{"id":36360,"date":"2017-01-24T11:01:30","date_gmt":"2017-01-24T14:01:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=36360"},"modified":"2017-01-24T11:01:30","modified_gmt":"2017-01-24T14:01:30","slug":"sao-paulo-tem-13-casos-suspeitos-de-febre-amarela-seis-pessoas-morreram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/sao-paulo-tem-13-casos-suspeitos-de-febre-amarela-seis-pessoas-morreram\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Paulo tem 13 casos suspeitos de febre amarela; seis pessoas morreram"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O estado de S\u00e3o Paulo registrou, desde o in\u00edcio deste ano, 13 casos suspeitos de febre amarela e seis mortes. Dois dos pacientes morreram por infec\u00e7\u00e3o adquirida no pr\u00f3prio estado e quatro morreram depois de viajar para Minas Gerais, que apresenta surto, e retornar para a cidade paulista com sintomas da doen\u00e7a. As informa\u00e7\u00f5es foram divulgadas nesta segunda-feira (23) pela Secretaria Estadual da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>No final do ano passado, um homem de 52 anos morreu em Ribeir\u00e3o Preto, no interior do estado, com diagn\u00f3stico confirmado de febre amarela. Ele ficou quatro dias internado e morreu no dia 26 de dezembro. O homem morava pr\u00f3ximo a uma regi\u00e3o de mata, com macacos hospedeiros do v\u00edrus. A suspeita \u00e9 que esp\u00e9cies silvestres do mosquito Aedes aegypti, que transmite a doen\u00e7a, possam ter infectado a v\u00edtima.<\/p>\n<p>Em abril do ano passado, outra pessoa tamb\u00e9m teve a morte confirmada pela mesma doen\u00e7a no munic\u00edpio de Bady Bassit, no interior paulista. O local da infec\u00e7\u00e3o dessa v\u00edtima foi a \u00e1rea silvestre, chamada de Mata dos Macacos, no munic\u00edpio de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto.<\/p>\n<p>Vacina\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>No Instituto Em\u00edlio Ribas, na capital paulista, hospital refer\u00eancia em infectologia, houve expressivo aumento da procura por vacinas contra febre amarela. No \u00faltimo s\u00e1bado (21), a imuniza\u00e7\u00e3o foi aplicada em 320 pessoas. A m\u00e9dia di\u00e1ria de vacina\u00e7\u00e3o registrada pelo hospital \u00e9 de 50 por dia, chegando a 150 em per\u00edodo de f\u00e9rias, quando as pessoas mais viajam.<\/p>\n<p>O infectologista e coordenador de Medicina de Viajantes do Em\u00edlio Ribas, Jess\u00e9 Alves Reis, n\u00e3o aconselha vacina\u00e7\u00e3o em pessoas que n\u00e3o v\u00e3o viajar para \u00e1reas de risco. \u201c\u00c9 importante que as pessoas entendam que quem vive ou viaja para as \u00e1reas de risco devem se vacinar. As pessoas que est\u00e3o fora dessas regi\u00f5es, que s\u00e3o basicamente as \u00e1reas litor\u00e2neas, a cidade de S\u00e3o Paulo, n\u00e3o h\u00e1 necessidade de correr para tomar vacina\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Viajante para MG<\/p>\n<p>Maria de F\u00e1tima Diniz Viana, 64 anos, vai viajar para a cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais, e depois embarca para Portugal. Por precau\u00e7\u00e3o, ela vai tomar a vacina e pretende levar a certifica\u00e7\u00e3o de imuniza\u00e7\u00e3o para entrar na Europa. \u201cMeus familiares em Minas est\u00e3o apreensivos, tomaram a vacina, porque a regi\u00e3o rural j\u00e1 est\u00e1 sendo atingida. Eu vou para a \u00e1rea urbana, mas vou tomar por precau\u00e7\u00e3o\u201d, disse.<\/p>\n<p>Graziela Porfilho, 28 anos, vai viajar para a \u00e1rea rural da cidade de Parais\u00f3polis, em Minas Gerais. \u201cMeu irm\u00e3o, que mora l\u00e1 h\u00e1 2 meses, disse que n\u00e3o tem surto na cidade. Ele est\u00e1 l\u00e1 h\u00e1 2 meses e ainda n\u00e3o tomou a vacina\u201d, disse.<\/p>\n<p>A vacina est\u00e1 dispon\u00edvel na rede p\u00fablica e deve ser tomada 10 dias antes de viagens para \u00e1reas de risco, que s\u00e3o basicamente \u00e1reas de floresta e zona rural. A vacina tem efeitos adversos e n\u00e3o pode ter tomada por pessoas com doen\u00e7as imunol\u00f3gicas, que est\u00e3o tomando rem\u00e9dios que possam afetar o sistema imune, gestantes, menores de 6 meses e idosos acima de 60 anos.<\/p>\n<p>Modo silvestre<\/p>\n<p>Desde 1942, n\u00e3o h\u00e1 registro de transmiss\u00e3o urbana de febre amarela no Brasil. O risco de uma volta da transmiss\u00e3o urbana \u00e9 te\u00f3rica, mas existe, disse o infectologista do Instituto Em\u00edlio Ribas. Segundo Jess\u00e9 Reis, o pa\u00eds registrou ciclos silvestres de transmiss\u00e3o em 2003, 2008 e 2009.<\/p>\n<p>Em todo o pa\u00eds, de acordo com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, os casos continuam concentrados em regi\u00e3o de mata silvestre. O \u00faltimo balan\u00e7o do minist\u00e9rio, de sexta-feira (20) aponta 272 casos suspeitos em Minas Gerias, 47 foram confirmados e 25 \u00f3bitos. No Esp\u00edrito Santo, s\u00e3o 11 casos suspeitos. O pr\u00f3ximo balan\u00e7o ser\u00e1 divulgado nesta ter\u00e7a-feira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Folha de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estado de S\u00e3o Paulo registrou, desde o in\u00edcio deste ano, 13 casos suspeitos de febre amarela e seis mortes. Dois dos pacientes morreram por infec\u00e7\u00e3o adquirida no pr\u00f3prio estado e quatro morreram depois de viajar para Minas Gerais, que apresenta surto, e retornar para a cidade paulista com sintomas da doen\u00e7a. As informa\u00e7\u00f5es foram [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[]},"categories":[9],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36360"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36360"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36360\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":36361,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36360\/revisions\/36361"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}