{"id":41979,"date":"2017-11-27T12:17:54","date_gmt":"2017-11-27T15:17:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=41979"},"modified":"2017-11-27T12:17:54","modified_gmt":"2017-11-27T15:17:54","slug":"brasil-avanca-em-metas-mas-aids-ainda-preocupa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/brasil-avanca-em-metas-mas-aids-ainda-preocupa\/","title":{"rendered":"Brasil avan\u00e7a em metas, mas aids ainda preocupa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">BRAS\u00cdLIA &#8211; Relat\u00f3rio do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade mostra que o diagn\u00f3stico e o tratamento de pessoas vivendo com HIV-aids melhorou no Brasil nos \u00faltimos quatro anos, embora deixe claro que h\u00e1 ainda desafios a serem enfrentados. De acordo com o trabalho, o n\u00famero de pessoas com HIV que sabem da sua condi\u00e7\u00e3o aumentou. Tamb\u00e9m \u00e9 maior a parcela dos que est\u00e3o em tratamento com medicamentos antirretrovirais. Ao mesmo tempo, as taxas de abandono da terapia ainda s\u00e3o altas e continua significativo o n\u00famero de pessoas que descobrem a infec\u00e7\u00e3o pelo HIV de forma tardia &#8211; o que dificulta o sucesso no tratamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cH\u00e1 conquistas, mas tamb\u00e9m desafios\u201d, constata a diretora do Departamento de Preven\u00e7\u00e3o e Controle das ISTs, HIV-aids e Hepatites Virais, Adele Benzaken. Um dos maiores avan\u00e7os apontados pelo trabalho \u00e9 a melhora no diagn\u00f3stico. Estima-se que 830 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Desse total, 694 mil (84%) sabem que s\u00e3o portadoras do v\u00edrus &#8211; aumento de 18% quando comparado com dados de 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2016, 72% das pessoas diagnosticadas estavam em tratamento. Uma propor\u00e7\u00e3o bem maior do que em 2012, quando 62% das pessoas vivendo com HIV-aids estavam em terapia com antirretrovirais. A supress\u00e3o viral (quando a propor\u00e7\u00e3o de v\u00edrus circulante no sangue \u00e9 considerada pouco expressiva, o que indica o sucesso do tratamento) tamb\u00e9m avan\u00e7ou. Dos pacientes tratados, 91% apresentam carga m\u00ednima de v\u00edrus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados indicam que o Brasil est\u00e1 pr\u00f3ximo de atingir pelo menos duas das tr\u00eas metas do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Aids (Unaids), batizado de 90-90-90. O compromisso dos pa\u00edses \u00e9 chegar at\u00e9 2020 com 90% das pessoas com HIV-aids diagnosticadas; desse grupo, pelo menos 90% em tratamento e, dos que est\u00e3o em tratamento, 90% com supress\u00e3o viral. \u201cEstamos a seis pontos porcentuais da meta do diagn\u00f3stico\u201d, constata Adele. A meta da supress\u00e3o viral j\u00e1 foi atingida e agora precisa ser mantida at\u00e9 2020.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos maiores desafios \u00e9 tentar garantir que as pessoas diagnosticadas entrem em tratamento &#8211; e mantenham essa condi\u00e7\u00e3o. A diretora chama a aten\u00e7\u00e3o para os dados da popula\u00e7\u00e3o entre 18 e 24 anos. Nesse grupo, apenas 56% dos diagnosticados est\u00e3o em tratamento e 49% t\u00eam carga viral em n\u00edveis considerados ideais. \u201c\u00c9 preciso fazer um esfor\u00e7o para melhorar esses indicadores.\u201d A ideia \u00e9 fazer uma campanha para mobilizar pessoas nessa idade a se testar e manter o tratamento. T\u00e3o importante quanto isso, ressalta Adele, \u00e9 tentar identificar as falhas do sistema que levam jovens a se manter afastados dos sistemas de sa\u00fade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ades\u00e3o<\/strong><br \/>\nOs dados do trabalho indicam que 9% das pessoas vivendo com HIV-aids abandonaram o tratamento em 2016. Mesmo porcentual apresentado em 2014. As taxas, no entanto, mudam quando se analisa ra\u00e7a-cor. Ano passado, a taxa de abandono na popula\u00e7\u00e3o branca foi de 8%. Entre negros, no entanto, foi de 11%, o mesmo porcentual constatado entre popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena. \u201cH\u00e1 uma sinergia de estigmas\u201d, afirma Veriano Terto, da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira Interdisciplinar de Aids.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte:<\/strong> Estad\u00e3o Conte\u00fado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BRAS\u00cdLIA &#8211; Relat\u00f3rio do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade mostra que o diagn\u00f3stico e o tratamento de pessoas vivendo com HIV-aids melhorou no Brasil nos \u00faltimos quatro anos, embora deixe claro que h\u00e1 ainda desafios a serem enfrentados. De acordo com o trabalho, o n\u00famero de pessoas com HIV que sabem da sua condi\u00e7\u00e3o aumentou. 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