{"id":51182,"date":"2019-02-18T09:56:03","date_gmt":"2019-02-18T12:56:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=51182"},"modified":"2019-02-18T09:56:03","modified_gmt":"2019-02-18T12:56:03","slug":"cerca-de-1-bilhao-de-pessoas-correm-risco-de-sofrer-perda-auditiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/cerca-de-1-bilhao-de-pessoas-correm-risco-de-sofrer-perda-auditiva\/","title":{"rendered":"Cerca de 1 bilh\u00e3o de pessoas correm risco de sofrer perda auditiva"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">OMS e a Uni\u00e3o Internacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es (UIT) publicaram um novo padr\u00e3o internacional para a fabrica\u00e7\u00e3o e o uso desses dispositivos para tentar mitigar os danos auditivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Proje\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) apontam que uma em cada dez pessoas ter\u00e3o perda auditiva incapacitante at\u00e9 2050. Hoje, mais de 5% da popula\u00e7\u00e3o do planeta t\u00eam defici\u00eancias na audi\u00e7\u00e3o, sendo 432 milh\u00f5es de adultos e 34 milh\u00f5es de crian\u00e7as. Outros 50% das pessoas entre 12 e 35 anos (1,1 bilh\u00e3o) correm o risco de sofrer perda auditiva devido \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o prolongada e excessiva a sons altos, incluindo por meio de dispositivos de \u00e1udio pessoais. Neste pacote est\u00e3o os celulares e MP3, que assumem risco multiplicado quando utilizados acoplados a fones de ouvido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante deste cen\u00e1rio, a OMS e a Uni\u00e3o Internacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es (UIT) publicaram um novo padr\u00e3o internacional para a fabrica\u00e7\u00e3o e o uso desses dispositivos \u2013 entre eles smartphones \u2013 com o objetivo de torn\u00e1-los mais seguros para quem os utiliza. O documento \u201c Audi\u00e7\u00e3o Segura: Dispositivos e Sistemas\u201d traz entre as recomenda\u00e7\u00f5es que sejam implantados softwares quem permitam informar o usu\u00e1rio sobre o n\u00edvel de som e a dura\u00e7\u00e3o do \u00e1udio para alertar em caso de perigo. &#8220;Por enquanto, s\u00f3 temos o nosso instinto&#8221; que nos diz se o volume est\u00e1 muito alto, explicou a m\u00e9dica da OMS, Shelly Chadha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;\u00c9 como se voc\u00ea dirigisse em uma rodovia, mas sem velocidade ou limite de velocidade em seu ve\u00edculo. O que propomos \u00e9 que os seus smartphones sejam equipados com um veloc\u00edmetro, um sistema de medi\u00e7\u00e3o para fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre a quantidade de som que est\u00e1 recebendo e dizendo se voc\u00ea exceder o limite&#8221;, concluiu a representante da OMS. Outra ideia da OMS \u00e9 dar op\u00e7\u00f5es de limite do volume, entre elas a redu\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica do som e controle parental (dos pais). O padr\u00e3o global sugerido pela OMS deve ser adotado voluntariamente pelos governos e fabricantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A fonoaudi\u00f3loga da Funda\u00e7\u00e3o Altino Ventura (FAV), Val\u00eancia Marinho, disse que a perda auditiva por indu\u00e7\u00e3o de ru\u00eddo \u00e9 o drama de quem exagera nos fones de ouvido ou excesso de telefone. O mal tem acometido cada vez mais as pessoas jovens, que passam praticamente o dia todo nessa exposi\u00e7\u00e3o. \u201cPara se usar com seguran\u00e7a esse tipo de fone de ouvido ele deve ser de no m\u00e1ximo por uma hora por dia. O volume s\u00f3 pode estar, no m\u00e1ximo, em 80% da capacidade do aparelho\u201d, indicou. A profissional explicou que o ru\u00eddo utilizado por mais de oito horas di\u00e1ria afeta o nervo auditivo de forma irrevers\u00edvel, levando a n\u00edveis de surdez. \u201c\u00c9 diferente de uma perda auditiva por uma inflama\u00e7\u00e3o ou por cera, casos em que h\u00e1 tratamento, um medicamento, ou cirurgia para voltara a ouvir\u201d, refor\u00e7ou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro sinal de alerta pode ser sutil, por isso \u00e9 bom ficar atento. \u201cEsse tipo de perda ( por indu\u00e7\u00e3o de ru\u00eddo) vai atingir, principalmente, as frequ\u00eancias mais altas. S\u00e3o aquelas mais agudas como a gente fala. \u00c9 um toque de companhia, de telefone\u201d, exemplificou. A fonoaudi\u00f3loga destacou que este tipo de surdez \u00e9 diferente daquela que sentimos ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o por algumas horas de um som muito alto, a exemplo do que vivemos em shows ou trios el\u00e9tricos. \u201cNeste caso o dano causado outro. Ele causa um trauma ac\u00fastico. Contudo, quando sai daquele ambiente, dorme, fica em sil\u00eancio, vai havendo uma acomoda\u00e7\u00e3o e a audi\u00e7\u00e3o volta\u201d, explicou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Folha de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>OMS e a Uni\u00e3o Internacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es (UIT) publicaram um novo padr\u00e3o internacional para a fabrica\u00e7\u00e3o e o uso desses dispositivos para tentar mitigar os danos auditivos. Proje\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) apontam que uma em cada dez pessoas ter\u00e3o perda auditiva incapacitante at\u00e9 2050. 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