{"id":45763,"date":"2018-04-26T09:48:07","date_gmt":"2018-04-26T12:48:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=45763"},"modified":"2018-04-26T09:58:13","modified_gmt":"2018-04-26T12:58:13","slug":"reducao-de-peso-pode-evitar-15-mil-casos-de-cancer-por-ano-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/reducao-de-peso-pode-evitar-15-mil-casos-de-cancer-por-ano-no-brasil\/","title":{"rendered":"Redu\u00e7\u00e3o de peso pode evitar 15 mil casos de c\u00e2ncer por ano no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Estima-se que pelo menos 15 mil casos de c\u00e2ncer por ano no Brasil, ou 3,8% do total, poderiam ser evitados com a redu\u00e7\u00e3o do excesso de peso e da obesidade. E esse n\u00famero deve ainda crescer at\u00e9 2025, quando se estima que mais de 29 mil novos casos de c\u00e2ncer atribu\u00edveis \u00e0 obesidade e sobrepeso devam surgir por ano, \u00edndice que vai representar 4,6% de todos os novos casos da doen\u00e7a no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados s\u00e3o de um estudo epidemiol\u00f3gico feito no Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FMUSP), em colabora\u00e7\u00e3o com a Universidade de Harvard (Estados Unidos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO problema principal \u00e9 que vem ocorrendo um aumento nas preval\u00eancias de excesso de peso e obesidade no Brasil e, com isso, os casos de c\u00e2ncer atribu\u00edveis a essas duas condi\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m devem crescer. Fora isso, espera-se que haja um aumento nos casos de c\u00e2ncer como um todo, pois a popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds vai aumentar e envelhecer\u201d, acredita o doutorando na FMUSP, Leandro Rezende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rezende \u00e9 um dos autores do artigo publicado na revista Cancer Epidemiology, com o t\u00edtulo The increasing burden of cancer attributable to high body mass index in Brazil. O trabalho \u00e9 resultado de uma Bolsa de Pesquisa no Exterior da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp) realizada na Harvard University. Segundo o pesquisador, o aumento do poder econ\u00f4mico nos \u00faltimos anos levou a um maior consumo, por\u00e9m, no caso da alimenta\u00e7\u00e3o, o fen\u00f4meno ficou atrelado principalmente aos alimentos ultraprocessados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO estudo mostra essa fase de transi\u00e7\u00e3o nutricional epidemiol\u00f3gica. S\u00e3o justamente esses alimentos altamente cal\u00f3ricos, com quantidade elevada de a\u00e7\u00facar, sal e gordura, que tamb\u00e9m s\u00e3o os produtos mais baratos\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Obesidade e sobrepeso est\u00e3o associados ao aumento de risco de 14 tipos de c\u00e2ncer, como o c\u00e2ncer de mama (p\u00f3s-menopausa), c\u00f3lon, reto, \u00fatero, ves\u00edcula biliar, rim, f\u00edgado, mieloma m\u00faltiplo, es\u00f4fago, ov\u00e1rio, p\u00e2ncreas, pr\u00f3stata, est\u00f4mago e tireoide, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). No Brasil, a incid\u00eancia desses 14 tipos de c\u00e2ncer corresponde \u00e0 metade do total de casos da doen\u00e7a diagnosticados por ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo feito por Rezende, em colabora\u00e7\u00e3o com pesquisadores brasileiros e norte-americanos, calculou a fra\u00e7\u00e3o atribu\u00edvel populacional (FAP) do c\u00e2ncer relacionado ao \u00edndice de massa corporal (IMC) elevado. A FAP \u00e9 uma m\u00e9trica para estimar a propor\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a poss\u00edvel de prevenir na popula\u00e7\u00e3o caso o fator de risco (nesse caso o sobrepeso e a obesidade) fosse eliminado, mantendo os demais fatores\/causas est\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Popula\u00e7\u00e3o feminina<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDe acordo com o estudo, 3,8% dos mais de 400 mil casos de c\u00e2ncer diagnosticados anualmente s\u00e3o atribu\u00edveis ao IMC elevado. Verificou-se tamb\u00e9m que esses casos s\u00e3o mais comuns em mulheres (5,2%) do que em homens. Isso se d\u00e1 n\u00e3o apenas pelo fato de a m\u00e9dia do IMC ser mais elevada nas mulheres, mas, principalmente, porque tr\u00eas tipos de c\u00e2ncer atribu\u00edveis \u00e0 obesidade e sobrepeso &#8211; ov\u00e1rio, \u00fatero e c\u00e2ncer de mama &#8211; afetam quase exclusivamente a popula\u00e7\u00e3o feminina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para estimar o excesso de peso e a obesidade na popula\u00e7\u00e3o brasileira, os pesquisadores usaram dados sobre IMC no Brasil em 2002 e 2013 da Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares e da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade, ambas conduzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). A an\u00e1lise de dados em dois momentos, e com dez anos de diferen\u00e7a, se justifica para analisar a lat\u00eancia da doen\u00e7a a partir do excesso de peso ou obesidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com os dados do IBGE, 40% da popula\u00e7\u00e3o brasileira tinha sobrepeso ou obesidade em 2002. Em 2013, o total subiu para aproximadamente 60%. Levando em conta IMC, magnitude do risco relativo, casos da doen\u00e7a e per\u00edodo de lat\u00eancia, os pesquisadores estimaram que, em 2012, cerca de 10 mil casos de c\u00e2ncer em mulheres e 5 mil casos em homens eram atribu\u00edveis ao excesso de peso e obesidade aferidos dez anos antes. J\u00e1 os dados sobre a incid\u00eancia de c\u00e2ncer foram obtidos do Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca) e da base Globocan da Ag\u00eancia Internacional de Pesquisa em C\u00e2ncer, da OMS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De modo a quantificar a dimens\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o do sobrepeso e da obesidade na incid\u00eancia de c\u00e2ncer no Brasil, os autores do estudo estimaram FAPs da doen\u00e7a em 2012 (com dados existentes) e em 2025 (por meio de proje\u00e7\u00e3o) atribu\u00eddas a IMC elevado. As fra\u00e7\u00f5es foram calculadas de acordo com sexo, idade, \u00e1rea geogr\u00e1fica e tipo de c\u00e2ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abordagem regional<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO trabalho \u00e9 um dos primeiros a fazer compara\u00e7\u00f5es regionais sobre a rela\u00e7\u00e3o entre obesidade e c\u00e2ncer. De acordo com o estudo, as maiores FAPs, para todos os tipos de c\u00e2ncer, foram encontradas nos estados das regi\u00f5es Sul (3,4% de mulheres para 1,5% de homens) e Sudeste (3,3% de mulheres para 1,5% de homens).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas mulheres, as maiores FAPs foram encontradas nos estados de Rio Grande do Sul (3,8%), Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo (ambos 3,4%). Nos homens, as FAPs mais altas foram em Mato Grosso do Sul e S\u00e3o Paulo (ambos 1,7%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cHouve aumento do IMC no pa\u00eds inteiro. Observamos que o impacto da obesidade \u00e9 maior nas regi\u00f5es Sul e Sudeste, principalmente em S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, mais ricos e com maiores IMC. No entanto, n\u00e3o se justifica uma estrat\u00e9gia de preven\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer e redu\u00e7\u00e3o da obesidade exclusivamente nessas duas regi\u00f5es\u201d, disse Rezende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso porque, de acordo com o artigo, ao comparar os dados de IMC de 2013 e de 2002, os autores perceberam que as regi\u00f5es Norte e Nordeste tiveram o maior aumento de IMC em compara\u00e7\u00e3o com outras regi\u00f5es. \u201cOs dados mostram que \u00e9 preciso tomar precau\u00e7\u00f5es em outros locais, al\u00e9m do Sul e Sudeste\u201d, alerta Rezende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pol\u00edticas p\u00fablicas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nNa avalia\u00e7\u00e3o do professor titular da FMUSP e orientador do estudo, Jos\u00e9 Eluf Neto, o interessante \u00e9 poder mensurar o impacto da rela\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer e obesidade para a sa\u00fade p\u00fablica e, com base nisso, planejar a\u00e7\u00f5es e investimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cHoje, se sabe que h\u00e1 uma raz\u00e3o biol\u00f3gica para haver essa rela\u00e7\u00e3o, com mecanismos moleculares ou metab\u00f3licos bem descritos. \u00c9 o caso da insulina. A obesidade causa resist\u00eancia \u00e0 insulina gerando inflama\u00e7\u00f5es e o aumento da prolifera\u00e7\u00e3o celular\u201d, esclarece Eluf Neto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alimentos ultraprocessados<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDe acordo com o artigo, as vendas de produtos ultraprocessados cresceram 103% em toda a Am\u00e9rica Latina entre os anos de 2000 e 2013, acompanhadas de um consequente aumento no IMC nos pa\u00edses da regi\u00e3o. Para os autores, reverter esse quadro exige pol\u00edticas p\u00fablicas como a regulamenta\u00e7\u00e3o de imposto, rotulagem nutricional e restri\u00e7\u00e3o de marketing de alimentos ultraprocessados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEsse crescimento de vendas na Am\u00e9rica Latina retrata uma estrat\u00e9gia da ind\u00fastria de alimentos, assim como foi, ou tem sido, a da ind\u00fastria de tabaco. Quando alguns pa\u00edses come\u00e7am a regular minimamente a venda e publicidade desses alimentos, eles partem para regi\u00f5es em que as leis ainda n\u00e3o foram estruturadas para promover a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o\u201d, analisa Rezende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo ele, o crescimento dos alimentos ultraprocessados no Brasil \u00e9 compar\u00e1vel ao que ocorreu com a ind\u00fastria de tabaco nos anos 1980. \u201cO tabagismo, hoje, \u00e9 um problema maior em pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda porque \u00e9 onde a ind\u00fastria de tabaco est\u00e1 focada. Fazer isso no Brasil em 2018 ficou mais complicado. Temos restri\u00e7\u00e3o de publicidade, \u00e9 proibido fumar em ambiente fechado. J\u00e1 no caso dos alimentos ultraprocessados, \u00e9 como se estiv\u00e9ssemos em 1980. Os produtos n\u00e3o s\u00e3o comercializados, rotulados e taxados de maneira adequada a garantir a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Outros fatores<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA equipe de pesquisadores est\u00e1 calculando tamb\u00e9m o peso de outros fatores, como sedentarismo, tabagismo, alimenta\u00e7\u00e3o e consumo de \u00e1lcool, na incid\u00eancia e mortalidade por c\u00e2ncer. Os dados desses outros fatores ainda n\u00e3o foram publicados, mas o objetivo final do trabalho \u00e9 compar\u00e1-los e estimar quantos casos de c\u00e2ncer seriam evit\u00e1veis no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cExistem fatores gen\u00e9ticos que aumentam o risco do desenvolvimento do c\u00e2ncer, mas isso n\u00e3o \u00e9 algo modific\u00e1vel e tamb\u00e9m eles n\u00e3o excluem os outros fatores que causam a doen\u00e7a. O tabagismo \u00e9 o principal fator de risco ou causa de c\u00e2ncer no Brasil, podemos adiantar essa an\u00e1lise, mas ele est\u00e1 caindo de forma importante, com preval\u00eancia em cerca de 15% da popula\u00e7\u00e3o. Com isso, outros fatores come\u00e7am a ganhar relev\u00e2ncia na forma\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. Os dados mostram que n\u00e3o d\u00e1 para cessar os esfor\u00e7os para reduzir o tabagismo, mas combater o sobrepeso e a obesidade tamb\u00e9m deve ser prioridade\u201d, avalia o pesquisador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Folha de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estima-se que pelo menos 15 mil casos de c\u00e2ncer por ano no Brasil, ou 3,8% do total, poderiam ser evitados com a redu\u00e7\u00e3o do excesso de peso e da obesidade. 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