{"id":50532,"date":"2018-12-21T08:01:36","date_gmt":"2018-12-21T11:01:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=50532"},"modified":"2018-12-21T08:01:36","modified_gmt":"2018-12-21T11:01:36","slug":"nova-edicao-da-revista-bioetica-traz-artigos-sobre-questoes-que-permeiam-o-nascimento-a-vida-e-a-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/nova-edicao-da-revista-bioetica-traz-artigos-sobre-questoes-que-permeiam-o-nascimento-a-vida-e-a-morte\/","title":{"rendered":"Nova edi\u00e7\u00e3o da revista Bio\u00e9tica traz artigos sobre quest\u00f5es que permeiam o nascimento, a vida e a morte"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img src=\"http:\/\/portal.cfm.org.br\/images\/capa_26.4%20web.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A quarta edi\u00e7\u00e3o do volume 26 da Revista Bio\u00e9tica j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel para leitura on-line, trazendo como tema de seu editorial o novo C\u00f3digo de \u00c9tica M\u00e9dica (CEM), publicado em novembro desse ano sob a forma da Resolu\u00e7\u00e3o CFM n\u00ba 2.217\/2018.<\/p>\n<p>O texto faz uma retrospectiva hist\u00f3rica desde a concep\u00e7\u00e3o do documento at\u00e9 as iniciativas de revis\u00e3o capitaneadas pelo CFM. Os editores ressaltam o car\u00e1ter resolutivo do CEM, \u201cum c\u00f3digo de princ\u00edpios, direitos e deveres dos m\u00e9dicos, obrigatoriamente resolutivo (&#8230;) que t\u00eam for\u00e7a de lei para os m\u00e9dicos, protegendo a dignidade do paciente, bem como de todos que praticam a medicina\u201d. Refor\u00e7am, ainda, as conex\u00f5es do documento com a bio\u00e9tica, presente de forma marcante em muitos de seus artigos.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o traz ainda 15 artigos in\u00e9ditos sobre temas como nascimento, vida e morte. Sobre o nascimento, o artigo \u201cBio\u00e9tica e condi\u00e7\u00e3o humana: contribui\u00e7\u00f5es para pensar o nascimento\u201d traz contribui\u00e7\u00f5es de Hannah Arendt e Mar\u00eda Zambrano, duas pensadoras que se ocuparam da condi\u00e7\u00e3o humana, para a compreens\u00e3o existencial do que significa nascer. Tamb\u00e9m abordando o nascimento, sob a \u00f3tica do futuro da natureza humana, o texto \u201cDireitos fundamentais, democracia e o Projeto Genoma Humano: bio\u00e9tica e biopol\u00edtica\u201d discute a garantia da autonomia e liberdade de escolha dos padr\u00f5es f\u00edsico-biol\u00f3gicos das atuais e futuras gera\u00e7\u00f5es em sociedade na qual esses padr\u00f5es s\u00e3o historicamente reproduzidos por rela\u00e7\u00f5es de poder.<\/p>\n<p>Entre os temas que desafiam a vida humana cotidiana, abordados pelos autores, est\u00e3o a rela\u00e7\u00e3o enfermeiro-paciente; religiosidade e espiritualidade; e a qualidade de vida na tetraplegia.<\/p>\n<p>O artigo sobre a rela\u00e7\u00e3o enfermeiro-paciente aborda esse tema sob o vi\u00e9s dos processos de trabalho e como o conhecimento cient\u00edfico e as normas e rotinas hospitalares constituem-se instrumentos de exerc\u00edcio de poder capazes de sobrepujar a subjetividade do sujeito e \u201cestabelecer nessa rela\u00e7\u00e3o algum exerc\u00edcio de poder do profissional sobre o corpo do ser cuidado\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 o tema da religiosidade e espiritualidade (RE) foi tratado nos artigos \u201cCorrela\u00e7\u00e3o entre espiritualidade, religiosidade e qualidade de vida em adolescentes\u201d e \u201cReligiosidade e espiritualidade no tratamento hospitalar das adi\u00e7\u00f5es\u201d. O primeiro analisa como as concep\u00e7\u00f5es da RE afetam a qualidade de vida em adolescentes e o segundo discutiu o papel dessas abordagens (RE) em servi\u00e7os de reabilita\u00e7\u00e3o para transtornos relacionados ao uso de subst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>O artigo \u201cTecnologia assistiva e qualidade de vida na tetraplegia: abordagem bio\u00e9tica\u201d, por sua vez, aborda a grave vulnerabilidade decorrente da les\u00e3o medular e o acesso a recursos de tecnologia assistiva, como como softwares e hardwares capazes de \u201cpotencializar habilidades funcionais de pessoas com defici\u00eancia, incapacidade ou desvantagem\u201d.<\/p>\n<p>E a forma\u00e7\u00e3o m\u00e9dica n\u00e3o fica de fora do rol de temas. Enquanto o artigo \u201cO conhecimento de estudantes sobre direito de imagem do paciente\u201d reporta que grande parte dos estudantes desconhece legisla\u00e7\u00f5es espec\u00edficas sobre uso indevido de imagens, situa\u00e7\u00e3o capaz de trazer conflitos \u00e9ticos, o trabalho intitulado \u201cUso de document\u00e1rio na forma\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e reflex\u00e3o \u00e9tica sobre o aborto\u201d aborda como a arte cinematogr\u00e1fica vem se destacando como instrumento eficaz de ensino-aprendizagem das humanidades na gradua\u00e7\u00e3o de medicina.<\/p>\n<p>O tema da morte \u00e9 abordado no artigo \u201cAutonomia na doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os post mortem no Brasil\u201d, que defende uma atualiza\u00e7\u00e3o da Lei de Transplantes (Lei 9.434\/1997) que inclua no texto a preval\u00eancia da vontade do paciente doador, mesmo diante da recusa de seus familiares, j\u00e1 que atualmente, a resolu\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia se sobressai, mesmo havendo o desejo expresso do paciente pela decis\u00e3o de doar.<\/p>\n<p><strong>Conceitos<\/strong> \u2013 A quarta edi\u00e7\u00e3o do volume 26 da Revista Bio\u00e9tica traz ainda seis artigos com discuss\u00e3o de conceitos, metodologias e princ\u00edpios bio\u00e9ticos e cient\u00edficos: \u201cBio\u00e9tica: cr\u00edtica ao principialismo, Constitui\u00e7\u00e3o brasileira e princ\u00edpio da dignidade humana\u201d, \u201cContribui\u00e7\u00e3o da bio\u00e9tica de interven\u00e7\u00e3o \u00e0 releitura do conceito de princ\u00edpio\u201d, \u201cAn\u00e1lise textual da Declara\u00e7\u00e3o Universal sobre Bio\u00e9tica e Direitos Humanos\u201d, \u201cA interpreta\u00e7\u00e3o estat\u00edstica como produ\u00e7\u00e3o de verdades: reflex\u00f5es \u00e9ticas\u201d, \u201cDificuldades \u00e9ticas na realiza\u00e7\u00e3o da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade Bucal\u201d e \u201cPlanejamento e divulga\u00e7\u00e3o da pesquisa com animais como par\u00e2metro de integridade\u201d.<\/p>\n<p>Para ler a edi\u00e7\u00e3o, acesse: http:\/\/revistabioetica.cfm.org.br\/<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do CFM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A quarta edi\u00e7\u00e3o do volume 26 da Revista Bio\u00e9tica j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel para leitura on-line, trazendo como tema de seu editorial o novo C\u00f3digo de \u00c9tica M\u00e9dica (CEM), publicado em novembro desse ano sob a forma da Resolu\u00e7\u00e3o CFM n\u00ba 2.217\/2018. 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