{"id":45956,"date":"2018-05-04T10:05:54","date_gmt":"2018-05-04T13:05:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=45956"},"modified":"2018-05-04T10:05:54","modified_gmt":"2018-05-04T13:05:54","slug":"obesidade-eleva-risco-de-cancer-entenda-oito-processos-biologicos-que-explicam-relacao-com-a-doenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/obesidade-eleva-risco-de-cancer-entenda-oito-processos-biologicos-que-explicam-relacao-com-a-doenca\/","title":{"rendered":"Obesidade eleva risco de c\u00e2ncer: entenda oito processos biol\u00f3gicos que explicam rela\u00e7\u00e3o com a doen\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Obesidade eleva risco de c\u00e2ncer: entenda oito processos biol\u00f3gicos que explicam rela\u00e7\u00e3o com a doen\u00e7a<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um estudo recente publicado pela Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FMUSP) mostrou que o Brasil ter\u00e1 29 mil casos de c\u00e2ncer relacionados \u00e0 obesidade em 2025. O n\u00famero \u00e9 bem maior que os 15 mil casos registrados em 2012, \u00faltimo dado coletado sobre a rela\u00e7\u00e3o. Atualmente, os casos de c\u00e2ncer associados ao peso elevado respondem por 3,8% de todos os diagn\u00f3sticos oncol\u00f3gicos feitos no pa\u00eds; daqui a sete anos, ser\u00e3o 4,6%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A obesidade contribui para maior preval\u00eancia de c\u00e2ncer de mama, de endom\u00e9trio, de rim, de f\u00edgado, de pr\u00f3staga, de bexiga, de es\u00f4fago, e de c\u00e2ncer colorretal, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Especialistas ouvidos pelo G1 listaram oito processos biol\u00f3gicos ligados aos peso que s\u00e3o fatores que podem explicar a rela\u00e7\u00e3o entre obesidade e o c\u00e2ncer: inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica do corpo, desregula\u00e7\u00e3o da morte das c\u00e9lulas, aumento da secre\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias pr\u00f3-inflamat\u00f3rias, aumento de vasos sangu\u00edneos, excesso de gordura abdominal, mudan\u00e7a na microbiota instestinal, maior secre\u00e7\u00e3o de insulina, eleva\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de horm\u00f4nios sexuais. (leia abaixo o detalhamento de cada um desses t\u00f3picos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o determinante<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nApesar de forte, a rela\u00e7\u00e3o entre a obesidade e o c\u00e2ncer \u00e9 complexa, e nem sempre determinante. Pesquisadores observam que pessoas obesas tendem a apresentar alguns c\u00e2nceres com mais frequ\u00eancia. Esse fato qualifica a obesidade para ser um &#8220;fator que aumenta o risco&#8221;, mas n\u00e3o uma caracter\u00edstica determinante para que o c\u00e2ncer ocorra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo que os estudos sejam mais relacionais, a tend\u00eancia de ver a obesidade como uma caracter\u00edstica que contribui para a ocorr\u00eancia de tumores tem crescido. Os estudos mostram ainda que o peso elevado inclusive aumenta a chance de o c\u00e2ncer voltar. A OMS tamb\u00e9m j\u00e1 aponta a condi\u00e7\u00e3o como segundo maior fator de risco para o c\u00e2ncer, atr\u00e1s somente do tabagismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A tend\u00eancia tamb\u00e9m foi verificada por Leandro F\u00f3rnias Machado de Rezende, pesquisador do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo e autor da pesquisa sobre o tema no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;Enquanto o tabagismo como fator de risco para o c\u00e2ncer vem diminuindo, o peso da obesidade na incid\u00eancia da doen\u00e7a apresenta uma tend\u00eancia de crescimento.&#8221; &#8211; Leandro F\u00f3rnias Machado de Rezende<br \/>\nO pesquisador explica que em alguns c\u00e2nceres essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais forte, contribuindo para um aumento de risco que ultrapassa os 20%. &#8220;Calculamos o peso da obesidade no c\u00e2ncer de modo geral, mas tamb\u00e9m para alguns tumores espec\u00edficos. No caso do c\u00e2ncer de endom\u00e9trio, a obesidade eleva o risco de ter a doen\u00e7a em 28%&#8221;, diz Rezende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 nas pesquisas que a rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00e2ncer e obesidade est\u00e1 se consolidando. Consult\u00f3rios m\u00e9dicos tamb\u00e9m come\u00e7am a recomendar a perda de peso em alguns pacientes oncol\u00f3gicos, principalmente para evitar a possibilidade que o c\u00e2ncer volte, como relata a endocrinologista Claudia Cozer, \u200bcoordenadora do N\u00facleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas, em S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Alguns oncologistas encaminham pacientes sobreviventes do c\u00e2ncer para a perda de peso para diminuir a chance de recidiva.&#8221; Claudia Cozer<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;A gente n\u00e3o aborda esse fato no estudo especificamente, mas muitas outras pesquisas mostram que a obesidade piora o progn\u00f3stico do c\u00e2ncer&#8221;, diz Rezende, da USP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m Thiago Chulam, cirurgi\u00e3o oncol\u00f3gico e l\u00edder do Departamento de Medicina Preventiva do A.C.Camargo Cancer Center, diz que, dentre os pacientes obesos, h\u00e1 a recomenda\u00e7\u00e3o para a perda de peso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Isso \u00e9 amplamente orientado e recomendado no segmento de obesos e de pessoas com sobrepeso&#8221;, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A literatura cient\u00edfica mostra que a gen\u00e9tica tem um peso que varia de 5% a 10% no c\u00e2ncer; tendo em vista que a obesidade pode contribuir para quase 5% dos casos, trata-se de um n\u00famero elevado e importante.&#8221; &#8211; Thiago Chulam<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO especialista, no entanto, faz a ressalva de que a maioria dos estudos que ve\u00eam essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 observacional e que outros fatores contribuem para o aumento da incid\u00eancia da doen\u00e7a. &#8220;H\u00e1bitos de vida, a gen\u00e9tica, o sedentarismo, alimentos ultraprocessados e outros fatores tamb\u00e9m contribuem para maior incid\u00eancia. A obesidade \u00e9 um deles&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os fatores que podem explicar a rela\u00e7\u00e3o entre obesidade e o c\u00e2ncer<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDe modo geral, especialistas entrevistados pelo G1 apontam que a obesidade contribui para um estado de inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica no corpo. Diferente de uma inflama\u00e7\u00e3o de um ferimento, por exemplo, em que h\u00e1 um incha\u00e7o aparente, especialistas explicam que esse estado inflamat\u00f3rio deflagrado pela obesidade atua em n\u00edvel celular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica nas c\u00e9lulas durante a obesidade ocorre porque o sistema imune se prepara para conter o excesso de gordura. O problema, no entanto, \u00e9 que esse mecanismo do sistema imunol\u00f3gico tamb\u00e9m pode atacar c\u00e9lulas saud\u00e1veis, contribuindo para um crescimento celular desordenado; ou seja, o c\u00e2ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Ao contr\u00e1rio de uma inflama\u00e7\u00e3o quando voc\u00ea corta um dedo, por exemplo, essa inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica \u00e9 mais dif\u00edcil de controlar. A obesidade vai ficar sinalizando constantemente para o corpo que uma regula\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria e, a\u00ed, essa inflama\u00e7\u00e3o constante ocorre.&#8221; &#8211; Leandro F\u00f3rnias Machado de Rezende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m da inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica, os especialistas destacam outros processos biol\u00f3gicos que explicam a rela\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desrregula\u00e7\u00e3o da morte das c\u00e9lulas. Depois de algum tempo, as c\u00e9lulas se programam para morrer. O processo \u00e9 natural e conhecido como apoptose celular. Estudos mostram, no entanto, que a obesidade pode desregular esse processo &#8211; o que contribui para que c\u00e9lulas disfuncionais permane\u00e7am no organismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA obesidade contribui para a secre\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias pr\u00f3-inflamat\u00f3rias. Essas subst\u00e2ncias promovem o crescimento de c\u00e9lulas com perfil mais cancer\u00edgeno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nAumento de vasos sangu\u00edneos. A obesidade favorece o crescimento de vasos sangu\u00edneos, num processo conhecido como angiog\u00eanese. Os tumores acabam usando esses novos vasos sangu\u00edneos &#8220;para se alimentar&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nExcesso de gordura abdominal. Um dos fatores que contribuem para o c\u00e2ncer \u00e9 o excesso de gordura na regi\u00e3o abdominal. &#8220;\u00c9 como se a gordura nessa regi\u00e3o se transformasse em um \u00f3rg\u00e3o end\u00f3crino, capaz de produzir horm\u00f4nios&#8221;, diz Cl\u00e1udia Cozer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nMudan\u00e7a na microbiota instestinal. Estudos tamb\u00e9m mostram que a obesidade contribui para uma mudan\u00e7a no perfil das bact\u00e9rias que comp\u00f5em o trato intestinal, caracter\u00edstica que tamb\u00e9m favorece uma maior inflama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nMaior secre\u00e7\u00e3o de insulina. A insulina, horm\u00f4nio que contribui para que a glicose seja aproveitada pelas c\u00e9lulas, tamb\u00e9m est\u00e1 envolvida no processo de inflama\u00e7\u00e3o iniciado pela obesidade. &#8220;Muitas c\u00e9lulas t\u00eam receptores para a insulina. Quando ela est\u00e1 aumentada, pode favorecer a prolifera\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Rezende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nN\u00edveis elevados de horm\u00f4nios sexuais. A obesidade contribui para maior produ\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios sexuais e isso \u00e9 particularmente importante no aumento da produ\u00e7\u00e3o do estrog\u00eanio, um horm\u00f4nio feminino. Hoje, sabe-se que o estrog\u00eanio est\u00e1 associado a maior n\u00famero de casos de c\u00e2ncer de mama, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nApesar de todas essas evid\u00eancias, no entanto, e da ado\u00e7\u00e3o desses achados para direcionar a preven\u00e7\u00e3o e o progn\u00f3stico nos consult\u00f3rios, s\u00e3o poucos os brasileiros que conhecem a rela\u00e7\u00e3o entre as duas condi\u00e7\u00f5es. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Oncologia Cl\u00ednica divulgada o ano passado mostrou que uma em cada quatro pessoas desconhecia a rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e2ncer e sobrepeso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto h\u00e1 o desconhecimento, a obesidade como um fator de risco tamb\u00e9m est\u00e1 provocando uma mudan\u00e7a na maneira como o c\u00e2ncer se apresenta. Um estudo publicado em mar\u00e7o na revista &#8220;Obesity&#8221; mostrou que a condi\u00e7\u00e3o tem contribu\u00eddo para o aumento da preval\u00eancia do c\u00e2ncer em adultos jovens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obesidade eleva risco de c\u00e2ncer: entenda oito processos biol\u00f3gicos que explicam rela\u00e7\u00e3o com a doen\u00e7a Um estudo recente publicado pela Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FMUSP) mostrou que o Brasil ter\u00e1 29 mil casos de c\u00e2ncer relacionados \u00e0 obesidade em 2025. 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