{"id":43770,"date":"2018-02-01T10:51:18","date_gmt":"2018-02-01T13:51:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=43770"},"modified":"2018-02-01T10:51:18","modified_gmt":"2018-02-01T13:51:18","slug":"esclarecimento-sobre-a-contribuicao-sindical-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/esclarecimento-sobre-a-contribuicao-sindical-2018\/","title":{"rendered":"Esclarecimento sobre a contribui\u00e7\u00e3o sindical 2018"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A diretoria do Sindicato dos M\u00e9dicos no Estado do Paran\u00e1 (SIMEPAR) tem recebido diversas consultas e d\u00favidas dos m\u00e9dicos sobre o pagamento da contribui\u00e7\u00e3o sindical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a reforma trabalhista, a m\u00eddia divulgou amplamente o suposto \u201cfim\u201d da contribui\u00e7\u00e3o sindical. Ocorre que tal not\u00edcia n\u00e3o \u00e9 verdadeira do ponto de vista jur\u00eddico-legal e apenas contribuiu para causar confus\u00e3o nas diversas categorias profissionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o STF, a contribui\u00e7\u00e3o sindical possui car\u00e1ter tribut\u00e1rio, base constitucional, sendo exig\u00edvel de toda a categoria profissional, independentemente de filia\u00e7\u00e3o ao Sindicato (STF, RE 146.733). A contribui\u00e7\u00e3o sindical sempre foi recolhida, pelos empregados com v\u00ednculo celetista, mediante desconto em folha de pagamento no m\u00eas de mar\u00e7o efetivado pelo empregador, do valor correspondente a um dia de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O SIMEPAR j\u00e1 encaminhou tanto pelo Correio como por e-mail as guias de recolhimento (GRCSU) referentes ao ano de 2018. Todos os m\u00e9dicos devem quit\u00e1-la preferencialmente at\u00e9 o dia 28 de fevereiro. A lei permite que os profissionais liberais (aut\u00f4nomos) que tamb\u00e9m atuam como empregados p\u00fablicos ou privados n\u00e3o sofram desconto na folha de mar\u00e7o desde que tenham efetuado o recolhimento por meio da GRCSU.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a reforma trabalhista, o art. 579 da CLT passou a prever que o \u201cdesconto da contribui\u00e7\u00e3o sindical, efetivado pelo empregador est\u00e1 condicionado \u00e0 autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via e expressa dos que participarem de uma determinada categoria econ\u00f4mica ou profissional, ou de uma profiss\u00e3o liberal\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, com a reforma apenas o desconto em folha feito pelo empregador \u00e9 que passou a ser \u201cfacultativo\u201d, n\u00e3o a exigibilidade do tributo. A contribui\u00e7\u00e3o sindical continua obrigat\u00f3ria, assim como o seu recolhimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apenas a forma de quita\u00e7\u00e3o (mediante desconto em folha) \u00e9 que depende de autoriza\u00e7\u00e3o da categoria. A categoria m\u00e9dica no Paran\u00e1, por sua vez, autorizou no final de 2017, em assembleia geral espec\u00edfica, que persista o desconto em folha dos m\u00e9dicos empregados com v\u00ednculos celetistas, privados ou n\u00e3o. J\u00e1 os profissionais liberais e aut\u00f4nomos continuam a pagar a contribui\u00e7\u00e3o da mesma forma como sempre foi paga, mediante guia encaminhada pela entidade sindical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observe-se que este racioc\u00ednio foi confirmado em publica\u00e7\u00e3o de novembro\/2017 na Revista Jur\u00eddica do Tribunal Regional do Trabalho do Paran\u00e1: \u201cA contribui\u00e7\u00e3o sindical continua sendo devida, por se tratar de um tributo, coercitivo e compuls\u00f3rio. A sua forma de pagamento, entretanto, mediante desconto em folha para empregados celetistas e servidores p\u00fablicos n\u00e3o mais \u00e9 obrigat\u00f3ria, passando a exigir anu\u00eancia do profissional (\u2026) Assim, empregados, empregadores, avulsos e profissionais liberais continuam devedores da contribui\u00e7\u00e3o sindical, devendo a assembleia, convocada e realizada na forma do estatuto sindical respectivo, decidir sobre o procedimento de cobran\u00e7a da receita em quest\u00e3o\u201d (ANDRADE, Luiz Gustavo de; PAVELSKI, Ana Paula. Reflexos da reforma trabalhista na contribui\u00e7\u00e3o sindical: tributo que persiste com car\u00e1ter obrigat\u00f3rio. Revista do Tribunal Regional do Trabalho da 9\u00aa Regi\u00e3o, v. 7, p. 34-45, 2017).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, informamos que por se tratar de um tributo, o Sindicato n\u00e3o pode deixar de adotar a conduta delegada e efetuar a sua cobran\u00e7a, at\u00e9 porque parte da arrecada\u00e7\u00e3o se destina ao FAT fundo governamental de amparo a pol\u00edticas trabalhista do minist\u00e9rio do trabalho, bem como a outros titulares (FENAM e CNPL), sendo assim o SIMEPAR continuar\u00e1 a adotar os procedimentos legais relativos ao devido recolhimento do tributo constitucional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Sindicato dos M\u00e9dicos no Estado do Par\u00e1 (Simepar)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A diretoria do Sindicato dos M\u00e9dicos no Estado do Paran\u00e1 (SIMEPAR) tem recebido diversas consultas e d\u00favidas dos m\u00e9dicos sobre o pagamento da contribui\u00e7\u00e3o sindical. 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