7\u00e3o para profissionais de sa\u00fade passar\u00e1 a ser a observa\u00e7\u00e3o macro do beb\u00ea que teve contato com zika, ou seja, a busca de outros sinais como defici\u00eancias auditivas, oftalmol\u00f3gicas, cl\u00ednicas, motoras ou cognitivas. Essa \u00e9 uma discuss\u00e3o mundial que objetiva concentrar os esfor\u00e7oes na s\u00edndrome cong\u00eanita relacionada \u00e0 infec\u00e7\u00e3o pelo zika v\u00edrus e suas sequelas.<\/p>\n<p>Por ser pioneiro na descoberta dos casos, que passaram a fugir do padr\u00e3o no estado em outubro passado, Pernambuco vai contribuir com as novas regras de identifica\u00e7\u00e3o publicando a terceira edi\u00e7\u00e3o do protocolo que norteia os diagn\u00f3sticos. O documento ser\u00e1 lan\u00e7ado no in\u00edcio do m\u00eas de julho, conforme an\u00fancio feito ontem pela Secretaria Estadual de Sa\u00fade (SES) durante o Semin\u00e1rio Estadual de Vigil\u00e2ncia e Resposta \u00e0s Arboviroses e suas Complica\u00e7\u00f5es. O evento termina hoje e est\u00e1 sendo realizado em um hotel em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, em parceria com a Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana de Sa\u00fade (Opas), bra\u00e7o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) no Brasil.<\/p>\n<p>O protocolo pernambucano tem servido de guia para a\u00e7\u00f5es em outros estados e pa\u00edses. A primeira vers\u00e3o foi lan\u00e7ada em novembro do ano passado. Em dezembro houve a atualiza\u00e7\u00e3o. Com essa terceira vers\u00e3o, a SES espera que a rede de assist\u00eancia aos beb\u00eas possa aprimorar o olhar para as outras consequ\u00eancias do zika. De acordo com a secret\u00e1ria-executiva de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade do estado, Luciana Albuquerque, 20% dos casos confirmados de microcefalia no estado n\u00e3o atendem mais aos padr\u00f5es dessa condi\u00e7\u00e3o estabelecidos pela OMS, mas t\u00eam outras altera\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas identificadas a partir de tomografia e exames cl\u00ednicos. Atualmente, a OMS confirma como microc\u00e9falos beb\u00eas que nascem com menos de 31,9 centr\u00edmetros de per\u00edmetro cef\u00e1lico. Em novembro do ano passado, o diagn\u00f3stico era dado a crian\u00e7as com 33 cent\u00edmetros ou menos.<\/p>\n<p>Em Pernambuco, foram confirmados 366 casos de microcefalia at\u00e9 ontem. Desses, 70 n\u00e3o atendem mais ao padr\u00e3o da OMS, mas continuam sendo acompanhados pela rede porque apresentaram outras complica\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas relacionadas ao zika v\u00edrus. A consultora nacional da Opas, Adriana Bacelar, afirmou que est\u00e1 sendo feito um mapeamento das poss\u00edveis altera\u00e7\u00f5es que o zika pode causar. \u201cA microcefalia \u00e9 a express\u00e3o de um efeito. Mas o que se fala agora \u00e9 que o zika n\u00e3o causa apenas a microcefalia, mas a s\u00edndrome cong\u00eanita relacionada \u00e0 infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus\u201d, detalhou Adriana Bacelar. Segundo ela, o \u00faltimo dado publicado pela OMS, em 9 de junho, aponta que a transmiss\u00e3o do zika ocorre em 39 pa\u00edses das Am\u00e9ricas. J\u00e1 a microcefalia est\u00e1 presente em 14 pa\u00edses, sendo o Brasil com o maior n\u00famero de casos.<\/p>\n<p>Interior<br \/>\nO n\u00famero de unidades de sa\u00fade para atendimento, assist\u00eancia e diagn\u00f3stico \u00e0s m\u00e3es e beb\u00eas acometidos pelo zika v\u00edrus em Pernambuco vai subir de 24 para 26 a partir de julho. Entrar\u00e3o no sistema o Hospital Regional Fernando Bezerra, em Ouricuri, no Sert\u00e3o, e a Unidade Pernambucana de Aten\u00e7\u00e3o Especializada (UPAE) de Limoeiro, no Agreste. A secret\u00e1ria-executiva de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade de Pernambuco, Cristina Mota, explicou que em outubro do ano passado, quando come\u00e7aram a aparecer os primeiros casos de microcefalia relacionados ao zika, tr\u00eas unidades atendiam aos pacientes (Imip, AACD e HUOC). Mas, diante da demanda, toda a rede foi readequada para contribuir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Diario de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As autoridades de sa\u00fade querem ampliar o foco na hora de diagnosticar complica\u00e7\u00f5es decorrentes do contato com zika v\u00edrus em crian\u00e7as. A consequ\u00eancia mais evidente continua sendo a microcefalia, que permanece como par\u00e2mertro de identifica\u00e7\u00e3o visual. 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