{"id":46336,"date":"2018-05-22T09:30:01","date_gmt":"2018-05-22T12:30:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=46336"},"modified":"2018-05-22T09:30:01","modified_gmt":"2018-05-22T12:30:01","slug":"brasil-atende-23-da-demanda-para-transplantes-de-coracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/brasil-atende-23-da-demanda-para-transplantes-de-coracao\/","title":{"rendered":"Brasil atende 23% da demanda para transplantes de cora\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Brasil fez 380 cirurgias, mas precisava de outras 1,2 mil em 2017. N\u00famero baixo ainda s\u00f3 foi obtido com morte de homens jovens v\u00edtimas da &#8216;epidemia de viol\u00eancia&#8217; , segundo especialistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 50 anos, em 26 de maio de 1968, o primeiro transplante de cora\u00e7\u00e3o do pa\u00eds acontecia no Hospital das Cl\u00ednicas, em S\u00e3o Paulo. Apesar da evolu\u00e7\u00e3o nas pesquisas, hoje, apenas 23% da necessidade estimada no pa\u00eds \u00e9 suprida, de acordo com dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Transplantes de \u00d3rg\u00e3os (ABTO). Mesmo com boa parte dos doadores formada por v\u00edtimas da &#8220;epidemia de viol\u00eancia&#8221;, ainda faltam cora\u00e7\u00f5es e centros de excel\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trezentos e oitenta brasileiros doaram e receberam um cora\u00e7\u00e3o em 2017 &#8211; mesmo assim, a demanda estimada era de 1.638 cirurgias. Isso representa um d\u00e9ficit de 1.258 \u00f3rg\u00e3os. As estimativas s\u00e3o da ABTO. Procurado pelo G1, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade n\u00e3o deu balan\u00e7o dos transplantes e de sua participa\u00e7\u00e3o no custeio dos procedimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os transplantes foram realizados por 36 equipes m\u00e9dicas, mas n\u00e3o ocorreram em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O desafio \u00e9 o pa\u00eds ter mais doadores. Qual \u00e9 o problema do transplante do Brasil? Precisamos de mais centros e mais doadores&#8221;, disse Roberto Kalil, presidente do Conselho Diretor do Incor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Cirurgias nas capitais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nOnze das 27 capitais fizeram transplantes de cora\u00e7\u00e3o. Elas representam 87,3% de todas as cirurgias do tipo. O Instituto do Cora\u00e7\u00e3o (Incor), em S\u00e3o Paulo, fez a primeira cirurgia do tipo e atualmente ainda \u00e9 o centro que mais faz o procedimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;S\u00e3o cidades que t\u00eam hospitais com estrutura para fazer transplante e, provavelmente, capta\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os e tamb\u00e9m doadores. O ideal seria ter um Incor em cada regi\u00e3o do pa\u00eds&#8221; &#8211; Roberto Kalil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/77ZIWXmIlBBz5AIT6Gbq0clFfPI=\/0x0:1600x2378\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/G\/v\/2SsHO7SDWyhhYsrnD5HQ\/localizacao-dos-transplantes-de-coracao.png\" alt=\"Localiza\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o dos transplantes de cora\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o no Brasil (Foto: Alexandre Mauro\/G1)\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as 27 capitais, S\u00e3o Paulo \u00e9 a cidade que mais faz transplantes: 31% de todos os realizados no ano passado. Foram 118, sendo 69 no Incor. As regi\u00f5es Sudeste e Sul fazem a maioria das cirurgias. O Norte n\u00e3o fez nenhuma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;\u00c9 agravante, mas nem tanto. A popula\u00e7\u00e3o do Norte \u00e9 muito pequena e espalhada. Boa parte deles tem parentes no Sul e Sudeste, e acaba vindo se tratar. E isso n\u00e3o acontece s\u00f3 com transplante, acontece com c\u00e2ncer tamb\u00e9m, por exemplo&#8221;, disse Paulo P\u00eago.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">F\u00e1bio Jatene, vice-presidente do Conselho Diretor do Incor, \u00e9 o m\u00e9dico que mais fez transplantes de cora\u00e7\u00e3o no ano passado &#8211; foram 57. Ele acredita que, mesmo com essa centraliza\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, a maior quest\u00e3o ainda \u00e9 ter mais doadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O principal desafio \u00e9 a falta de doadores. Esse \u00e9 um fator limitante s\u00e9rio, n\u00e3o s\u00f3 pra gente, mas para o mundo inteiro&#8221; &#8211; F\u00e1bio Jatene<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Epidemia de viol\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO G1 analisou os dados de cada um dos 380 doadores e transplantados em 2017 \u2013 g\u00eanero, idade, localiza\u00e7\u00e3o (veja infogr\u00e1fico abaixo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se os doadores fossem representados de acordo com a maioria, eles seriam homens perto dos 26 anos. S\u00e3o mais jovens em compara\u00e7\u00e3o com os pa\u00edses da Europa e, de acordo com o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Transplantes de \u00d3rg\u00e3os (ABTO), Paulo P\u00eago, isso acontece devido \u00e0 uma &#8220;epidemia de viol\u00eancia&#8221; que atinge o Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA viol\u00eancia no Brasil \u00e9 muito alta. \u00c9 uma epidemia.\u201d &#8211; Paulo P\u00eago<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;Quem \u00e9 mais exposto \u00e0 viol\u00eancia \u00e9 o homem jovem. Por tudo, ele corre mais no tr\u00e2nsito, ele bebe mais, assalta mais&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seu livro &#8220;De Cora\u00e7\u00e3o a Cora\u00e7\u00e3o&#8221;, Marcelo Jatene, m\u00e9dico que atua na \u00e1rea desde 1989, fala do inc\u00f4modo do que \u00e9 chamado esse &#8216;paradoxo do transplante&#8217;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O que seria desse programa se houvesse um controle ideal de armas de fogo, um tr\u00e2nsito seguro, todos os pais cuidassem muito bem dos seus filhos?&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/wQ2oMJYzIoSDJi8cZVGvhGoDeH0=\/0x0:1600x4719\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/r\/0\/GWrurASreNHo7chMfy6w\/perfil-dos-doadores-e-receptores-de-coracao.png\" alt=\"Perfil dos doadores e receptores dos transplantes de cora\u00c3\u00a7\u00c3\u00a3o no Brasil (Foto: Alexandre Mauro\/G1)\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em pa\u00edses com \u00edndices menores de acidentes de tr\u00e2nsito e viol\u00eancia em geral, alternativas s\u00e3o apresentadas. De acordo com P\u00eago, a Alemanha tem boa parte de seus transplantes com cora\u00e7\u00f5es artificiais. \u00c9 um caminho para salvar vidas, independentemente das doa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eles [pa\u00edses europeus] t\u00eam menos \u00f3rg\u00e3os e mais dinheiro. Na \u00faltima d\u00e9cada, tem aumentado muito a implanta\u00e7\u00e3o de ventr\u00edculos artificiais. No Brasil, temos o contr\u00e1rio. N\u00f3s temos uma enorme dificuldade de aumentar o n\u00famero de cora\u00e7\u00f5es artificiais por uma quest\u00e3o financeira, porque \u00e9 muito mais caro, mas temos mais \u00f3rg\u00e3os&#8221;, disse P\u00eago.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Custo dos cora\u00e7\u00f5es artificiais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nNo Brasil, os especialistas avaliam que os transplantes artificiais t\u00eam um alto custo \u2013 o pre\u00e7o fica em m\u00e9dia R$ 600 mil. Alguns projetos nacionais, usados em pesquisas, podem ter um valor mais baixo. Por enquanto, o Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) n\u00e3o arca com as despesas, mas alguns planos de sa\u00fade pagam uma parte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Os cora\u00e7\u00f5es artificiais est\u00e3o sendo usados cada vez mais no mundo todo&#8221;, disse Jatene. &#8220;O problema \u00e9 que isso est\u00e1 acontecendo principalemte no primeiro mundo. Os modelos n\u00e3o s\u00e3o simples, nem baratos&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eu acho que, no Brasil, podemos aumentar um pouco a nossa utiliza\u00e7\u00e3o de cora\u00e7\u00f5es artificiais, mas a gente n\u00e3o vai conseguir claramente resolver todo o problema com isso&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Evolu\u00e7\u00e3o do tratamento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDesde o primeiro transplante da equipe de Euryclides de Jesus Zerbini, o procedimento evoluiu. Na \u00e9poca, uma das principais dificuldades era manter o paciente vivo devido \u00e0 rejei\u00e7\u00e3o ao \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na d\u00e9cada de 80, a ciclosporina, droga imunossupressora, foi aprovada e ocorreu uma forte alta no tempo de sobreviv\u00eancia dos transplantados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jatene explica que a evolu\u00e7\u00e3o das drogas p\u00f3s-cirurgia n\u00e3o parou. Novos rem\u00e9dios foram incorporados \u2013 provocam menos infec\u00e7\u00f5es e controlam melhor a rejei\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;\u00c9 um processo cont\u00ednuo. Hoje a gente j\u00e1 usa v\u00e1rias drogas mais eficientes que a ciclosporina. O problema \u00e9 que essas drogas, como todas as novas, s\u00e3o mais caras. Ficamos o tempo inteiro tentando fazer que isso se inviabilize&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o in\u00edcio de maio, o G1 entrou em contato com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade para falar sobre avan\u00e7os na \u00e1rea e entender as chances de subs\u00eddio pelo SUS. O \u00f3rg\u00e3o n\u00e3o conseguiu agendar uma entrevista sobre o assunto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/MU1QtCyW3VsCcgYUZz5mN4XoObs=\/0x0:1600x4546\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/w\/U\/0s39LbR2ywpqyIUWBr2Q\/veja-o-historico-de-transplantes-de-orgaos-no-brasil.png\" alt=\"Hist\u00c3\u00b3rico dos transplantes no Brasil (Foto: Alexandre Mauro\/G1)\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil fez 380 cirurgias, mas precisava de outras 1,2 mil em 2017. 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