{"id":32264,"date":"2016-08-01T07:59:18","date_gmt":"2016-08-01T10:59:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=32264"},"modified":"2016-08-01T07:59:18","modified_gmt":"2016-08-01T10:59:18","slug":"nascido-com-microcefalia-davi-comemora-um-ano-de-desafios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/nascido-com-microcefalia-davi-comemora-um-ano-de-desafios\/","title":{"rendered":"Nascido com microcefalia, Davi comemora um ano de desafios"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Quando Davi Henrique veio ao mundo, em 2 de agosto de 2015, Mylene Ferreira, 22,\u00a0 n\u00e3o imaginava que o beb\u00ea traria, talvez, o maior desafio de sua vida. N\u00e3o pela maternidade, afinal ela j\u00e1 era m\u00e3e de dois outros filhos. A guinada na rotina da jovem e de sua fam\u00edlia, na verdade, foi motivada pelo imensur\u00e1vel desafio nascido com o ca\u00e7ula. Um dia antes do parto de Davi, h\u00e1 exatamente um ano, Pernambuco registrava a primeira notifica\u00e7\u00e3o de caso de microcefalia no estado do surto que viria a seguir. O filho de Mylene foi o segundo beb\u00ea a entrar na estat\u00edstica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cM\u00e3e, o seu filho vai ser especial\u201d, disseram-lhe depois do parto. N\u00e3o era novidade. Durante a gravidez, Mylene teve o filho diagnosticado com s\u00edndrome de Down e hidrocefalia, condi\u00e7\u00e3o em que h\u00e1 ac\u00famulo de l\u00edquido dentro do cr\u00e2nio. Erroneamente. A surpresa e o acerto no diagn\u00f3stico vieram mesmo quando Davi teve a confirma\u00e7\u00e3o de microcefalia, malforma\u00e7\u00e3o incomum nas unidades de sa\u00fade pernambucanas at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o \u00faltimo boletim da Secretaria Estadual de Sa\u00fade (SES), divulgado no \u00faltimo dia 26 de julho, Pernambuco j\u00e1 soma 398 beb\u00eas cuja malforma\u00e7\u00e3o cong\u00eanita foi confirmada. S\u00e3o 398 fam\u00edlias cujas realidades foram completamente alteradas com a chegada das crian\u00e7as. O n\u00famero \u00e9 o mais alto desde o in\u00edcio das notifica\u00e7\u00f5es, mas na \u00e9poca do nascimento de Davi,\u00a0 por outro lado, as estat\u00edsticas ainda eram incipientes, assim como o conhecimento sobre a condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pouco a pouco, a conex\u00e3o com o v\u00edrus da zika come\u00e7ou a ser estabelecida. Em novembro, a descoberta de DNA viral no l\u00edquido amni\u00f3tico de gr\u00e1vidas na Para\u00edba acendeu a luz de alerta do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Em Pernambuco, onde houve &#8211; e ainda h\u00e1 &#8211; maior concentra\u00e7\u00e3o dos casos da malforma\u00e7\u00e3o, pesquisadores iniciaram estudos para comprovar a liga\u00e7\u00e3o ainda em 2015. Na \u00e9poca, a expectativa era a de comprovar a rela\u00e7\u00e3o entre as duas partes em at\u00e9 seis meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00e3o se tinha um conhecimento pr\u00e9vio em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 microcefalia, mas atrav\u00e9s de protocolos e exames laboratoriais, foi poss\u00edvel afastar outras poss\u00edveis causas e consolidar a rela\u00e7\u00e3o com o zika v\u00edrus. \u00c9 l\u00f3gico que muitas coisas ainda precisam ser feitas, mas nesse pouco tempo se conseguiu muita coisa\u201d, comemora \u00c2ngela Rocha, infectologista pediatra do Hospital Universit\u00e1rio Oswaldo Cruz, da Universidade de Pernambuco (UPE), uma das unidades de refer\u00eancia para tratar dos casos no Estado.Os esfor\u00e7os resultaram, atualmente, em 180 pequenos que tiveram resultado laboratorial positivo para zika, segundo o \u00faltimo boletim da SES. Davi Henrique ainda n\u00e3o recebeu o resultado do exame, mas m\u00e9dicos da Funda\u00e7\u00e3o Altino Ventura (FAV), respons\u00e1veis pela descoberta da rela\u00e7\u00e3o entre microcefalia e les\u00f5es oculares, constataram que o menino tem les\u00f5es na retina provocadas pelo zika v\u00edrus.<\/p>\n<p>\u201cA vis\u00e3o dele \u00e9 baixa e as les\u00f5es do zika afetam principalmente o tecido nervoso dos olhos. A diminui\u00e7\u00e3o do volume cerebral tamb\u00e9m faz com que ele tenha uma defici\u00eancia visual e de cogni\u00e7\u00e3o\u201d, explica a oftalmologista Liana Ventura, m\u00e9dica de Davi e participante do estudo que detectou a rela\u00e7\u00e3o entre as les\u00f5es oculares e o v\u00edrus transmitido pelo Aedes aegypti.<\/p>\n<p>\u201cO problema n\u00e3o \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o dele, \u00e9 ter que viver no hospital. Eu nunca gostei de hospital\u201d, reclama Mylene. Para cuidar da sa\u00fade do filho, comprometida pela microcefalia, pelo refluxo e pelos constantes espasmos e convuls\u00f5es, ela colocou as pr\u00f3prias vontades em segundo plano e, atualmente, visita n\u00e3o s\u00f3 oftalmologistas, mas tamb\u00e9m pediatras, neuropediatras, fisioterapeutas, cardiologistas. Tudo por Davi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ir at\u00e9 os especialistas, ela sai de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, por volta das 6h da manh\u00e3, de segunda a quinta. Ao descer as escadarias do morro em que mora, o beb\u00ea de quase 12kg vai de um lado do bra\u00e7o e a bolsa com seus pertences e os de Davi, t\u00e3o pesada quanto o filho, segue do outro. Durante a peregrina\u00e7\u00e3o para completar os exames semanais do menino, mal sobra tempo para comer.<\/p>\n<p>\u201cTem uns lugares em que o atendimento \u00e9 muito ruim. A UPA, por exemplo, \u00e9 o pior lugar. S\u00f3 vou em \u00faltimo caso. O Hospital Oswaldo Cruz tamb\u00e9m \u00e9 p\u00e9ssimo de atendimento. Nem todo mundo \u00e9 preparado para atender\u201d, critica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o ao cuidado com os pacientes, o HUOC informou, por meio de nota, que \u00e9 uma unidade de refer\u00eancia no tratamento de doen\u00e7as infecciosas e suas consequ\u00eancias. O protocolo de atendimento foi utilizado com base para o atendimento em Pernambuco e no Brasil. Ainda no texto, a unidade afirmou que a equipe aplica um tratamento humanizado e sens\u00edvel a todos os beb\u00eas com microcefalia e suas fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s UPAs, a secret\u00e1ria executiva de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade de Pernambuco, Cristina Mota, explicou que os profissionais passam por diversas capacita\u00e7\u00f5es. \u201cEles aprendem a como notificar os conduzir os casos desde que institu\u00edmos a obrigatoriedade das notifica\u00e7\u00f5es de poss\u00edveis casos de microcefalia\u201d, relata. Ainda segundo a secret\u00e1ria, a empatia na rela\u00e7\u00e3o entre pacientes e profissionais de sa\u00fade tamb\u00e9m \u00e9 um aspecto que est\u00e1 sendo trabalhado pela rede de assist\u00eancia.Fam\u00edlia<br \/>\nEm casa, a realidade de Mylene e Davi \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil quanto nos hospitais. Sem tempo para trabalhar por causa da dedica\u00e7\u00e3o integral ao beb\u00ea, Mylene recebe um benef\u00edcio social de um sal\u00e1rio m\u00ednimo para custear as despesas do filho mais novo. A ajuda ainda vem por meio de leite e fraldas doados pela Alian\u00e7a das M\u00e3es e Fam\u00edlias Raras (Amar) e do ex-marido, que paga R$ 100 mensais para ajudar o beb\u00ea. \u201cEu vou brigar na Justi\u00e7a para ele dar uma quantia melhor\u201d, assegura a m\u00e3e.<\/p>\n<p>Os outros quatro adultos da casa, desempregados, se viram como podem para ajudar nas despesas. \u201cMeu pai tem curso t\u00e9cnico em soldagem e arrumou um trabalho outro dia. Espero que d\u00ea certo\u201d, diz Mylene. A m\u00e3e da jovem, t\u00e9cnica em enfermagem, est\u00e1 sem emprego h\u00e1 alguns meses. \u201cEst\u00e1 muito dif\u00edcil, mas a gente vai dando um jeito\u201d, pontua Maria Elizabeth.<\/p>\n<p>Passando o dia todo nos hospitais com Davi, ela mal tem tempo para dar aten\u00e7\u00e3o aos outros dois filhos, Miguel, 4, e Rafael, 2. Sem estudar, os dois meninos passam o dia inteiro em casa. \u201cA gente n\u00e3o conseguiu colocar os dois na escola, mas ano que vem vamos tentar de novo\u201d, conta a av\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agitados como qualquer crian\u00e7a da faixa et\u00e1ria, os irm\u00e3os n\u00e3o cont\u00eam a felicidade com a chegada da m\u00e3e em casa, j\u00e1 no fim da tarde. \u201cEles entendem que Davi \u00e9 diferente e sempre perguntam o porqu\u00ea de Mylene sempre estar levando ele para o m\u00e9dico, mas ainda n\u00e3o sabem o que \u00e9\u201d, explica Elizabeth.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rela\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia com Davi j\u00e1 tomou, inclusive, propor\u00e7\u00f5es internacionais. No in\u00edcio do ano, um cineasta norte-americano se comoveu com a hist\u00f3ria e acompanhou a gravou a rotina da fam\u00edlia para exibir num document\u00e1rio sobre microcefalia. &#8220;Ele deve voltar aqui no Brasil em setembro ou outubro, para o batizado de Davi. Vai ser padrinho&#8221;, revela Mylene.<\/p>\n<p>Apesar da \u00e1rdua rotina, o amor da fam\u00edlia por Davi \u00e9 inquestion\u00e1vel. Miguel, o filho mais velho de Mylene, \u00e9 o primeiro a deixar claro o amor pelo ca\u00e7ula. \u201cMeu irm\u00e3o \u00e9 especial porque a cabe\u00e7a dele balan\u00e7a muito\u201d, diz, tentando explicar a condi\u00e7\u00e3o de Davi com a pureza e ingenuidade t\u00edpicas de uma crian\u00e7a. O carinho pelo mais novo, demonstrado atrav\u00e9s de beijos e abra\u00e7os, n\u00e3o precisa de explica\u00e7\u00f5es. \u00c9 n\u00edtido.<\/p>\n<p>\u201cNo in\u00edcio foi chocante, eu demorei a aceitar o que estava acontecendo. Hoje em dia eu j\u00e1 consegui entender mais ou menos e ajudo no que posso\u201d, conta Severino Vicente, av\u00f4 de Davi. Apesar do jeito s\u00e9rio, o t\u00e9cnico em soldagem se amolece ao falar do neto. \u201cEu dou cheiro, dou banho&#8230; \u00c9 um amor muito grande que a gente tem por ele\u201d, revela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m\u00e3e de Mylene, Maria Elizabeth Ferreira, endossa o discurso do marido e n\u00e3o cont\u00e9m o sorriso na hora de falar do neto. \u201cEle n\u00e3o fala direito. N\u00e3o escuta direito. Independentemente disso, ele nos trouxe esperan\u00e7a e uni\u00e3o\u201d, relata, encantada.<\/p>\n<p>Para cuidar de beb\u00eas como Davi nos pr\u00f3ximos anos, o Estado pensa alto. Atualmente, h\u00e1 24 unidades de refer\u00eancia em Pernambuco e, at\u00e9 o fim de agosto, mais duas devem entrar na lista. Ainda h\u00e1 planos para investir na humaniza\u00e7\u00e3o do atendimento e na capacita\u00e7\u00e3o de profissionais para atender \u00e0queles que se tornar\u00e3o, em breve, crian\u00e7as, adolescentes e adultos.<\/p>\n<p>Para Mylene e sua fam\u00edlia, a ideia \u00e9 continuar com as idas aos m\u00e9dicos, apesar de o menino n\u00e3o reagir aos est\u00edmulos da forma esperada. \u201cN\u00e3o posso perder a esperan\u00e7a, \u00e9 o meu filho\u201d, crava. \u00c0s v\u00e9speras do primeiro anivers\u00e1rio da crian\u00e7a, a m\u00e3e pensa em comprar um bolo para a data n\u00e3o passar em branco e tem, al\u00e9m da melhora no quadro cl\u00ednico de Davi, dois singelos desejos para o filho: muitas felicidades e muitos anos de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando Davi Henrique veio ao mundo, em 2 de agosto de 2015, Mylene Ferreira, 22,\u00a0 n\u00e3o imaginava que o beb\u00ea traria, talvez, o maior desafio de sua vida. 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