{"id":53467,"date":"2019-06-14T11:00:59","date_gmt":"2019-06-14T14:00:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=53467"},"modified":"2019-06-14T11:00:59","modified_gmt":"2019-06-14T14:00:59","slug":"o-que-e-a-sindrome-do-jaleco-branco-e-como-ela-atrapalha-os-diagnosticos-medicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/o-que-e-a-sindrome-do-jaleco-branco-e-como-ela-atrapalha-os-diagnosticos-medicos\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 a &#8216;s\u00edndrome do jaleco branco&#8217; e como ela atrapalha os diagn\u00f3sticos m\u00e9dicos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O principal sintoma da s\u00edndrome, identificada pela primeira vez em 1980, \u00e9 a hipertens\u00e3o pontual, ou seja, os pacientes t\u00eam leituras de press\u00e3o alta em um ambiente m\u00e9dico, mas condi\u00e7\u00f5es normais fora do consult\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Basta agendar uma consulta e o paciente j\u00e1 entra em p\u00e2nico. Basta se sentar diante do m\u00e9dico para a press\u00e3o arterial subir. Basta imaginar os futuros exames para ficar nervoso, ansioso, suando frio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este tipo de rea\u00e7\u00e3o que algumas pessoas t\u00eam frente a m\u00e9dicos, enfermeiros, dentistas e outros profissionais de sa\u00fade tem nome: latrofobia ou iatrofobia &#8211; do grego &#8220;iatr\u00f3s&#8221;, que significa m\u00e9dico. Medo de m\u00e9dico, portanto. Ou, como \u00e9 mais conhecida, a &#8220;s\u00edndrome do jaleco branco&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com registros da Universidade da Calif\u00f3rnia, a s\u00edndrome foi identificada pela primeira vez no in\u00edcio dos anos 1980. Seu principal sintoma \u00e9 a hipertens\u00e3o pontual, ou seja, os pacientes t\u00eam leituras de press\u00e3o alta em um ambiente m\u00e9dico, mas condi\u00e7\u00f5es normais fora do consult\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 dif\u00edcil precisar quantas pessoas sofrem com esse problema ao redor do mundo, principalmente por conta da subnotifica\u00e7\u00e3o, mas o quadro \u00e9 mais comum do que parece. Estudo divulgado no \u00faltimo dia 10 pela Universidade da Pensilv\u00e2nia estima que uma em cada cinco pessoas tenha os sintomas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Seria muito importante identificarmos os pacientes que sofrem disso&#8221;, ressalta a m\u00e9dica Jordana B. Cohen, uma das pesquisadoras. &#8220;Fobias m\u00e9dicas, incluindo medo de hospitais, m\u00e9dicos, inje\u00e7\u00f5es ou doen\u00e7as, representam mais da metade das fobias dos pacientes que me procuram&#8221;, diz \u00e0 BBC News Brasil o psic\u00f3logo brit\u00e2nico Adam Michael Cox, cl\u00ednico especializado em tratamento de fobias, medos e ansiedades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n&#8220;Trata-se de uma fobia situacional, que envolve uma avalia\u00e7\u00e3o constante de n\u00e3o apenas quem s\u00e3o [os m\u00e9dicos], mas o que eles representam&#8221;, explica Cox. &#8220;Muitas pessoas se sentem insignificantes ou desamparadas quando lidam com figuras de autoridade. H\u00e1 um sentimento de que os m\u00e9dicos t\u00eam o poder da vida e da morte.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o psic\u00f3logo brasileiro Renato Belin Castellucci, especializado em experi\u00eancias de transcend\u00eancia, h\u00e1 v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es que podem fazer com que uma pessoa sinta essa fobia &#8211; e \u00e9 comum que o quadro, mesmo manifestado na vida adulta, tenha liga\u00e7\u00e3o com algum experi\u00eancia da inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A psicologia nos ajuda a entender que a jornada de cada ser humano \u00e9 muito \u00fanica e muito individualiza&#8221;, pondera ele, \u00e0 BBC News Brasil. &#8220;Isso, na pr\u00e1tica, significa que quando analisamos sintomas em pessoas diferentes, eles podem ter uma base emocional original muito diversa em cada uma delas.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo ele, um fator que pode desencadear a s\u00edndrome do jaleco branco \u00e9 a pessoa ter sofrido algum trauma em um atendimento m\u00e9dico. &#8220;Pode ser algo simples, como tomar inje\u00e7\u00e3o quando crian\u00e7a. E associar a experi\u00eancia com dor e medo.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa resposta inconsciente, segundo o especialista, acaba sendo carregada pela pessoa em sua mem\u00f3ria. E associada a elementos que comp\u00f5em esse ambiente: as figuras do m\u00e9dico e do enfermeiro, o mobili\u00e1rio de um posto de sa\u00fade, os corredores de um hospital, a maca do consult\u00f3rio. &#8220;Trata-se de uma associa\u00e7\u00e3o de est\u00edmulos. A pessoa acaba se condicionando e tendo uma resposta emocional autom\u00e1tica, em forma de taquicardia, por exemplo&#8221;, complementa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Castellucci ressalta que h\u00e1 outras possibilidades, contudo. &#8220;A mente humana tem mecanismos muito complexos. Muitas vezes a quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 exatamente com rela\u00e7\u00e3o a um trauma m\u00e9dico, mas pode ser o que sua figura representa no imagin\u00e1rio daquele contexto. Em nossa cultura, por exemplo, \u00e9 comum associar o m\u00e9dico a um status social hierarquicamente superior na sociedade&#8221;, exemplifica. &#8220;Algumas pessoas criam uma esp\u00e9cie de resist\u00eancia a esse tipo de hierarquia. Nesse caso, paciente transfere ao m\u00e9dico essa sensa\u00e7\u00e3o, a de que algo que ela quer evitar.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nH\u00e1 ainda o fato de que muitas pessoas t\u00eam avers\u00e3o a mudan\u00e7as. E, cientes de que um processo de cura e de tratamento configura orienta\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas para mudan\u00e7as de h\u00e1bitos, inconscientemente pode ser criada uma resist\u00eancia. &#8220;Por isso essa s\u00edndrome aparece com frequ\u00eancia em dependentes qu\u00edmicos. \u00c9 consequ\u00eancia, nesses casos, de um temor de que haja uma orienta\u00e7\u00e3o a largar o tipo de conduta&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, o psic\u00f3logo lembra que o meio cultural de cada um pode ser um fator desencadeador da s\u00edndrome. Seria, por exemplo, o caso de uma crian\u00e7a que, ainda sem compreender muito bem, vem a av\u00f3 sendo tratada de uma doen\u00e7a grave e, depois, morrendo em um ambiente hospitalar. &#8220;Essa experi\u00eancia, profundamente negativa, acaba inconscientemente associando o &#8216;ir ao m\u00e9dico&#8217; como algo negativo. Como se ir ao m\u00e9dico significasse risco de morrer&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Estudos<\/strong><br \/>\nEm um estudo conduzido pelo m\u00e9dico Stanley S. Franklin, especialista em doen\u00e7as cardiovasculares e professor da Universidade da Calif\u00f3rnia, nos Estados Unidos, constatou-se que a s\u00edndrome, quando n\u00e3o tratada, aumenta de forma mais contundente em pacientes mais velhos. A pesquisa constatou que a diferen\u00e7a entre as leituras de press\u00e3o em um ambiente hospitalar e fora dele vai se tornando maior quanto mais alta for a idade do paciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No trabalho, cujos resultados foram publicados em 2016, foram analisados 653 pacientes, todos eles com quadro de press\u00e3o alta. Eles foram acompanhados por 10 anos. Na conclus\u00e3o do estudo, uma recomenda\u00e7\u00e3o: que pacientes com quadro de hipertens\u00e3o, sobretudo os idosos e com maior risco de acidentes cardiovasculares, sejam examinados com maior frequ\u00eancia e em diferentes ambientes &#8211; para que o diagn\u00f3stico seja resultado de m\u00faltiplas aferi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O alerta \u00e9 corroborado por um estudo mais recente, desenvolvido pela Universidade da Pensilv\u00e2nia, nos Estados Unidos, e publicado no \u00faltimo dia 10 no peri\u00f3dico de pesquisas m\u00e9dicas Annals of Internal Medicine.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na pesquisa, os cientistas conclu\u00edram que aqueles que n\u00e3o tratam a s\u00edndrome t\u00eam duas vezes mais chances de morrer de doen\u00e7a card\u00edaca do que as pessoas com press\u00e3o arterial normal. Em n\u00fameros, a pesquisa indicou 36% mais chances de doen\u00e7a card\u00edaca, 33% a mais de risco de morte e 109% no risco de morte por doen\u00e7a card\u00edaca de pessoas com esse quadro &#8211; quando comparados a pacientes sem a s\u00edndrome.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao mesmo tempo, os pesquisadores conclu\u00edram o que j\u00e1 era esperado: que os pacientes com hipertens\u00e3o por causa da s\u00edndrome do jaleco branco costumam ser medicados com anti-hipertensivos desnecessariamente, justamente pelo diagn\u00f3stico equivocado. &#8220;Advertimos para que n\u00e3o sejam tratados excessivamente indiv\u00edduos assim. Pois [a medica\u00e7\u00e3o] poderia levar a press\u00f5es sangu\u00edneas perigosamente baixas fora do consult\u00f3rio e causar efeitos colaterais desnecess\u00e1rios&#8221;, pontua a m\u00e9dica Jordana B. Cohen, principal autora da pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Acreditamos que os indiv\u00edduos com hipertens\u00e3o apenas no consult\u00f3rio precisam ser monitorados de perto, para acompanhar se h\u00e1 uma transi\u00e7\u00e3o entre o quadro de hipertens\u00e3o de casa e do consult\u00f3rio&#8221;, afirma ela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 alternativas que podem ajudar no diagn\u00f3stico. Os m\u00e9dicos da Universidade da Pensilv\u00e2nia, por exemplo, sugerem equipamentos de monitora\u00e7\u00e3o domiciliar e mesmo dispositivos port\u00e1teis que registram leituras autom\u00e1ticas ao longo de 24 horas &#8211; podendo, assim, comparar as varia\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00e3o do ambiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nNo estudo, Cohen aponta que uma das causas para a dificuldade de tais protocolos \u00e9 que h\u00e1 ainda um ceticismo sobre a import\u00e2ncia da s\u00edndrome do jaleco branco. A m\u00e9dica analisou 27 estudos anteriores, compilando dados de 60 mil pacientes, para chegar a suas conclus\u00f5es. &#8220;Est\u00e1 clara a necessidade premente de aumentar o monitoramento da press\u00e3o arterial fora dos consult\u00f3rios. Isso \u00e9 fundamental para o diagn\u00f3stico da hipertens\u00e3o&#8221;, conclui a m\u00e9dica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em casa<\/strong><br \/>\nUma outra pesquisa, realizada pela Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e publicada em novembro, enfatizou que as medi\u00e7\u00f5es de press\u00e3o feitas em casas costumam ser mais confi\u00e1veis do que as realizadas em consult\u00f3rios ou outros ambientes hospitalares. &#8220;Diante das evid\u00eancias que se acumulam em favor do monitoramento da press\u00e3o arterial em casa, \u00e9 hora de atualizar como o tratamento da hipertens\u00e3o costuma ser acompanhado&#8221;, defende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Como as evid\u00eancias em favor da HBPM (monitoramento da press\u00e3o arterial em casa) continuam a se acumular, \u00e9 hora de atualizar como a qualidade do tratamento da hipertens\u00e3o \u00e9 avaliada e relatada&#8221;, defendem os pesquisadores Kevin Hwang e Eric Thomas, autores do estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eles constataram que de 10% a 50% dos pacientes diagnosticados como hipertensos pelo hospital da universidade tinham leituras de press\u00e3o dentro do normal, quando em ambiente mais confort\u00e1vel. Hwang e Thomas acreditam que dispositivos dom\u00e9sticos poderiam medir as press\u00f5es &#8211; e os dados seriam transmitidos pela internet para o m\u00e9dico de cada um.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O principal sintoma da s\u00edndrome, identificada pela primeira vez em 1980, \u00e9 a hipertens\u00e3o pontual, ou seja, os pacientes t\u00eam leituras de press\u00e3o alta em um ambiente m\u00e9dico, mas condi\u00e7\u00f5es normais fora do consult\u00f3rio. Basta agendar uma consulta e o paciente j\u00e1 entra em p\u00e2nico. 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