{"id":40798,"date":"2017-09-12T08:34:06","date_gmt":"2017-09-12T11:34:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=40798"},"modified":"2017-09-12T08:34:06","modified_gmt":"2017-09-12T11:34:06","slug":"crise-agrava-saude-publica-no-agreste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/crise-agrava-saude-publica-no-agreste\/","title":{"rendered":"Crise agrava sa\u00fade p\u00fablica no Agreste"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Superlota\u00e7\u00e3o, falta de m\u00e9dicos, aus\u00eancia de leitos de retaguarda e d\u00e9bito milion\u00e1rio com o Samu. Esse foi o diagn\u00f3stico do Conselho Regional de Medicina (Cremepe) sobre a gest\u00e3o hospitalar do Estado na regional de sa\u00fade de Caruaru, que abrange cerca de 30 cidades do Agreste e onde os pacientes t\u00eam sofrido com a falta de infraestrutura da rede. A institui\u00e7\u00e3o m\u00e9dica solicitou uma audi\u00eancia com o Minist\u00e9rio P\u00fablico (MPPE) na \u00faltima semana e, nesta ter\u00e7a-feira (12), o promotor Giovani Leite deve apresentar a ata para ajustes dos problemas com a Secretaria Estadual de Sa\u00fade e outros agentes envolvidos.<\/p>\n<p>O presidente do Cremepe, Andr\u00e9 Dubeux, elencou quatro pontos que considera mais graves na regi\u00e3o. O primeiro \u00e9 a falta de m\u00e9dicos em v\u00e1rios munic\u00edpios &#8211; principalmente nos finais de semana &#8211; o que tem levado diversas vezes os profissionais do Samu a se tornarem a \u00fanica refer\u00eancia em sa\u00fade para os moradores. O segundo \u00e9 que macas e ambul\u00e2ncias t\u00eam ficado retidas com frequ\u00eancia nos hospitais Mestre Vitalino (HMV) e Regional do Agreste (HRA), em Caruaru, diante da falta de leitos pr\u00f3prios para atender os doentes na emerg\u00eancia.<\/p>\n<p>O presidente do conselho ainda complementou que, diante do grande volume de pacientes nos dois hospitais, virou rotina segurar as ambul\u00e2ncias, prejudicando o fluxo de transfer\u00eancias. \u201cOs ve\u00edculos ficam parados enquanto se avalia o paciente ou se h\u00e1 vaga para o doente que j\u00e1 foi referendado pela central de leitos para aqueles hospitais. Com isso, como a maioria das unidades hospitalares do interior s\u00f3 t\u00eam um m\u00e9dico, este profissional que acompanha a transfer\u00eancia fica de quatro a seis horas fora da cidade de origem, deixando a popula\u00e7\u00e3o desassistida\u201d, contou.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, a cr\u00edtica mais forte do conselho diz respeito \u00e0 inexist\u00eancia de leitos hospitalares de retaguarda para o HMV e HRA, o que impacta diretamente na superlota\u00e7\u00e3o dessas unidades. \u201cOs hospitais n\u00e3o t\u00eam para onde mandar os pacientes quando saem da urg\u00eancia e n\u00e3o raro um leito da emerg\u00eancia fica de 10 a 15 dias ocupado pela mesma pessoa\u201d, apontou Dubeux.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para diminuir a grande demanda sobre os hospitais estaduais na regi\u00e3o, a Secretaria Estadual de Sa\u00fade (SES) informou que est\u00e1 trabalhando na qualifica\u00e7\u00e3o dos hospitais regionais de Garanhuns (Dom Moura) e de Arcoverde (Ruy de Barros Correia) para aumentar a resolutividade e encaminhamento de pacientes a essas unidades, al\u00e9m de dialogar com os munic\u00edpios da regi\u00e3o para otimizar a rede de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade. Tamb\u00e9m informou que h\u00e1 contratualiza\u00e7\u00e3o de 60 leitos de retaguarda para o Agreste, no Hospital Jesus Pequenino, localizado em Bezerros. Existe a promessa de que at\u00e9 o final deste ano haja o Hospital S\u00e3o Sebasti\u00e3o (HSS), em Caruaru, seja reaberto para o refor\u00e7o de leitos.<\/p>\n<p>O HRA e o HMV negaram que segurem m\u00e9dicos de outras cidades para cuidar de pacientes transferidos. Sobre a escala de profissionais do HRA, a gest\u00e3o afirma est\u00e1 se adequando. Este ano,18 concursados foram chamados para refor\u00e7ar os plant\u00f5es. Em 2016, a pasta conta que foram realizadas duas convoca\u00e7\u00f5es de profissionais para a unidade, al\u00e9m de uma sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica simplificada para completar os plant\u00f5es de especialidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Samu<br \/>\nA falta de envio de verbas do Estado ao Samu Caruaru fez com que o servi\u00e7o amargasse um preju\u00edzo acumulado de R$ 4,2 milh\u00f5es em quatro anos. Segundo a prefeitura, o repasse de verbas n\u00e3o acontece desde 2013. A SES disse estar se esfor\u00e7ado para regularizar os repasses o quanto antes. Esclareceu ainda que tem mantido o di\u00e1logo com a Prefeitura de Caruaru e o MPPE sobre o andamento dos processos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Folha de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Superlota\u00e7\u00e3o, falta de m\u00e9dicos, aus\u00eancia de leitos de retaguarda e d\u00e9bito milion\u00e1rio com o Samu. 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