{"id":50723,"date":"2019-01-22T14:54:56","date_gmt":"2019-01-22T17:54:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=50723"},"modified":"2019-01-22T14:54:56","modified_gmt":"2019-01-22T17:54:56","slug":"o-que-e-a-meningite-meningococica-doenca-que-volta-a-assombrar-apos-morte-suspeita-em-pernambuco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/o-que-e-a-meningite-meningococica-doenca-que-volta-a-assombrar-apos-morte-suspeita-em-pernambuco\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 a meningite meningoc\u00f3cica, doen\u00e7a que volta a assombrar ap\u00f3s morte suspeita em Pernambuco"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (MS) mostram que, em 2018, foram registradas 1.072 ocorr\u00eancias de doen\u00e7a meningoc\u00f3cica no Brasil e 218 mortes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia 6 de janeiro, um homem com aproximadamente 40 anos morreu com suspeita de meningite meningoc\u00f3cica. O caso aconteceu no Recife. O paciente, morador da zona rural de Gravat\u00e1, no agreste de Pernambuco, deu entrada no Hospital Municipal Doutor Paulo da Veiga Pessoa dois dias antes com febre alta, v\u00f4mito e rigidez na nuca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A equipe m\u00e9dica do local imediatamente o encaminhou para a unidade estadual hospitalar Correia Pican\u00e7o, refer\u00eancia no tratamento de doen\u00e7as infecto-contagiosas na regi\u00e3o, por\u00e9m, ele n\u00e3o resistiu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a prefeitura de Gravat\u00e1, profissionais, parentes e amigos que tiveram contato pr\u00f3ximo com a v\u00edtima realizaram exames e receberam tratamento de preven\u00e7\u00e3o. O fato agora est\u00e1 sendo investigado pela Secretaria Estadual de Sa\u00fade (SES) de Pernambuco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro caso suspeito havia sido registrado no Estado, dessa vez na cidade de Caruaru. Foi no dia 9 de janeiro, quando uma mulher de 42 anos, apresentando os mesmos sintomas, procurou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Por\u00e9m, como informa a SES, neste foi descartada a possibilidade de meningite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que \u00e9 meningite?<\/strong><br \/>\nA meningite \u00e9 um processo inflamat\u00f3rio das meninges, membranas que envolvem o c\u00e9rebro e a medula espinhal. Ela \u00e9 causada por diversos agentes infecciosos (bact\u00e9rias, v\u00edrus e fungos). A seguir, conhe\u00e7a melhor cada um dos tipos da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Meningite bacteriana<\/strong><br \/>\nTrata-se da forma mais grave da enfermidade, e s\u00e3o v\u00e1rias as bact\u00e9rias que podem provoc\u00e1-la, como Neisseria meningitidis (ou meningococo), Streptococcus pneumoniae (ou pneumococo), Haemophilus influenzae, Mycobacterium tuberculosis, Streptococcus sp. (especialmente os do Grupo B), Listeria monocytogenes, Escherichia coli e Treponema pallidum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante destacar que a incid\u00eancia de cada uma depende da faixa et\u00e1ria. O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade alerta que os rec\u00e9m-nascidos s\u00e3o atingidos por Streptococcus do grupo B, Streptococcus pneumoniae, Listeria monocytogenes e Escherichia coli; beb\u00eas e crian\u00e7as, Streptococcus pneumoniae, Neisseria meningitidis, Haemophilus influenzae e Streptococcus do grupo B; adolescentes e adultos jovens, Neisseria meningitidis e Streptococcus pneumoniae, e idosos, Streptococcus pneumoniae, Neisseria meningitidis, Haemophilus influenzae, Streptococcus do grupo B e Listeria monocytogene.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seus sintomas incluem febre alta, dor de cabe\u00e7a e rigidez do pesco\u00e7o ou da nuca. Tamb\u00e9m \u00e9 normal o paciente ter mal estar, n\u00e1usea, v\u00f4mito, fotofobia (aumento da sensibilidade \u00e0 luz) e confus\u00e3o mental. Conforme o quadro se desenvolve, acrescenta-se \u00e0 lista convuls\u00e3o, del\u00edrio, tremor e coma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDentre as meningites bacterianas mais preocupantes, pontua o infectologista Jean Gorinchteyn, do Instituto Emilio Ribas, de S\u00e3o Paulo, est\u00e3o a meningoc\u00f3cica, justamente a que est\u00e1 sob suspeita em Pernambuco, e a pneumoc\u00f3cica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira ocorre quando a bact\u00e9ria cai na corrente sangu\u00ednea e promove a libera\u00e7\u00e3o de fatores inflamat\u00f3rios. Isso faz os vasos dilatarem, tendo como consequ\u00eancias queda de press\u00e3o arterial e taquicardia, podendo levar a pessoa \u00e0 morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Ela \u00e9 bastante temida por conta da r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o, alta letalidade, possibilidade de deixar sequelas (cegueira, surdez e amputa\u00e7\u00e3o de membros s\u00e3o algumas) e potencial de surtos e epidemias&#8221;, diz o m\u00e9dico. Al\u00e9m dos sinais j\u00e1 descritos, \u00e9 normal causar manchas arroxeadas e dores pelo corpo, calafrio, diarreia, fadiga e m\u00e3os e p\u00e9s frios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso da pneumoc\u00f3cica, o agente causador \u00e9 transportado pelo sangue at\u00e9 ao c\u00e9rebro, onde gera uma forte rea\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria. Os sintomas s\u00e3o basicamente os mesmos das demais meningites, por\u00e9m, h\u00e1 risco de importantes consequ\u00eancias neurol\u00f3gicas, tais como dificuldades para andar e falar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A transmiss\u00e3o da meningite bacteriana se d\u00e1 de pessoa para pessoa por meio das vias respirat\u00f3rias, ou, seja, de got\u00edculas e secre\u00e7\u00f5es que saem do nariz e da garganta quando os infectados tossem ou espirram. Outras bact\u00e9rias, como Listeria monocytogenes e Escherichia coli, se espalham pelos alimentos contaminados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Meningite viral<\/strong><br \/>\nOs agentes causadores s\u00e3o Enterov\u00edrus n\u00e3o-p\u00f3lio (Coxsackie e Echov\u00edrus), v\u00edrus do grupo herpes (herpes simples, varicela-zoster, Epstein-Barr e citomegalov\u00edrus), arbov\u00edrus (dengue, zika, chykungunya, febre amarela e febre do Nilo Ocidental), v\u00edrus do sarampo e da caxumba e adenov\u00edrus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os sintomas s\u00e3o semelhantes aos da meningite bacteriana, s\u00f3 que mais brandos. Eles incluem febre, dor de cabe\u00e7a, rigidez no pesco\u00e7o ou na nuca, n\u00e1usea, v\u00f4mito, perda de apetite, irritabilidade, sonol\u00eancia ou dificuldade para acordar do sono, letargia (falta de energia) e fotofobia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este tipo tem v\u00e1rias formas de transmiss\u00e3o, a depender do v\u00edrus. Quando se trata do enterov\u00edrus, a contamina\u00e7\u00e3o \u00e9 fecal-oral \u2014 se d\u00e1 por meio do contato pr\u00f3ximo com uma pessoa doente, ao tocar objetos e superf\u00edcies que contenham o microorganismo e atrav\u00e9s de \u00e1gua ou alimentos crus infectados. Os arbov\u00edrus s\u00e3o transportados pela picada de mosquitos infectados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Meningite f\u00fangica<\/strong><br \/>\nCausam a doen\u00e7a os fungos Cryptococcus neoforman, Cryptococcus Gatti, Candida albicans, Candida tropicalis, Histoplasma capsulatum, Paracoccidioides brasiliensis e Aspergillus fumigatu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os sinais s\u00e3o basicamente os mesmos das demais: febre alta, dor de cabe\u00e7a intensa, rigidez no pesco\u00e7o\/nuca, n\u00e1usea, v\u00f4mito, confus\u00e3o mental e sensibilidade \u00e0 luz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta forma da patologia a transmiss\u00e3o ocorre por meio da inala\u00e7\u00e3o dos esporos (pequenos peda\u00e7os de fungos), que entram nos pulm\u00f5es e chegam at\u00e9 as meninges. Alguns fungos tamb\u00e9m encontram-se em solos ou ambientes contaminados com excrementos de p\u00e1ssaros, como pombos, e morcegos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Diagn\u00f3stico e tratamento<\/strong><br \/>\nO diagn\u00f3stico das meningites \u00e9 feito por meio de exames de sangue e l\u00edquido cerebroespinhal (l\u00edquor). S\u00e3o eles que determinar\u00e3o o tipo da doen\u00e7a e, com isso, a conduta que ser\u00e1 adotada pelos m\u00e9dicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso das bacterianas, o tratamento \u00e9 feito com antibi\u00f3ticos, associados ou n\u00e3o a cortic\u00f3ides, de 7 a 14 dias. A interna\u00e7\u00e3o normalmente \u00e9 necess\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas virais, dependendo do agente, \u00e9 preciso ministrar antivirais e cortic\u00f3ides por cerca de uma semana. Em geral, as pessoas s\u00e3o internadas e monitoradas quanto aos sinais de maior gravidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, nas meningites f\u00fangicas, a prescri\u00e7\u00e3o \u00e9 de antif\u00fangicos por 4 a 12 semanas, tamb\u00e9m escolhidos com base no microorganismo identificado no corpo do paciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Preven\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nDemetrius Montenegro, do Hospital Universit\u00e1rio Oswaldo Cruz (HUOC), da Universidade de Pernambuco (UPE), diz que para alguns dos agentes infecciosos causadores da meningite existem vacinas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Elas s\u00e3o oferecidas para crian\u00e7as e adolescentes o ano todo na rede p\u00fablica de sa\u00fade. Adultos que tenham alguma doen\u00e7a cr\u00f4nica, como diabetes e cardiopatias, ou estejam fazendo tratamento contra c\u00e2ncer tamb\u00e9m devem receb\u00ea-las&#8221;, indica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As dispon\u00edveis no calend\u00e1rio de vacina\u00e7\u00e3o do Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00e3o (PNI) s\u00e3o: meningoc\u00f3cica conjugada sorogrupo C, pneumoc\u00f3cica 10-valente (conjugada), pentavalente e BCG.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m desta prote\u00e7\u00e3o, o m\u00e9dico recomenda evitar passar muito tempo em ambientes fechados e cheios de pessoas; manter, sempre que poss\u00edvel, a casa e o local de trabalho bem ventilados, inclusive no inverno, e cuidar da higiene pessoal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Incid\u00eancia da meningite no Brasil<\/strong><br \/>\nDados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade mostram que, em 2018, at\u00e9 a semana epidemiol\u00f3gica 52 (23 a 29 de dezembro), foram registradas 1.072 ocorr\u00eancias de doen\u00e7a meningoc\u00f3cica no Brasil e 218 mortes. Em 2017, no mesmo per\u00edodo, foram 1.138 e 266, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 meningite pneumoc\u00f3cica, foram 1.030 ocorr\u00eancias e 321 mortes em 2017, e 934 e 282 em 2018. As por outras bact\u00e9rias somaram 2.687 notifica\u00e7\u00f5es e 339 \u00f3bitos em 2017, e 2.568 e 316 em 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso da viral, o governo registrou 7.924 casos e 107 mortes em 2017. No ano passado, foram 7.873 e 93. J\u00e1 as meningites por outras etiologias contabilizaram 796 ocorr\u00eancias e 169 \u00f3bitos em 2017, e 624 e 122 em 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por meio de nota, o MS informa que, no Brasil, &#8220;a meningite \u00e9 considerada uma doen\u00e7a end\u00eamica, deste modo, casos s\u00e3o esperados ao longo de todo o ano, com a ocorr\u00eancia de surtos e epidemias ocasionais&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E o \u00f3rg\u00e3o complementa destacando que a incid\u00eancia das bacterianas \u00e9 mais comum no outono-inverno, e das virais na primavera-ver\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (MS) mostram que, em 2018, foram registradas 1.072 ocorr\u00eancias de doen\u00e7a meningoc\u00f3cica no Brasil e 218 mortes. 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