{"id":46656,"date":"2018-06-07T09:43:07","date_gmt":"2018-06-07T12:43:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=46656"},"modified":"2018-06-07T09:43:07","modified_gmt":"2018-06-07T12:43:07","slug":"criancas-afetadas-pelo-zika-podem-desenvolver-esquizofrenia-ou-autismo-quando-adultas-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/criancas-afetadas-pelo-zika-podem-desenvolver-esquizofrenia-ou-autismo-quando-adultas-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Crian\u00e7as afetadas pelo zika podem desenvolver esquizofrenia ou autismo quando adultas, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Pesquisa brasileira tentou prever em cobaias como crian\u00e7as com zika devem estar na vida adulta: dist\u00farbios de comportamento s\u00e3o uma possibilidade mesmo dentre os n\u00e3o afetados pela microcefalia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Crian\u00e7as afetadas pelo zika no Brasil devem ter no m\u00e1ximo tr\u00eas anos hoje &#8212; considerando que a maioria das anomalias come\u00e7aram a ser identificadas em 2015. Dada \u00e0 urg\u00eancia do caso, foram muitos os estudos que focaram na primeira fase da infec\u00e7\u00e3o&#8230; mas o que vai acontecer com essas crian\u00e7as quando adultas? E com aquelas sem m\u00e1s-forma\u00e7\u00f5es t\u00e3o evidentes? Essas s\u00e3o perguntas que a ci\u00eancia tenta responder.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um estudo publicado nesta quarta-feira (6) no &#8220;Science Translational Medicine&#8221; \u00e9 uma das tentativas de responder a essas perguntas. A pesquisa foi feita s\u00f3 por cientistas brasileiros (Universidade Federal do Rio de Janeiro e de S\u00e3o Paulo) e tentou prever, de forma in\u00e9dita em cobaias, os efeitos a longo prazo do zika.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De modo geral, a pesquisa identificou que a infec\u00e7\u00e3o de fetos pelo v\u00edrus da zika pode trazer consequ\u00eancias neurol\u00f3gicas, dist\u00farbios de comportamento (esquizofrenia, autismo), de mem\u00f3ria e consequ\u00eancias motoras (em crian\u00e7as com microcefalia ou sem). Confira, abaixo na arte, as consequ\u00eancias do v\u00edrus ao longo da vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/77kgV-oaf86Km0Bb92yXTMGipx4=\/0x0:1600x2961\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/M\/a\/yFHbiiRzCAs7B7Sz9DyA\/consequencias-virus-zika.jpg\" alt=\"Cientistas come\u00c3\u00a7am a tentar prever as consequ\u00c3\u00aancias do v\u00c3\u00adrus da zika na fase adulta  (Foto: Oliveira Souza et al\/Juliane Monteiro\/Arte G1)\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cientistas tamb\u00e9m testaram que o infliximabe, j\u00e1 usado para o tratamento da artride reumatoide (doen\u00e7a que causa dores e deforma\u00e7\u00f5es), pode ser \u00fatil na fase aguda da infec\u00e7\u00e3o por zika, diminuindo o n\u00famero de convuls\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nOutro ponto frisado pelos pesquisadores \u00e9 que, em m\u00e9dia, s\u00f3 10% das crian\u00e7as infectadas pelo zika v\u00e3o desenvolver microcefalia: o restante n\u00e3o. A microcefalia, no entanto, n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica consequ\u00eancia do zika e os pesquisadores est\u00e3o verificando agora que h\u00e1 uma s\u00e9rie de crian\u00e7as que podem ter consequ\u00eancias do v\u00edrus no futuro (como as de comportamento).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;As infec\u00e7\u00f5es por zika, por n\u00e3o serem t\u00e3o sintom\u00e1ticas na gravidez, provavelmente foram subnotificadas&#8221;, diz Andrea da Poian, virologista, bioqu\u00edmica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;Isso tem algumas consequ\u00eancias, como o fato de que alguns fetos podem ter sido atingidos e n\u00e3o sabemos ainda como. Num mundo ideal, seria importante o acompanhamento de mais crian\u00e7as&#8221;, conclui Andrea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO estudo foi capaz de prever o que acontecer\u00e1 com crian\u00e7as por testes em cobaias: isso \u00e9 poss\u00edvel porque o ciclo de vida da cobaia \u00e9 mais curto: com isso, cientistas podem simular o que potencialmente acontecer\u00e1 com fetos infectados no Brasil em 2015, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O ciclo de vida do camundongo \u00e9 menor; e, por isso, conseguimos demonstrar os efeitos do zika a longo prazo&#8221;, diz Andrea da Poian.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nOutra parceira do estudo, a neurocientista J\u00falia Clarke, pesquisadora da Faculdade de Farm\u00e1cia da UFRJ, destaca que os camundongos foram acompanhados por 100 dias: basicamente, o ciclo de vida do animal. O v\u00edrus da zika tamb\u00e9m foi injetado logo ap\u00f3s o nascimento, o que corresponde ao terceiro trimestre de gesta\u00e7\u00e3o em humanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cientista explica que o v\u00edrus usado no camundongo foi isolado de um paciente de Recife em 2016. &#8220;Isso \u00e9 importante porque outros estudos utilizaram cepas africanas e asi\u00e1ticas&#8221;, diz Clarke.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro achado da pesquisa mostra que o v\u00edrus da zika fica presente no c\u00e9rebro das cobaias, mesmo na fase adulta. &#8220;H\u00e1 a impress\u00e3o de que voc\u00ea tem uma infec\u00e7\u00e3o ativa ap\u00f3s o nascimento, que depois \u00e9 resolvida, e vimos que n\u00e3o, o v\u00edrus permaneceu no c\u00e9rebro desses animais&#8221;, explica a especialista, indicando a possibilidade de um tratamento para neutralizar o zika, mesmo na fase adulta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros resultados da pesquisa incluem:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n1. Cientistas descobriram que crian\u00e7as afetadas pelo zika podem desenvolver quadro de epilepsia que diminuiu muito na fase adulta;<br \/>\n2. Algumas convuls\u00f5es podem voltar a depender do est\u00edmulo: traumas na cabe\u00e7a ou acidentes, por exemplo;<br \/>\n3. Pesquisadores observaram grande possibilidade de altera\u00e7\u00f5es comportamentais: h\u00e1 risco para o desenvolvimento de transtornos de ansiedade e condi\u00e7\u00f5es como autismo e esquizofrenia;<br \/>\n4. H\u00e1 problemas motores: crian\u00e7as podem ter dificuldade de segurar uma caneta, por exemplo, mesmo na fase adulta;<br \/>\n5. H\u00e1 a possibilidade do v\u00edrus zika estar presente no c\u00e9rebro de algumas crian\u00e7as quando elas atingirem a fase adulta, sem grande reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Como os cientistas chegaram \u00e0 conclus\u00e3o sobre desordens comportamentais?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA neurocientista J\u00falia Clarke explica que h\u00e1 v\u00e1rias maneiras de testar se uma condi\u00e7\u00e3o deflagra dist\u00farbios de sociabilidade em animais. Uma das maneiras \u00e9 colocar a cobaia afetada pelo v\u00edrus em um ambiente com duas portinhas: em uma delas, h\u00e1 um outro animal; na outra, n\u00e3o h\u00e1 ningu\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O animal com algum sintoma de sociabilidade vai entrar nas duas portas como se n\u00e3o tivesse ningu\u00e9m. J\u00e1 a cobaia sem essa condi\u00e7\u00e3o, vai cheirar, vai ter sinais de medo; enfim, vai agir como se algu\u00e9m estivesse l\u00e1&#8221; &#8211; J\u00falia Clarke.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a neurocientistas, outros estudos v\u00eam demonstrando a possibilidade de infec\u00e7\u00f5es ter um papel no desenvolvimento de dist\u00farbios de comportamento. Um deles foi publicado na revista &#8220;Science&#8221; em 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO artigo cita que, depois de 1964, durante uma pandemia de rub\u00e9ola, o \u00edndice de autismo e de esquizofrenia, que contabilizavam menos de 1% dos casos, aumentaram para 13% e 20%, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda, o estudo cient\u00edfico cita outros que fazem a mesma associa\u00e7\u00e3o entre infec\u00e7\u00f5es e diversas desordens psiqui\u00e1tricas: h\u00e1 aumento de casos de dist\u00farbios mentais ap\u00f3s pandemias de gripes, poliomielite, sarampo, cachumba, epis\u00f3dios de gripes e var\u00edola.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A rela\u00e7\u00e3o entre infec\u00e7\u00e3o e desordem de comportamento n\u00e3o \u00e9 simples, mas existe. Primeiro, no caso do zika, h\u00e1 uma prefer\u00eancia do v\u00edrus por neur\u00f4nios. Outro fator estudado \u00e9 a influ\u00eancia da inflama\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o no surgimento de condi\u00e7\u00f5es como autismo e esquizofrenia&#8221; &#8211; J\u00falia Clarke.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Medicamento diminuiu convuls\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nAl\u00e9m de identificar as consequ\u00eancias do v\u00edrus, cientistas tamb\u00e9m testaram que um medicamento j\u00e1 aprovado pela Anvisa (Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria) pode ajudar no tratamento dos efeitos do zika. &#8220;Observamos que a terapia diminuiu muito as convuls\u00f5es das cobaias na fase mais aguda&#8221;, explica J\u00falia Clarke.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cientistas utilizaram o infliximabe, uma droga j\u00e1 usada para o tratamento da artride reumatoide (condi\u00e7\u00e3o que provoca dores nas articula\u00e7\u00f5es e deformidades) e outras condi\u00e7\u00f5es. O medicamento age inibindo a a\u00e7\u00e3o da TNF alfa, uma prote\u00edna que fica aumentada ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o por zika.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pr\u00f3ximo passo da pesquisa \u00e9 verificar se o tratamento poder\u00e1 ser usado na fase adulta, como uma tentativa de diminuir os efeitos da inflama\u00e7\u00e3o no c\u00e9rebro. Primeiro, os novos testes ser\u00e3o feitos em cobaias. N\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o para testes em humanos por enquanto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;\u00c9 dif\u00edcil fazer pesquisa cl\u00ednica no Brasil [com humanos], e h\u00e1 uma demarca\u00e7\u00e3o grande entre ci\u00eancia b\u00e1sica e outros estudos, mas estamos dispostas a colaborar com outros grupos&#8221;, diz J\u00falia Clarke.<br \/>\nOs cientistas tamb\u00e9m planejam detalhar melhor desordens de comportamento a partir de novos testes em cobaias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa brasileira tentou prever em cobaias como crian\u00e7as com zika devem estar na vida adulta: dist\u00farbios de comportamento s\u00e3o uma possibilidade mesmo dentre os n\u00e3o afetados pela microcefalia. 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