{"id":46869,"date":"2018-06-18T09:24:25","date_gmt":"2018-06-18T12:24:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=46869"},"modified":"2018-06-18T09:24:25","modified_gmt":"2018-06-18T12:24:25","slug":"desafios-para-implementar-residencia-em-pediatria-de-tres-anos-devem-gerar-novo-forum-sobre-o-tema-afirma-presidente-da-sbp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/desafios-para-implementar-residencia-em-pediatria-de-tres-anos-devem-gerar-novo-forum-sobre-o-tema-afirma-presidente-da-sbp\/","title":{"rendered":"Desafios para implementar Resid\u00eancia em Pediatria de tr\u00eas anos devem gerar novo F\u00f3rum sobre o tema, afirma presidente da SBP"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A falta de cen\u00e1rios de pr\u00e1tica em psiquiatria, hebiatria e nas unidades b\u00e1sicas de sa\u00fade \u00e9 um desafio a ser superado na implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos do Programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica em Pediatria. Essa foi uma das conclus\u00f5es do F\u00f3rum de Pediatria CNRM\/CFM\/SBP, realizado na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Bras\u00edlia (CF), nos dias 14 e 15 de junho. No evento, que tinha como tema &#8220;O programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica com dura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas anos: uma realidade a ser constru\u00edda por todos&#8221;, representantes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) apresentaram o n\u00edvel de ades\u00e3o dos programas de resid\u00eancia nas cinco regi\u00f5es brasileiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao final do encontro, a presidente da SBP, Luciana Rodrigues Silva, se comprometeu a realizar novo F\u00f3rum em pouco tempo para a continuidade das discuss\u00f5es acerca dos tr\u00eas anos. &#8220;Reconhecemos que as dificuldades s\u00e3o muitas, mas estamos caminhando para super\u00e1-las. O bom \u00e9 que estamos nos unindo para encontrarmos as melhores solu\u00e7\u00f5es&#8221;, afirmou. Ela considerou a reuni\u00e3o realizada em Bras\u00edlia importante para consolida\u00e7\u00e3o desse processo e convidou todos os pediatras, professores e preceptores com interesse no tema a darem suas contribui\u00e7\u00f5es num esfor\u00e7o conjunto para a qualifica\u00e7\u00e3o dos especialistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O 2\u00ba secret\u00e1rio do CFM e secret\u00e1rio-geral da SBP, Sidnei Ferreira, elogiou a qualidade dos debates e colocou a autarquia \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para ajudar na implementa\u00e7\u00e3o da resid\u00eancia em tr\u00eas anos. &#8220;Estamos prontos para auxiliar a SBP com rela\u00e7\u00e3o aos interesses dos pediatras e da popula\u00e7\u00e3o brasileira&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RELATOS REGIONAIS<\/strong> \u2013 Para estimular a troca de experi\u00eancias, representantes de todas as regi\u00f5es e de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es apresentaram suas vis\u00f5es sobre o tema. Por exemplo, diretores do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), em Recife (PE), e do Hospital Pequeno Pr\u00edncipe, em Curitiba (PR), primeiras institui\u00e7\u00f5es a implementarem o programa de tr\u00eas anos, explicaram como foi feita a efetiva\u00e7\u00e3o do novo curr\u00edculo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No segundo dia do encontro, houve a apresenta\u00e7\u00e3o do tema \u201cA implanta\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos nas diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds\u201d. O levantamento sobre a regi\u00e3o Norte foi apresentado por Aurimery Gomes Chermont. &#8220;Se em outros estados a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil, na nossa regi\u00e3o \u00e9 mais complicado ainda\u201d, argumentou. Ap\u00f3s apresentar os n\u00fameros sobre a quantidade de resid\u00eancias, ela relatou que h\u00e1 falta de locais de pr\u00e1tica e de preceptores. &#8220;As dificuldades para a implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos s\u00e3o as mesmas para fazer funcionar os dois anos&#8221;, ponderou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A respons\u00e1vel por relatar como est\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o no Nordeste, Helita Regina Cardoso de Azevedo, disse que conversou com mais de 90% dos coordenadores das resid\u00eancias da regi\u00e3o e que a conclus\u00e3o \u00e9 que todos estavam se preparando para a implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos. &#8220;H\u00e1 dificuldade para o treinamento em gen\u00e9tica, sa\u00fade mental, servi\u00e7o de imagem e pr\u00e9-operat\u00f3rio&#8221;, relatou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A apresenta\u00e7\u00e3o sobre o Centro-Oeste foi realizada pela Alessandra Naghettini. Na regi\u00e3o, a Universidade de Bras\u00edlia (UnB), a Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG) e o Hospital das Cl\u00ednicas de Goi\u00e2nia aderiram aos tr\u00eas anos. &#8220;Segundo os coordenadores, as dificuldades s\u00e3o a inser\u00e7\u00e3o do aluno na rede b\u00e1sica, a falta de preceptores, acesso \u00e0 urg\u00eancia e emerg\u00eancia e aos servi\u00e7os de imagem&#8221;, enumerou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A situa\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o Sudeste ficou sob a responsabilidade de S\u00edlvio da Rocha Carvalho, que apresentou o resultado regionalizado de uma pesquisa feita entre os pediatras. &#8220;Para 82%, haver\u00e1 dificuldade na implanta\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos. Os principais gargalos est\u00e3o na gen\u00e9tica m\u00e9dica, na medicina do adolescente e na sa\u00fade mental. Ao contr\u00e1rio das demais regi\u00f5es do pa\u00eds, os pediatras do Sudeste n\u00e3o sentem falta de cen\u00e1rios de pr\u00e1tica no trauma&#8221;, pontuou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O respons\u00e1vel pela regi\u00e3o Sul, Paulo Nader, mostrou como est\u00e1 sendo a adequa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos em alguns programas de Resid\u00eancia M\u00e9dica no Rio Grande do Sul e Paran\u00e1. &#8220;Temos dificuldades para est\u00e1gios nas \u00e1reas de hebiatria e psiquiatria, mas o resultado tem sido positivo. Nossos residentes sentem que est\u00e3o aprendendo mais&#8221;, enfatizou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EXPERI\u00caNCIAS<\/strong> \u2013 O coordenador da resid\u00eancia em Pediatria do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Filgueira (IMIP), Eduardo Jorge da Fonseca Lima, apresentou o resultado de uma pesquisa realizada com os residentes que conclu\u00edram o treinamento recentemente. &#8220;A aprova\u00e7\u00e3o foi de mais de 90%. No geral, os formandos avaliaram que estavam mais seguros e capacitados para exercer a pediatria&#8221;, relatou. No IMIP, os residentes passam por avalia\u00e7\u00f5es ao final de cada etapa: o m\u00ednimo exigido \u00e9 5, mas a m\u00e9dia obtida tem sido 7 &#8220;que consideramos muito bom, levando em considera\u00e7\u00e3o o grau de dificuldade&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O chefe da pediatria do Hospital Pequeno Pr\u00edncipe, Victor Hor\u00e1cio de Souza Costa Jr, relatou que inicialmente a dire\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o n\u00e3o era favor\u00e1vel que ela funcionasse como um dos pilotos para a implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos. &#8220;Mas agora a aceita\u00e7\u00e3o \u00e9 total&#8221;, ressaltou. O primeiro desafio foi a falta de locais de pr\u00e1tica nas unidades b\u00e1sicas de sa\u00fade, superado ap\u00f3s a prefeitura aceitar pagar um adicional para os pediatras que aceitassem acompanhar um residente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A bonifica\u00e7\u00e3o municipal acabou, mas o Pequeno Pr\u00edncipe encontrou outra forma de incentivar o est\u00e1gio nessas unidades. Tamb\u00e9m foram encontradas solu\u00e7\u00f5es para que os residentes tivessem mais situa\u00e7\u00f5es de pr\u00e1tica para, por exemplo, realizar entuba\u00e7\u00f5es. &#8220;O resultado de todo esse esfor\u00e7o \u00e9 que pesquisa realizada entre os residentes demonstrou que eles est\u00e3o se sentindo mais seguros ao terminar o curso&#8221;, contou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Victor Costa Jr ponderou, no entanto, que todas as resid\u00eancias deveriam cumprir os tr\u00eas anos. &#8220;Apesar de reconhecerem que saem melhor formados, nossos residentes podem achar que est\u00e3o &#8216;perdendo&#8217; um ano. A realidade, no entanto, \u00e9 que somos um dos poucos pa\u00edses do mundo em que a resid\u00eancia em pediatria \u00e9 de apenas dois anos&#8221;, ponderou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IMPORT\u00c2NCIA<\/strong> \u2013 Representado pelo seu 1\u00ba vice-presidente, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, o CFM tem acompanhado esse debate. Para o diretor da entidade, a pediatria, al\u00e9m de uma especialidade considerada b\u00e1sica, ou seja, de grande abrang\u00eancia dos cuidados que presta \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, \u00e9 atualmente a segunda maior especialidade do Pa\u00eds, com 39.234 titulados, segundo o estudo Demografia M\u00e9dica Brasileira. &#8220;Por isso o debate sobre a forma\u00e7\u00e3o desses profissionais \u00e9 de suma import\u00e2ncia&#8221;, destacou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por sua vez, a secret\u00e1ria-executiva da Comiss\u00e3o Nacional de Resid\u00eancia M\u00e9dica (CNMR), Rosana Leite de Melo, destacou a norma basilar da medicina, a Lei n\u00ba 12.842\/13, e aquela que define a restrutura\u00e7\u00e3o integral do Programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica em Pediatria, a Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 1\/2016 da CNMR, para defender que &#8220;os t\u00edtulos devem ser dados \u00e0queles que estejam realmente capacitados para atender o povo brasileiro&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luciana Rodrigues Silva, refor\u00e7ou que o compromisso dos presentes com a forma\u00e7\u00e3o do futuro pediatra e disse que &#8220;todos devem apresentar suas aspira\u00e7\u00f5es para encontrarmos juntos as solu\u00e7\u00f5es&#8221;. Na oportunidade, ocorreram discuss\u00f5es sobre aspectos como quantidade e concentra\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos no Pa\u00eds; princ\u00edpios do C\u00f3digo de \u00c9tica M\u00e9dica (CEM) e prepara\u00e7\u00e3o \u00e9tica dos futuros titulados; novo Pedido de Credenciamento de Programa (PCP) para adapta\u00e7\u00e3o dos programas de resid\u00eancia m\u00e9dica; conhecimentos e compet\u00eancias; contextos adversos para a pr\u00e1tica do especialista (como subfinanciamento, agress\u00f5es, d\u00e9ficit de infraestrutura etc.); e a Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 1\/2016 da CNMR e a proposta de ajuste nesta diretriz por parte da SBP; entre outros t\u00f3picos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>FORMA\u00c7\u00c3O S\u00d3LIDA<\/strong> &#8211; Na mesa, o &#8220;O Pediatra que queremos formar&#8221;, SBP, CFM e CNRM apresentaram seus pontos de vista. Enquanto Jos\u00e9 Fernando Maia Vinagre (CFM) defendeu forma\u00e7\u00e3o \u00e9tica s\u00f3lida para os futuros titulados, Rosana Leite de Melo (CNRM) destacou que \u00e9 err\u00f4nea a percep\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 desinteresse da classe m\u00e9dica pela pediatria, o que \u00e9 comprovado, segundo ela, pela taxa de ocupa\u00e7\u00e3o de 82% dos programas da especialidade \u2013 al\u00e9m de esta ser a de maior prefer\u00eancia entre os m\u00e9dicos rec\u00e9m-formados em geral, segundo o estudo Demografia M\u00e9dica Brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por sua vez, Luciana Rodrigues Silva vez, destacou os desafios para a pr\u00e1tica profissional no atendimento \u00e0 popula\u00e7\u00e3o pedi\u00e1trica brasileira (que hoje soma mais de 64,5 milh\u00f5es de indiv\u00edduos de 0 a 19 anos): entre eles, problemas de infraestrutura no SUS e subfinanciamento, com impactos em importantes indicadores epidemiol\u00f3gicos como \u00f3bitos neonatal e infantil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ\u00eancia, Ana Cristina Ribeiro Z\u00f6llner (SBP), T\u00e2nia Denise Resener (SBP) e Susana Maciel Wuillaume (SBP) falaram, respectivamente, sobre a proposta da SBP de ajuste da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b0 1\/2016 da CNRM, sobre as expectativas das Comiss\u00f5es Estaduais de Resid\u00eancia M\u00e9dica (CEREMs) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 resid\u00eancia em tr\u00eas anos para a pediatria (j\u00e1 implantada em 21 programas e com indica\u00e7\u00e3o de ser implantada nos outros 272 at\u00e9 o in\u00edcio do ano letivo de 2019).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m foi abordada a vis\u00e3o dos preceptores sobre a nova dura\u00e7\u00e3o dos programas. De acordo com pesquisa da sociedade, apesar de 70,1% preverem dificuldades na implanta\u00e7\u00e3o, 79,6% acreditam que o novo modelo melhorar\u00e1 a forma\u00e7\u00e3o dos pediatras. Sidnei Ferreira, ressaltou que &#8220;o sistema de sa\u00fade est\u00e1 destro\u00e7ado&#8221; e fez cr\u00edticas \u00e0 aus\u00eancia de pediatras nos organogramas das unidades da rede de Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, que prejudica a popula\u00e7\u00e3o e \u00e9 fruto das pol\u00edticas estabelecidas para a \u00e1rea. Para ele, \u00e9 necess\u00e1ria a mobiliza\u00e7\u00e3o das entidades e pediatras para ajudar a superar esse cen\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Conselho Federal de Medicina (CFM)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A falta de cen\u00e1rios de pr\u00e1tica em psiquiatria, hebiatria e nas unidades b\u00e1sicas de sa\u00fade \u00e9 um desafio a ser superado na implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos do Programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica em Pediatria. 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