{"id":46930,"date":"2018-06-20T09:33:42","date_gmt":"2018-06-20T12:33:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=46930"},"modified":"2018-06-20T09:33:42","modified_gmt":"2018-06-20T12:33:42","slug":"desafios-para-implementar-residencia-em-pediatria-de-tres-anos-devem-gerar-novo-forum-afirma-presidente-da-sbp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/desafios-para-implementar-residencia-em-pediatria-de-tres-anos-devem-gerar-novo-forum-afirma-presidente-da-sbp\/","title":{"rendered":"Desafios para implementar Resid\u00eancia em Pediatria de tr\u00eas anos devem gerar novo F\u00f3rum, afirma presidente da SBP"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A falta de cen\u00e1rios de pr\u00e1tica em psiquiatria, hebiatria e nas unidades b\u00e1sicas de sa\u00fade \u00e9 um desafio a ser superado na implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos do Programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica em Pediatria. Essa foi uma das conclus\u00f5es do F\u00f3rum de Pediatria CNRM\/CFM\/SBP, realizado na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Bras\u00edlia (CF), nos dias 14 e 15 de junho. No evento, que tinha como tema \u201cO programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica com dura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas anos: uma realidade a ser constru\u00edda por todos\u201d, representantes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) apresentaram o n\u00edvel de ades\u00e3o dos programas de resid\u00eancia nas cinco regi\u00f5es brasileiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao final do encontro, a presidente da SBP, Luciana Rodrigues Silva, se comprometeu a realizar novo F\u00f3rum em pouco tempo para a continuidade das discuss\u00f5es acerca dos tr\u00eas anos. \u201cReconhecemos que as dificuldades s\u00e3o muitas, mas estamos caminhando para super\u00e1-las. O bom \u00e9 que estamos nos unindo para encontrarmos as melhores solu\u00e7\u00f5es\u201d, afirmou. Ela considerou a reuni\u00e3o realizada em Bras\u00edlia importante para consolida\u00e7\u00e3o desse processo e convidou todos os pediatras, professores e preceptores com interesse no tema a darem suas contribui\u00e7\u00f5es num esfor\u00e7o conjunto para a qualifica\u00e7\u00e3o dos especialistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O 2\u00ba secret\u00e1rio do CFM e secret\u00e1rio-geral da SBP, Sidnei Ferreira, elogiou a qualidade dos debates e colocou a autarquia \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para ajudar na implementa\u00e7\u00e3o da resid\u00eancia em tr\u00eas anos. \u201cEstamos prontos para auxiliar a SBP com rela\u00e7\u00e3o aos interesses dos pediatras e da popula\u00e7\u00e3o brasileira\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RELATOS REGIONAIS<\/strong> \u2013 Para estimular a troca de experi\u00eancias, representantes de todas as regi\u00f5es e de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es apresentaram suas vis\u00f5es sobre o tema. Por exemplo, diretores do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), em Recife (PE), e do Hospital Pequeno Pr\u00edncipe, em Curitiba (PR), primeiras institui\u00e7\u00f5es a implementarem o programa de tr\u00eas anos, explicaram como foi feita a efetiva\u00e7\u00e3o do novo curr\u00edculo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No segundo dia do encontro, houve a apresenta\u00e7\u00e3o do tema \u201cA implanta\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos nas diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds\u201d. O levantamento sobre a regi\u00e3o Norte foi apresentado por Aurimery Gomes Chermont. \u201cSe em outros estados a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil, na nossa regi\u00e3o \u00e9 mais complicado ainda\u201d, argumentou. Ap\u00f3s apresentar os n\u00fameros sobre a quantidade de resid\u00eancias, ela relatou que h\u00e1 falta de locais de pr\u00e1tica e de preceptores. \u201cAs dificuldades para a implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos s\u00e3o as mesmas para fazer funcionar os dois anos\u201d, ponderou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A respons\u00e1vel por relatar como est\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o no Nordeste, Helita Regina Cardoso de Azevedo, disse que conversou com mais de 90% dos coordenadores das resid\u00eancias da regi\u00e3o e que a conclus\u00e3o \u00e9 que todos estavam se preparando para a implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos. \u201cH\u00e1 dificuldade para o treinamento em gen\u00e9tica, sa\u00fade mental, servi\u00e7o de imagem e pr\u00e9-operat\u00f3rio\u201d, relatou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A apresenta\u00e7\u00e3o sobre o Centro-Oeste foi realizada pela Alessandra Naghettini. Na regi\u00e3o, a Universidade de Bras\u00edlia (UnB), a Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG) e o Hospital das Cl\u00ednicas de Goi\u00e2nia aderiram aos tr\u00eas anos. \u201cSegundo os coordenadores, as dificuldades s\u00e3o a inser\u00e7\u00e3o do aluno na rede b\u00e1sica, a falta de preceptores, acesso \u00e0 urg\u00eancia e emerg\u00eancia e aos servi\u00e7os de imagem\u201d, enumerou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A situa\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o Sudeste ficou sob a responsabilidade de S\u00edlvio da Rocha Carvalho, que apresentou o resultado regionalizado de uma pesquisa feita entre os pediatras. \u201cPara 82%, haver\u00e1 dificuldade na implanta\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos. Os principais gargalos est\u00e3o na gen\u00e9tica m\u00e9dica, na medicina do adolescente e na sa\u00fade mental. Ao contr\u00e1rio das demais regi\u00f5es do pa\u00eds, os pediatras do Sudeste n\u00e3o sentem falta de cen\u00e1rios de pr\u00e1tica no trauma\u201d, pontuou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O respons\u00e1vel pela regi\u00e3o Sul, Paulo Nader, mostrou como est\u00e1 sendo a adequa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos em alguns programas de Resid\u00eancia M\u00e9dica no Rio Grande do Sul e Paran\u00e1. \u201cTemos dificuldades para est\u00e1gios nas \u00e1reas de hebiatria e psiquiatria, mas o resultado tem sido positivo. Nossos residentes sentem que est\u00e3o aprendendo mais\u201d, enfatizou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EXPERI\u00caNCIAS<\/strong> \u2013 O coordenador da resid\u00eancia em Pediatria do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Filgueira (IMIP), Eduardo Jorge da Fonseca Lima, apresentou o resultado de uma pesquisa realizada com os residentes que conclu\u00edram o treinamento recentemente. \u201cA aprova\u00e7\u00e3o foi de mais de 90%. No geral, os formandos avaliaram que estavam mais seguros e capacitados para exercer a pediatria\u201d, relatou. No IMIP, os residentes passam por avalia\u00e7\u00f5es ao final de cada etapa: o m\u00ednimo exigido \u00e9 5, mas a m\u00e9dia obtida tem sido 7 \u201cque consideramos muito bom, levando em considera\u00e7\u00e3o o grau de dificuldade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O chefe da pediatria do Hospital Pequeno Pr\u00edncipe, Victor Hor\u00e1cio de Souza Costa Jr, relatou que inicialmente a dire\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o n\u00e3o era favor\u00e1vel que ela funcionasse como um dos pilotos para a implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos. \u201cMas agora a aceita\u00e7\u00e3o \u00e9 total\u201d, ressaltou. O primeiro desafio foi a falta de locais de pr\u00e1tica nas unidades b\u00e1sicas de sa\u00fade, superado ap\u00f3s a prefeitura aceitar pagar um adicional para os pediatras que aceitassem acompanhar um residente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A bonifica\u00e7\u00e3o municipal acabou, mas o Pequeno Pr\u00edncipe encontrou outra forma de incentivar o est\u00e1gio nessas unidades. Tamb\u00e9m foram encontradas solu\u00e7\u00f5es para que os residentes tivessem mais situa\u00e7\u00f5es de pr\u00e1tica para, por exemplo, realizar entuba\u00e7\u00f5es. \u201cO resultado de todo esse esfor\u00e7o \u00e9 que pesquisa realizada entre os residentes demonstrou que eles est\u00e3o se sentindo mais seguros ao terminar o curso\u201d, contou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Victor Costa Jr ponderou, no entanto, que todas as resid\u00eancias deveriam cumprir os tr\u00eas anos. \u201cApesar de reconhecerem que saem melhor formados, nossos residentes podem achar que est\u00e3o \u2018perdendo\u2019 um ano. A realidade, no entanto, \u00e9 que somos um dos poucos pa\u00edses do mundo em que a resid\u00eancia em pediatria \u00e9 de apenas dois anos\u201d, ponderou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>IMPORT\u00c2NCIA<\/strong> \u2013 Representado pelo seu 1\u00ba vice-presidente, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, o CFM tem acompanhado esse debate. Para o diretor da entidade, a pediatria, al\u00e9m de uma especialidade considerada b\u00e1sica, ou seja, de grande abrang\u00eancia dos cuidados que presta \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, \u00e9 atualmente a segunda maior especialidade do Pa\u00eds, com 39.234 titulados, segundo o estudo Demografia M\u00e9dica Brasileira. \u201cPor isso o debate sobre a forma\u00e7\u00e3o desses profissionais \u00e9 de suma import\u00e2ncia\u201d, destacou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por sua vez, a secret\u00e1ria-executiva da Comiss\u00e3o Nacional de Resid\u00eancia M\u00e9dica (CNMR), Rosana Leite de Melo, destacou a norma basilar da medicina, a Lei n\u00ba 12.842\/13, e aquela que define a restrutura\u00e7\u00e3o integral do Programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica em Pediatria, a Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 1\/2016 da CNMR, para defender que \u201cos t\u00edtulos devem ser dados \u00e0queles que estejam realmente capacitados para atender o povo brasileiro\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luciana Rodrigues Silva, refor\u00e7ou que o compromisso dos presentes com a forma\u00e7\u00e3o do futuro pediatra e disse que \u201ctodos devem apresentar suas aspira\u00e7\u00f5es para encontrarmos juntos as solu\u00e7\u00f5es\u201d. Na oportunidade, ocorreram discuss\u00f5es sobre aspectos como quantidade e concentra\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos no Pa\u00eds; princ\u00edpios do C\u00f3digo de \u00c9tica M\u00e9dica (CEM) e prepara\u00e7\u00e3o \u00e9tica dos futuros titulados; novo Pedido de Credenciamento de Programa (PCP) para adapta\u00e7\u00e3o dos programas de resid\u00eancia m\u00e9dica; conhecimentos e compet\u00eancias; contextos adversos para a pr\u00e1tica do especialista (como subfinanciamento, agress\u00f5es, d\u00e9ficit de infraestrutura etc.); e a Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 1\/2016 da CNMR e a proposta de ajuste nesta diretriz por parte da SBP; entre outros t\u00f3picos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>FORMA\u00c7\u00c3O S\u00d3LIDA<\/strong> \u2013 Na mesa, o \u201cO Pediatra que queremos formar\u201d, SBP, CFM e CNRM apresentaram seus pontos de vista. Enquanto Jos\u00e9 Fernando Maia Vinagre (CFM) defendeu forma\u00e7\u00e3o \u00e9tica s\u00f3lida para os futuros titulados, Rosana Leite de Melo (CNRM) destacou que \u00e9 err\u00f4nea a percep\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 desinteresse da classe m\u00e9dica pela pediatria, o que \u00e9 comprovado, segundo ela, pela taxa de ocupa\u00e7\u00e3o de 82% dos programas da especialidade \u2013 al\u00e9m de esta ser a de maior prefer\u00eancia entre os m\u00e9dicos rec\u00e9m-formados em geral, segundo o estudo Demografia M\u00e9dica Brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por sua vez, Luciana Rodrigues Silva vez, destacou os desafios para a pr\u00e1tica profissional no atendimento \u00e0 popula\u00e7\u00e3o pedi\u00e1trica brasileira (que hoje soma mais de 64,5 milh\u00f5es de indiv\u00edduos de 0 a 19 anos): entre eles, problemas de infraestrutura no SUS e subfinanciamento, com impactos em importantes indicadores epidemiol\u00f3gicos como \u00f3bitos neonatal e infantil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ\u00eancia, Ana Cristina Ribeiro Z\u00f6llner (SBP), T\u00e2nia Denise Resener (SBP) e Susana Maciel Wuillaume (SBP) falaram, respectivamente, sobre a proposta da SBP de ajuste da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b0 1\/2016 da CNRM, sobre as expectativas das Comiss\u00f5es Estaduais de Resid\u00eancia M\u00e9dica (CEREMs) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 resid\u00eancia em tr\u00eas anos para a pediatria (j\u00e1 implantada em 21 programas e com indica\u00e7\u00e3o de ser implantada nos outros 272 at\u00e9 o in\u00edcio do ano letivo de 2019).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m foi abordada a vis\u00e3o dos preceptores sobre a nova dura\u00e7\u00e3o dos programas. De acordo com pesquisa da sociedade, apesar de 70,1% preverem dificuldades na implanta\u00e7\u00e3o, 79,6% acreditam que o novo modelo melhorar\u00e1 a forma\u00e7\u00e3o dos pediatras. Sidnei Ferreira, ressaltou que \u201co sistema de sa\u00fade est\u00e1 destro\u00e7ado\u201d e fez cr\u00edticas \u00e0 aus\u00eancia de pediatras nos organogramas das unidades da rede de Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, que prejudica a popula\u00e7\u00e3o e \u00e9 fruto das pol\u00edticas estabelecidas para a \u00e1rea. Para ele, \u00e9 necess\u00e1ria a mobiliza\u00e7\u00e3o das entidades e pediatras para ajudar a superar esse cen\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Cremepe<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A falta de cen\u00e1rios de pr\u00e1tica em psiquiatria, hebiatria e nas unidades b\u00e1sicas de sa\u00fade \u00e9 um desafio a ser superado na implementa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas anos do Programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica em Pediatria. 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