{"id":42871,"date":"2018-01-04T08:55:09","date_gmt":"2018-01-04T11:55:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=42871"},"modified":"2018-01-04T08:55:09","modified_gmt":"2018-01-04T11:55:09","slug":"o-fruto-amazonico-que-pode-baratear-e-simplificar-o-tratamento-da-leishmaniose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/o-fruto-amazonico-que-pode-baratear-e-simplificar-o-tratamento-da-leishmaniose\/","title":{"rendered":"O fruto amaz\u00f4nico que pode baratear e simplificar o tratamento da leishmaniose"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Emuls\u00e3o \u00e9 feita a partir da vagem do juc\u00e1, j\u00e1 usada por ribeirinhos da regi\u00e3o em forma de ch\u00e1 para tratar diversas doen\u00e7as; em testes com roedores, aumento de feridas caiu de 300% para 25%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um fruto amaz\u00f4nico amplamente utilizado como rem\u00e9dio caseiro pelas popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas da regi\u00e3o pode ser a chave para ajudar a baratear e simplificar o tratamento da leishmaniose, doen\u00e7a que provoca ulcera\u00e7\u00f5es na pele e que atinge cerca de 3 mil pessoas ao ano no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nUm grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa) testa um creme fitoter\u00e1pico \u00e0 base do juc\u00e1 (Libidibia ferrea) como terapia alternativa \u00e0s dolorosas inje\u00e7\u00f5es do tratamento contra a leishmaniose do tipo tegumentar (LT).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nOs testes iniciais com o creme, em roedores, foram animadores. Segundo os pesquisadores, os animais tratados com o preparado \u00e0 base do juc\u00e1 tiveram 25% de crescimento de les\u00f5es relacionadas \u00e0 doen\u00e7a, em compara\u00e7\u00e3o ao aumento de 300% dos animais que n\u00e3o receberam nenhum tratamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO estudo, que come\u00e7ou no Laborat\u00f3rio de Leishmaniose e Doen\u00e7as de Chagas do Inpa, tem o objetivo de desenvolver um medicamento eficaz, de uso t\u00f3pico e com uma log\u00edstica de distribui\u00e7\u00e3o simplificada para auxiliar os pacientes que moram em \u00e1reas de dif\u00edcil acesso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA ideia \u00e9 que o creme feito com a planta possa ser associado \u00e0 medica\u00e7\u00e3o recomendada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e usada h\u00e1 mais de 50 anos, o glucantime, para agir como coadjuvante no tratamento da leishmaniose tegumentar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO juc\u00e1, tamb\u00e9m conhecido como pau-ferro, \u00e9 um velho conhecido dos ribeirinhos da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, muito utilizado por eles em forma de ch\u00e1 como rem\u00e9dio caseiro para diversas enfermidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\u00c1rvore nativa do Brasil, ele est\u00e1 amplamente presente nas regi\u00f5es Norte e Nordeste. Tem propriedades antiss\u00e9pticas, antienvelhecimento, antioxidantes e antipigmenta\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m \u00e9 usado como adstringente, antidiarreico, cicatrizante, sedativo, t\u00f4nico, anti-inflamat\u00f3rio, expectorante e at\u00e9 mesmo afrodis\u00edaco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>2 milh\u00f5es de casos no mundo ao ano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA leishmaniose \u00e9 uma doen\u00e7a grave que pode ser causada por v\u00e1rias esp\u00e9cies de protozo\u00e1rios do g\u00eanero Leishmania e \u00e9 transmitida ao homem pela picada do inseto fleb\u00f3tomo, popularmente chamado de &#8220;birigui&#8221;, &#8220;mosquito-palha&#8221; ou &#8220;cangalhinha&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nNas \u00e1reas urbanas, os cachorros, gatos e ratos s\u00e3o as maiores fontes de infec\u00e7\u00e3o. J\u00e1 nas zonas rurais os agentes transmissores s\u00e3o animais silvestres como raposas, gamb\u00e1s e tamandu\u00e1s. Ao contr\u00e1rio do Aedes aegypti, que transmite a dengue, chikungunya e zika, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil localizar os criadouros dos mosquitos fleb\u00f3tomos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) estima que 350 milh\u00f5es de pessoas estejam expostas ao risco da leishmaniose no mundo, com registro aproximado de dois milh\u00f5es de novos casos das diferentes formas cl\u00ednicas ao ano no mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nApesar de a infec\u00e7\u00e3o estar controlada no Brasil, estima-se que quase 3 mil pessoas s\u00e3o contaminadas todo ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nAnteriormente restrita \u00e0s \u00e1reas de floresta e zonas rurais, a doen\u00e7a tem avan\u00e7ado nas cidades, em fun\u00e7\u00e3o do desmatamento e da migra\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias para os centros urbanos. As regi\u00f5es Norte e Nordeste ainda s\u00e3o \u00e1reas de risco com maior n\u00famero de registros da enfermidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nExistem dois tipos de leishmaniose: a visceral (LV), conhecida como calazar, e a tegumentar (LT). Ambas s\u00e3o consideradas doen\u00e7as infecciosas e s\u00e3o transmitidas por diferentes esp\u00e9cies de flebotom\u00edneos (pequenos insetos) infectados pelo protozo\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA LV \u00e9 caracterizada, principalmente, por febre de longa dura\u00e7\u00e3o, aumento do f\u00edgado e do ba\u00e7o, al\u00e9m de perda de peso acentuada, e pode levar a \u00f3bito em 90% dos casos se n\u00e3o for tratada adequadamente. J\u00e1 a LT provoca \u00falceras na pele e mucosas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEm uma d\u00e9cada, o n\u00famero de casos de LV no Brasil caiu apenas 8,5%, passando de 3.597 em 2005 para 3.289 em 2015. A redu\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia da LT em dez anos foi mais expressiva, de 27%, de 26.685 para 19.395 casos no mesmo intervalo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEm 2015, o Nordeste registrou o maior n\u00famero de casos de LV (1.806), seguido pelas regi\u00f5es Sudeste (538), Norte (469), Centro-Oeste (157) e Sul (5).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 LT, o Norte registrou o maior n\u00famero de casos (8.939); seguido por Nordeste (5.152), Centro-Oeste (2.937), Sudeste (1.762) e Sul (493).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA OMS estima que entre 20 mil e 40 mil pessoas no mundo morrem, por ano, v\u00edtimas da doen\u00e7a. No Brasil, foram mais de 2,7 mil mortes entre 2000 e 2011. Os maiores \u00edndices de mortalidade foram registrados nos Estados do Par\u00e1, Tocantins, Maranh\u00e3o, Piau\u00ed, Cear\u00e1, S\u00e3o Paulo, Bahia e Minas Gerais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nOs n\u00fameros melhores, no entanto, ainda n\u00e3o foram suficientes para tirar a leishmaniose da lista de doen\u00e7as negligenciadas. Apesar do tratamento gratuito, a elimina\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o mais significativa de casos no pa\u00eds esbarra em gargalos. O diagn\u00f3stico \u00e9 limitado. Tanto a popula\u00e7\u00e3o quanto os profissionais de sa\u00fade t\u00eam dificuldade em identificar os sintomas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Bons resultados<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDe acordo com o farmac\u00eautico respons\u00e1vel pela pesquisa, Bruno Jensen, o experimento ainda est\u00e1 restrito a roedores &#8211; mas com resultados satisfat\u00f3rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO grupo de animais que n\u00e3o recebeu tratamento apresentou evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica das les\u00f5es cut\u00e2neas de 300% (aquelas que d\u00e3o origem \u00e0s primeiras infec\u00e7\u00f5es). J\u00e1 no grupo de controle, que recebeu tratamento das les\u00f5es com a formula\u00e7\u00e3o farmac\u00eautica incorporada com a fra\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia encontrada no juc\u00e1, o diclorometano, foi observado crescimento de apenas 25% das les\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nJ\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o entre dois grupos que receberam tratamentos diferentes, um com a microemuls\u00e3o (o creme fitoter\u00e1pico) e o outro com o glucantime (a medica\u00e7\u00e3o preconizada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade como primeira escolha para o tratamento da leishmaniose), n\u00e3o houve diferen\u00e7a estat\u00edstica quanto \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o das les\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO desempenho, para Jensen, mostra que o tratamento da leishmaniose poderia ser complementado com o creme, aumentando sua efic\u00e1cia e reduzindo os efeitos colateriais apresentados a partir da administra\u00e7\u00e3o da medica\u00e7\u00e3o \u00fanica indicada pelo governo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nPara a l\u00edder do grupo de pesquisa do Inpa, Ant\u00f4nia Maria Ramos Franco, o desenvolvimento de novos f\u00e1rmacos \u00e9 importante para um pa\u00eds que necessita reduzir as despesas com o tratamento de uma doen\u00e7a considerada negligenciada &#8211; aquelas causadas por agentes infecciosos ou parasitas e que afetam principalmente as pessoas de menor poder aquisitivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;Somos especialistas na realiza\u00e7\u00e3o de pesquisas cient\u00edficas envolvendo este tipo de enfermidade, que \u00e9 considerada um grande problema mundial, n\u00e3o s\u00f3 no Brasil&#8221;, diz Franco. &#8220;Agora, estamos iniciando uma nova etapa, a busca por parceiros que tenham interesse em produzir esse fitoter\u00e1pico \u00e0 base de juc\u00e1 em escala industrial.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nH\u00e1 outros tratamentos alternativos para combater os efeitos colaterais associados ao tratamento da leishmaniose tegumentar, como a pomada \u00e0 base de pr\u00f3polis vermelha e o extrato do vegetal, conhecido como sai\u00e3o (Kalanchoe pinnata).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>A pesquisa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDurante um ano de experimenta\u00e7\u00e3o (2016\/2017), a pesquisa foi tema do mestrado de Jensen.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO grupo de pesquisa do Laborat\u00f3rio de Leishmaniose e Doen\u00e7as de Chagas\/Inpa vem investigando os estudos de fra\u00e7\u00f5es da \u00e1rvore do juc\u00e1 que j\u00e1 tinham apresentado bons resultados. Agora, ele d\u00e1 sequ\u00eancia \u00e0 pesquisa no doutorado em Inova\u00e7\u00e3o Farmac\u00eautica da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com orienta\u00e7\u00e3o de Franco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nSegundo Jensen, a pesquisa ainda n\u00e3o foi publicada em revista cient\u00edfica porque o estudo precisa aguardar o pedido de patente, que, de acordo com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), deve cumprir com o prazo estabelecido em Lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;Como a pesquisa \u00e9 recente e o processo de patente geralmente leva de 18 a 36 meses para ser finalizado, ainda n\u00e3o podemos public\u00e1-la&#8221;, diz o pesquisador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Emuls\u00e3o \u00e9 feita a partir da vagem do juc\u00e1, j\u00e1 usada por ribeirinhos da regi\u00e3o em forma de ch\u00e1 para tratar diversas doen\u00e7as; em testes com roedores, aumento de feridas caiu de 300% para 25%. 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