{"id":50346,"date":"2018-12-12T09:41:12","date_gmt":"2018-12-12T12:41:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=50346"},"modified":"2018-12-12T09:41:12","modified_gmt":"2018-12-12T12:41:12","slug":"dentes-que-explodem-e-facas-no-estomago-7-dos-casos-mais-estranhos-da-historia-da-medicina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/dentes-que-explodem-e-facas-no-estomago-7-dos-casos-mais-estranhos-da-historia-da-medicina\/","title":{"rendered":"Dentes que explodem e facas no est\u00f4mago: 7 dos casos mais estranhos da hist\u00f3ria da medicina"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">De dentes que explodiram at\u00e9 exala\u00e7\u00f5es que pegaram fogo. O autor Thomas Morris faz um levantamento dos casos mais curiosos e estranhos registrados nos anais da medicina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria da medicina pode ser estranha e fascinante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ex-rep\u00f3rter da BBC Thomas Morris sabe bem disso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No seu livro O Mist\u00e9rio dos Dentes que Explodiam e Outras Curiosidades da Hist\u00f3ria da Medicina (Penguin, 2018, ainda sem publica\u00e7\u00e3o no Brasil), ele revela sete dos casos mais esquisitos dos registros da medicina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja um resumo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Os dentes que explodiam<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 200 anos, um cl\u00e9rigo da Pensilv\u00e2nia, nos Estados Unidos (identificado como &#8220;reverendo D.A.&#8221;), come\u00e7ou a sentir um dor de dentes insuport\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fora de si, fez de tudo para aliviar a dor: correu pelo jardim como um animal enfurecido, bateu a cabe\u00e7a no ch\u00e3o e mergulhou o rosto em \u00e1gua gelada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Infelizmente, todas essas tentativas foram em v\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na manh\u00e3 seguinte, o cl\u00e9rigo andava de um lado para outro do seu escrit\u00f3rio, segurando a mand\u00edbula, quando, de repente, &#8220;um estrondo agudo, como um disparo de pistola, rompeu seu dente em peda\u00e7os, aliviando na hora a dor&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estranhamente, a explos\u00e3o do dente do sacerdote foi o come\u00e7o de uma epidemia de dentes explosivos que eventualmente seria descrita numa revista especializada com o chamativo t\u00edtulo: &#8220;Explos\u00e3o de dentes com um informe em \u00e1udio&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A dor de dentes de uma mulher jovem terminou de forma espetacular quando seu molar estalou com tamanha viol\u00eancia que quase a derrubou, ensurdecendo-a por v\u00e1rias semanas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que pode ter causado essas explos\u00f5es dram\u00e1ticas? Os especialistas propuseram v\u00e1rias teorias, que iam de mudan\u00e7as bruscas de temperatura at\u00e9 os produtos qu\u00edmicos usados nos primeiros procedimentos de tratamento de c\u00e1ries.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nenhum desses argumentos, no entanto, foi particularmente convincente, e o mist\u00e9rio dos dentes que explodiam segue sem explica\u00e7\u00e3o at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. O marinheiro que engolia facas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1799, um marinheiro americano de 23 anos chamado John Cummings desembarcou para passar a noite com seus companheiros no porto franc\u00eas de Le Havre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ali, viram um m\u00e1gico que entretinha um grupo fingindo que engolia facas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nMais tarde, nessa mesma noite, Cummings, que estava muito b\u00eabado, se convenceu de que podia engolir facas &#8220;que nem o franc\u00eas&#8221;. Incentivado pelos amigos, o marinheiro botou sua faca na boca e a engoliu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando um espectador perguntou a ele quantas ele conseguiria botar na boca ao mesmo tempo, Cummings respondeu: &#8220;Todas as que est\u00e3o a bordo&#8221;, e botou para dentro outras tr\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi uma fa\u00e7anha impressionante, apesar de pouco inteligente. Cummings n\u00e3o tentou comer mais facas por alguns anos, mas numa festa em 1805 quis se exibir numa festa e repetiu sua atua\u00e7\u00e3o diante de outro grupo de marinheiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas n\u00e3o passou muito tempo at\u00e9 que ele come\u00e7asse a sofrer os efeitos negativos de sua dieta pouco ortodoxa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma terr\u00edvel dor abdominal tornou cada vez mais dif\u00edcil comer e ele come\u00e7ou a morrer de fome.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, faleceu em 1809 depois de uma longa doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seus m\u00e9dicos, que n\u00e3o tinham acreditado na hist\u00f3ria das facas, ficaram desconcertados quando dissecaram seu corpo e se chocaram ao descobrir os restos corro\u00eddos de mais de 30 facas dentro do seu est\u00f4mago e intestino. Uma dela perfurava seu c\u00f3lon.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. A cura da perna de pombo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os m\u00e9dicos do s\u00e9culo 19 usavam uma gama de rem\u00e9dios esquisitos, mas poucos eram t\u00e3o estranhos quanto um recomendado pelo m\u00e9dico alem\u00e3o Karl Friedrich Canstatt.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O eminente especialista em doen\u00e7as infantis dava a seguinte receita para tratar convuls\u00f5es de crian\u00e7as: &#8220;Se segurar a perna de um pombo contra o \u00e2nus da crian\u00e7a durante o ataque, o animal logo morre e o ataque para com a mesma rapidez&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi uma ideia exc\u00eantrica, e curiosamente o doutor Canstatt n\u00e3o foi o \u00fanico m\u00e9dico a acreditar nela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando o diretor do Hospital Infantil de S\u00e3o Petersburgo, JF Weisse, foi convocado para tratar de um menino que estava gravemente doente, numa noite de agosto de 1850, teve pouco sucesso com os medicamentos convencionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDesesperado, pediu aos pais que arrumassem uma pomba. &#8220;Depois que se aplicou a ave ao \u00e2nus do menino&#8221;, escreveu, &#8220;a pomba teve dificuldade de respirar, fechou os olhos algumas vezes, seus p\u00e9s se contra\u00edram em espasmos e finalmente a ave vomitou&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O menino se recuperou milagrosamente, mas n\u00e3o se pode dizer o mesmo sobre a pomba: depois de parar de comer, morreu algumas horas depois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando as not\u00edcias sobre &#8220;a cura da perna da pomba&#8221; chegaram \u00e0s revistas m\u00e9dicas de Londres, houve muitas risadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas Weisse ignorou as brincadeiras e disse que era necess\u00e1rio fazer mais pesquisas: &#8220;Os experimentos com outras aves s\u00e3o necess\u00e1rios&#8221;, escreveu, aparentemente falando s\u00e9rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4. O militar que removeu seu pr\u00f3prio c\u00e1lculo de bexiga<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O coronel Claude Martin era um soldado do s\u00e9culo 18 que passou grande parte da sua vida trabalhando para a Companha Brit\u00e2nica das \u00cdndias Orientais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de ter uma bem-sucedida carreira militar, trabalhou como cart\u00f3grafo, arquiteto e administrador. Tornou-se o europeu mais rico da \u00cdndia e tamb\u00e9m construiu (e botou no ar) o primeiro bal\u00e3o aerost\u00e1tico do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas o que \u00e9 menos conhecido sobre Martin \u00e9 que foi a primeira pessoa a realizar e a se submeter a um procedimento m\u00e9dico que mais tarde ficaria conhecido como litotr\u00edcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando sentiu os sintomas de um c\u00e1lculo na bexiga, em 1782, Martin decidiu n\u00e3o ir a um m\u00e9dico, pois achou que uma opera\u00e7\u00e3o seria muito dolorosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O franc\u00eas decidiu resolver ele mesmo a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Martin desenvolveu um instrumento especial feito com uma agulha de tecer e um cabo de osso de baleia. Ele inseriu esse instrumento na sua pr\u00f3pria uretra at\u00e9 atingir a bexiga e raspou as pedras pouco a pouco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O coronel repetiu esse horr\u00edvel procedimento at\u00e9 12 vezes por dia durante seis meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Surpreendentemente, funcionou: ao final desse per\u00edodo os sintomas tinham desaparecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nCinquenta anos depois, algo muito similar \u00e0 t\u00e9cnica de Martin se tornou um m\u00e9todo padr\u00e3o para o tratamento de c\u00e1lculos na bexiga, gra\u00e7as \u00e0 pesquisa pioneira de cirurgi\u00f5es de Paris, que aparentemente desconheciam o feito do coronel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Martin n\u00e3o s\u00f3 foi o primeiro a fazer o procedimento, que mais tarde ficou conhecido como litotr\u00edcia; tamb\u00e9m foi o primeiro paciente a se submeter a essa opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5. O conto do moleiro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia 15 de agosto de 1737, um jovem chamado Samuel Wood estava trabalhando num dos moinhos de vento da Ilha dos C\u00e3es, em Londres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Caminhando distra\u00eddo em busca de um saco de milho, n\u00e3o se deu conta de que tinha uma corda pendurada no seu corpo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao passar em frente a uma das grandes rodas de madeira, a corda ficou presa na engrenagem, e antes de saber o que estava acontecendo, Wood voou pelo ar e caiu no ch\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao se levantar, Wood n\u00e3o sentiu dor, s\u00f3 um formigamento no ombro direito. Olhou para cima e viu um objeto enganchado na roda: um bra\u00e7o amputado. Seu bra\u00e7o, deu-se conta, horrorizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mostrando uma compostura admir\u00e1vel, conseguiu caminhar at\u00e9 a casa mais pr\u00f3xima para pedir ajuda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perder uma extremidade n\u00e3o \u00e9 algo trivial. A les\u00e3o foi t\u00e3o dr\u00e1stica que os m\u00e9dicos que o trataram temiam um final tr\u00e1gico. Mas se surpreenderam ao ver que o bra\u00e7o havia sido arrancado de forma t\u00e3o limpa que o paciente n\u00e3o corria risco de morrer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Wood se recuperou em semanas e se tornou uma esp\u00e9cie de celebridade: os bares vendiam imagens do homem que havia sobrevivido ap\u00f3s um moinho de vento arrancar seu bra\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em novembro de 1737, tr\u00eas meses depois do acidente, Samuel foi levado a cientistas como uma curiosidade viva, com seu bra\u00e7o amputado agora conservado em \u00e1lcool, que tamb\u00e9m foi apresentado aos cientistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>6. Lesma no est\u00f4mago<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ver\u00e3o de 1859, uma menina londrina de 12 anos chamada Sarah Ann come\u00e7ou a se queixar de enjoos. Seus sintomas n\u00e3o eram graves e seus pais n\u00e3o se preocuparam at\u00e9 que uma tarde ela vomitou uma grande lesma de jardim, que foi descrita como &#8220;viva e muito ativa&#8221;. Sarah Ann logo vomitou mais sete lesmas, de v\u00e1rios tamanhos, todas vivas, e seus pais decidiram que era hora de lev\u00e1-la ao m\u00e9dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando perguntaram se ela tinha comido algo incomum, disse que gostava de comer alfaces do jardim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O m\u00e9dico concluiu que, sem saber, ela tinha ingerido uma fam\u00edlia de lesmas que haviam crescido dentro do seu est\u00f4mago.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m notou que Sarah Ann s\u00f3 tinha uma m\u00e3o, o que ele atribuiu ao fato de que sua m\u00e3e tinha &#8220;levado um susto de um porco-espinho durante a gravidez&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria das lesmas parecia inveross\u00edmil e alguns especialistas sugeriram que a menina estava fingindo: &#8220;Pode uma lesma viver num est\u00f4mago humano?&#8221;, perguntava um editorial da revista cient\u00edfica The Lancet.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">JC Dalton, um professor de fisiologia de Nova York, decidiu averiguar o caso. Fez uma s\u00e9rie de experimentos que envolviam banhar lesmas vivas em \u00e1cido estomacal para ver o que acontecia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todas as criaturas morreram em quest\u00e3o de minutos e foram digeridas horas depois. O professor concluiu que n\u00e3o, lesmas n\u00e3o podem viver num est\u00f4mago humano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, o que estava acontecendo? Parecia que sua doen\u00e7a era mais mental do que f\u00edsica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas o que quer que fosse, certamente n\u00e3o era uma fam\u00edlia de lesmas que vivia no seu est\u00f4mago.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>7. Um inc\u00f4modo ardente<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A halitose, tamb\u00e9m conhecida como mau h\u00e1lito, \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o inc\u00f4moda e constrangedora, mas raramente \u00e9 perigosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1886, um homem de Glasgow, cujo nome n\u00e3o \u00e9 conhecido, que vinha sofrendo de mau h\u00e1lito havia um m\u00eas, desenvolveu um novo sintoma preocupante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nAo acordar no meio da noite, acendeu um f\u00f3sforo para olhar seu rel\u00f3gio. Ao sopr\u00e1-lo, causou uma explos\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sua mulher acordou e o viu cuspindo fogo como um drag\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O m\u00e9dico dele nunca tinha ouvido falar daquilo. A princ\u00edpio, ningu\u00e9m sabia o que poderia ter causado esse efeito incomum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas logo outro m\u00e9dico escoc\u00eas, James McNaught, foi visitado por um paciente t\u00e3o afetado pela combust\u00e3o que teve de deixar de fumar por medo de botar fogo na casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O m\u00e9dico botou um tubo no est\u00f4mago do paciente e analisou o conte\u00fado. Descobriu que uma obstru\u00e7\u00e3o no intestino fazia o conte\u00fado do est\u00f4mago fermentar, produzindo grandes quantidades de metano inflam\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda que seja potencialmente perigoso, tamb\u00e9m tem seu lado engra\u00e7ado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na d\u00e9cada de 1930, um paciente tentou acender um cigarro enquanto jogava bridge, mas sentiu de repente necessidade de arrotar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como informou uma revista m\u00e9dica, &#8220;por estar em p\u00fablico tentou faz\u00ea-lo discretamente, pelo nariz. Deixou seus amigos chocados quando produziu duas chamas que sa\u00edam de suas narinas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que poderia ser mais discreto do que isso?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De dentes que explodiram at\u00e9 exala\u00e7\u00f5es que pegaram fogo. O autor Thomas Morris faz um levantamento dos casos mais curiosos e estranhos registrados nos anais da medicina. A hist\u00f3ria da medicina pode ser estranha e fascinante. O ex-rep\u00f3rter da BBC Thomas Morris sabe bem disso. 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