{"id":46042,"date":"2018-05-09T10:23:00","date_gmt":"2018-05-09T13:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=46042"},"modified":"2018-05-09T10:23:00","modified_gmt":"2018-05-09T13:23:00","slug":"estreia-de-documentario-reabre-debate-sobre-o-parto-maes-e-especialistas-pedem-fim-da-violencia-obstetrica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/estreia-de-documentario-reabre-debate-sobre-o-parto-maes-e-especialistas-pedem-fim-da-violencia-obstetrica\/","title":{"rendered":"Estreia de document\u00e1rio reabre debate sobre o parto: m\u00e3es e especialistas pedem fim da viol\u00eancia obst\u00e9trica"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Procedimentos como &#8216;corte vaginal&#8217; j\u00e1 s\u00e3o considerados obsoletos: veja quatro pr\u00e1ticas que passam a ser usadas com mais prud\u00eancia pela medicina. Document\u00e1rio &#8216;O Renascimento do Parto 2&#8217; ser\u00e1 lan\u00e7ado na quinta-feira (10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Novas evid\u00eancias cient\u00edficas e demandas de movimentos de mulheres est\u00e3o contribuindo para uma mudan\u00e7a na forma como o nascimento est\u00e1 sendo visto: em vez de um procedimento cir\u00fargico com hora marcada, o parto toma o seu curso fisiol\u00f3gico natural, digno de celebra\u00e7\u00e3o. Nessa nova era do parto \u2013 na verdade, uma releitura de velhos tempos \u2013 a mulher \u00e9 protagonista e as interven\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, m\u00ednimas (desde que observadas todas as normas de seguran\u00e7a).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta quinta-feira (10), o tema volta ao debate com a estreia de &#8220;O Renascimento do Parto 2&#8221;, um document\u00e1rio independente que retoma os questionamentos lan\u00e7ados em 2013 na primeira vers\u00e3o do filme. Abaixo, o G1 mostra os avan\u00e7os do parto humanizado no Brasil, descreve o que o filme vai apresentar e detalha uma lista com 4 pr\u00e1ticas obst\u00e9tricas que j\u00e1 s\u00e3o consideradas obsoletas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A busca de um &#8220;renascimento do parto&#8221; \u00e9 uma narrativa que come\u00e7ou a se formar na \u00faltima d\u00e9cada, e \u00e9 muito positiva, segundo especialistas \u2013 embora n\u00e3o seja realidade para todas as mulheres, em todas as classes sociais e regi\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O n\u00famero de ces\u00e1reas continua nas alturas: no Brasil, mais da metade dos nascimentos ainda s\u00e3o cir\u00fargicos, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade. De acordo com as evid\u00eancias, a OMS considera que em torno de 10% a 15% dos partos t\u00eam indica\u00e7\u00e3o, de fato, para a ces\u00e1rea; nos demais casos, o parto normal deveria ser a primeira orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEmbora haja maior visibilidade para den\u00fancias de viol\u00eancias e de procedimentos considerados desnecess\u00e1rios em muitos casos \u2013 a opini\u00e3o de especialistas \u00e9 que h\u00e1 que se considerar os avan\u00e7os, mesmo que eles n\u00e3o sejam t\u00e3o promissores assim: entre 2014 e 2015, o n\u00famero de ces\u00e1reas teve uma queda t\u00edmida (1,5 percentual) pela primeira vez no Brasil desde 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPodemos falar de mudan\u00e7as muito positivas nos \u00faltimos anos e h\u00e1 uma maior consci\u00eancia de modo geral, inclusive de entidades m\u00e9dicas\u201d &#8211; Simone Diniz, m\u00e9dica e professora da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da Universidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;Os profissionais de sa\u00fade tamb\u00e9m come\u00e7aram a considerar que algumas pr\u00e1ticas podem ser entendidas como viol\u00eancia e est\u00e3o mudando sua postura&#8221;, diz Ana Cristina Duarte, obstetriz e coordenadora do Siaparto (Simp\u00f3sio Internacional de Assist\u00eancia ao Parto).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As especialistas citam duas diretrizes como sinalizadoras para um poss\u00edvel come\u00e7o dessa nova era do parto: as metas do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e de entidades m\u00e9dicas para a diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de ces\u00e1reas e as novas diretrizes da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade para o nascimento, lan\u00e7adas no in\u00edcio desse ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A OMS publicou um documento com o intituito de diminuir o uso desnecess\u00e1rio de interven\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas \u2013 entre eles, a ces\u00e1rea e o uso abusivo de oxitocina (veja mais detalhes abaixo). Ambos procedimentos &#8220;economizam&#8221; o tempo da equipe hospitalar, mas nem sempre indicam benef\u00edcios para mulheres e beb\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nNa \u00e9poca, Nohemba Simelela, diretora-geral assistente para fam\u00edlia, mulheres, crian\u00e7as e adolescentes da OMS, sinalizou esse novo direcionamento da entidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Queremos que as mulheres de\u00eam \u00e0 luz em um ambiente seguro (&#8230;) no entanto, a crescente \u2018medicaliza\u00e7\u00e3o\u2019 de processos normais de parto est\u00e3o minando a capacidade das mulheres de dar \u00e0 luz, e afetando negativamente sua experi\u00eancia de parto&#8221;, disse a representante da OMS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nNa esteira dessas novas narrativas sobre o parto, tamb\u00e9m o document\u00e1rio &#8220;O Renascimento do Parto&#8221;, de dire\u00e7\u00e3o de Eduardo Chauvet, tem sua segunda vers\u00e3o com estreia prevista para esta quinta-feira (10). Lan\u00e7ado com financiamento coletivo, o v\u00eddeo traz essa contradi\u00e7\u00e3o dos tempos em que novos discursos convivem com pr\u00e1ticas n\u00e3o t\u00e3o novas assim. Ao lado de experi\u00eancias positivas, mulheres lembram com dor e ressentimento de um momento que para elas deveria ter sido \u00fanico e feliz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em uma das primeiras cenas, uma das m\u00e3es tenta tocar o beb\u00ea \u2013 no que o respons\u00e1vel pelo procedimento, exclama: &#8220;Ishi, contaminou tudo&#8221;, diz. &#8220;Desculpa, eu n\u00e3o sabia&#8221;, diz a m\u00e3e, preocupada. Mais \u00e0 frente, a mesma tela \u00e9 povoada com cenas de m\u00e3es em suas casas, dando a luz em piscinas, pegando elas mesmas os beb\u00eas logo que nascem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Se as m\u00e3es n\u00e3o pudessem tocar seus beb\u00eas quando nascem, me pergunto como a humanidade teria chegado at\u00e9 aqui&#8221; &#8211; Simone Diniz<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;A gente tem que tirar da cabe\u00e7a que parto \u00e9 doen\u00e7a. A m\u00e3e tem bact\u00e9rias saud\u00e1veis que ajudam na constitui\u00e7\u00e3o da flora do beb\u00ea. N\u00e3o tem nada de contamina\u00e7\u00e3o a\u00ed&#8221; &#8211; Ana Cristina<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEnquanto o v\u00eddeo mostra esses dois extremos \u2013 e nem todos os partos podem ser como da duquesa Kate Middleton \u2013 o objetivo \u00e9 que, pelo menos, o Brasil v\u00e1 em dire\u00e7\u00e3o a algo entre os dois mundos para a maioria das mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um parto feito com respeito ao curso natural; em que a mulher encontre um leque de op\u00e7\u00f5es para lidar com suas dificuldades com base nas melhores evid\u00eancias cient\u00edficas. Essa \u00e9 uma meta considerada digna, apontam especialistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ideal seria que a mulher escolhesse ter o filho em casa se assim desejasse \u2013 como muitas indicadas no filme \u2013 mas para se colocar metas mais realistas diante do contexto brasileiro, especialistas indicam voltar par o b\u00e1sico: a melhora da assist\u00eancia e dos \u00edndices de parto normal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O parto domiciliar responde a menos de 0,1% dos partos e ainda n\u00e3o \u00e1 uma realidade vi\u00e1vel. Ainda temos muitas quest\u00f5es a serem resolvidas para o avan\u00e7o do parto normal. Na rede p\u00fablica, falta espa\u00e7o e pessoas treinadas; na rede privada, temos o problema dele n\u00e3o dar lucro&#8221; &#8211; Ana Cristina<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00e1ticas obsoletas e novas evid\u00eancias cient\u00edficas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEnquanto muito do avan\u00e7o da medicina contribuiu para uma menor mortalidade materna e maior sobreviv\u00eancia dos fetos, o entendimento agora \u00e9 que procedimentos demais e desnecess\u00e1rios podem incitar o contr\u00e1rio. &#8220;H\u00e1 uma sutileza a\u00ed que precisa ser alcan\u00e7ada. N\u00e3o se trata de eliminar a medicina, mas de considerar quando ela n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria&#8221;, diz Ana Cristina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m\u00e9dica Simone Diniz tamb\u00e9m aponta que a tend\u00eancia \u00e9 para um direcionamento em que m\u00e9dicos apenas observem o procedimento, com alguns direcionamentos pontuais. &#8220;A tend\u00eancia \u00e9 para uma interven\u00e7\u00e3o m\u00ednima, com grande admiss\u00e3o para acompanhantes e doulas&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Confira, abaixo, algumas pr\u00e1ticas consideradas desnecess\u00e1rias em muitos casos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 &#8211; Ces\u00e1rea para todas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA ces\u00e1rea nem sempre deve ser a op\u00e7\u00e3o em todos os nascimentos, de acordo com as novas diretrizes. H\u00e1 casos em que ela \u00e9 indicada, como quando a placenta bloqueia a passagem do beb\u00ea; ou na eclampsia (press\u00e3o alta adquirida durante a gesta\u00e7\u00e3o). Mas, na maior parte dos casos, as diretrizes atuais consideram que o parto normal deve ser a primeira indica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;H\u00e1 todo um conjunto de genes que s\u00e3o ligados e desligados na hora do parto. Isso ocorre para garantir a transi\u00e7\u00e3o do beb\u00ea para um novo estado fisiol\u00f3gico. Estudos apontam que esse processo \u00e9 mais efetivo durante o parto normal&#8221;, explica Simone Diniz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 &#8211; Episiotomia indiscriminada e &#8220;ponto do marido&#8221;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nAplicado de maneira rotineira, o corte vaginal para facilitar a sa\u00edda do beb\u00ea e supostamente proteger o assoalho p\u00e9lvico da mulher tamb\u00e9m ficou para tr\u00e1s em muitos casos. &#8220;Tem gente que considera que episiotomia nunca; de qualquer maneira, j\u00e1 \u00e9 uma pr\u00e1tica obsoleta&#8221;, diz Diniz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O procedimento sofreu fortes cr\u00edticas de movimentos de mulheres, que consideram a pr\u00e1tica abusiva e ligada a uma cren\u00e7a de que era preciso deixar a vagina mais estreita para n\u00e3o &#8220;diminuir o prazer do marido&#8221;. \u00c9 da\u00ed tamb\u00e9m que vem a express\u00e3o &#8220;ponto do marido&#8221;: um ponto a mais feito ap\u00f3s o corte para supostamente estreitar a vagina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Hoje, se sabe que o prazer est\u00e1 ligado a uma contra\u00e7\u00e3o e \u00e0 for\u00e7a do m\u00fasculos da vagina, e n\u00e3o a um ponto que \u00e9 dado a mais&#8221;, diz Ana Cristina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3 &#8211; Uso abusivo da oxitocina<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO horm\u00f4nio liberado durante o parto para promover contra\u00e7\u00f5es uterinas e facilitar a sa\u00edda do beb\u00ea tamb\u00e9m tem sido usado de forma abusiva em alguns casos. A subst\u00e2ncia pode deixar a m\u00e3e hiperestressada e descompensada emocionalmente. Dores tamb\u00e9m podem aumentar a ponto de ficar insuport\u00e1veis, diz Diniz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A oxitocina end\u00f3gena depende de privacidade, conforto e sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a, o que \u00e9 o que as pessoas menos encontram no hospital&#8221;, diz a m\u00e9dica. &#8220;Ent\u00e3o, muitas vezes, ela \u00e9 administrada de forma artificial, e o seu abuso est\u00e1 ligado \u00e0 falta de oxigena\u00e7\u00e3o fetal e hemorragia no p\u00f3s-parto&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m\u00e9dica aponta ainda que o uso abusivo do horm\u00f4nio durante o parto pode bloquear a produ\u00e7\u00e3o normal depois \u2013 o que atrapalharia a amamenta\u00e7\u00e3o, por exemplo. &#8220;\u00c9 uma droga de alerta, para ser usada com muita cautela&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4 &#8211; Dilata\u00e7\u00e3o de um cent\u00edmetro por hora<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA cren\u00e7a de que a mulher tinha que dilatar um cent\u00edmetro por hora para que tudo esteja correndo bem ficou para tr\u00e1s, apontam as especialistas. Segundo Simone Diniz, o par\u00e2metro que se usava para a rapidez da dilata\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem base cient\u00edfica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Temos a indica\u00e7\u00e3o de que o parto normal pode demorar muito mais do que imagin\u00e1vamos&#8221;, diz Diniz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Procedimentos como &#8216;corte vaginal&#8217; j\u00e1 s\u00e3o considerados obsoletos: veja quatro pr\u00e1ticas que passam a ser usadas com mais prud\u00eancia pela medicina. Document\u00e1rio &#8216;O Renascimento do Parto 2&#8217; ser\u00e1 lan\u00e7ado na quinta-feira (10). 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