{"id":57185,"date":"2021-01-25T10:53:09","date_gmt":"2021-01-25T13:53:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=57185"},"modified":"2021-01-25T10:53:09","modified_gmt":"2021-01-25T13:53:09","slug":"62-veem-pandemia-fora-de-controle-e-cresce-intencao-de-se-vacinar-aponta-datafolha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/62-veem-pandemia-fora-de-controle-e-cresce-intencao-de-se-vacinar-aponta-datafolha\/","title":{"rendered":"62% veem pandemia fora de controle, e cresce inten\u00e7\u00e3o de se vacinar, aponta Datafolha"},"content":{"rendered":"<p><em>A inten\u00e7\u00e3o de tomar a vacina cresceu seis pontos percentuais desde a \u00faltima pesquisa, em dezembro.<\/em><\/p>\n<p>O n\u00famero de pessoas que pretendem se vacinar contra a Covid-19 no Brasil aumentou, ao mesmo tempo em que 62% da popula\u00e7\u00e3o afirma que a pandemia est\u00e1 fora de controle. \u00c9 o que mostra pesquisa Datafolha realizada em 20 e 21 de janeiro.<\/p>\n<p>Segundo o instituto, 33% dos entrevistados acham que a doen\u00e7a est\u00e1 em parte controlada, e s\u00f3 para 3% ela foi totalmente controlada.<br \/>\nFoi a primeira vez que a pergunta foi feita, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel estabelecer compara\u00e7\u00f5es com outros momentos. A margem de erro \u00e9 de dois pontos percentuais.<\/p>\n<p>Como contraponto a esse sentimento de desalento, cresce a esperan\u00e7a nos imunizantes como solu\u00e7\u00e3o para a crise.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o de tomar a vacina cresceu seis pontos percentuais desde a \u00faltima pesquisa, em dezembro. Agora, 79% dizem querer se imunizar, contra 73% no m\u00eas passado.<\/p>\n<p>O n\u00famero ainda \u00e9 inferior \u00e0 parcela de 89% da popula\u00e7\u00e3o que pretendia se vacinar contra o coronav\u00edrus em pesquisa feita em agosto.<\/p>\n<p>A rejei\u00e7\u00e3o \u00e0s vacinas caiu na mesma propor\u00e7\u00e3o, passando de 22% em dezembro para 17% agora \u2013n\u00famero ainda distante dos 9% que disseram n\u00e3o pretender tom\u00e1-la em agosto. O n\u00famero de pessoas que responderam n\u00e3o saber se v\u00e3o se vacinar oscilou de 5% para 4%.<\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada por telefone, para evitar contato pessoal com os entrevistados. Foram ouvidos adultos que possuem celular em todas as regi\u00f5es e estados do Brasil.<\/p>\n<p>Entre os entrevistados, h\u00e1 diferen\u00e7as na inten\u00e7\u00e3o de se vacinar nas diferentes faixas et\u00e1rias e de renda mensal.<\/p>\n<p>Os que mais querem ser imunizados s\u00e3o os que t\u00eam acima de 60 anos (88%) e os com renda de cinco a dez sal\u00e1rios m\u00ednimos (81%). Os jovens de 25 a 34 anos s\u00e3o os que menos pretendem se vacinar, com apoio de 74% dos entrevistados. A rejei\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 maior quanto menor a renda \u201318% n\u00e3o querem a vacina na faixa que recebe at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/p>\n<p>Para aqueles que avaliam o governo Bolsonaro como ruim ou p\u00e9ssimo, 88% dizem querer se vacinar. J\u00e1 entre os que o consideram \u00f3timo ou bom, esse \u00edndice cai para 68%.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do aumento da aceita\u00e7\u00e3o \u00e0s vacinas, a pesquisa apontou tamb\u00e9m o crescimento de pessoas que relatam ter medo de se infectar pelo coronav\u00edrus, de 73% para 77%.<\/p>\n<p>S\u00e3o 44% que dizem ter muito medo de se contaminar e 33% um pouco. O percentual no in\u00edcio da pandemia de pessoas com muito medo de contrair o coronav\u00edrus era de 38%.<\/p>\n<p>A parcela daqueles que responderam que nunca t\u00eam medo de contrair o v\u00edrus caiu de 24% para 16%.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros retornam aos patamares de junho do ano passado, auge da preocupa\u00e7\u00e3o com a pandemia, quando 78% diziam ter medo de se infectar pela Covid-19.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros s\u00e3o divulgados em um momento de alta de casos e de \u00f3bitos em todo o pa\u00eds. Na \u00faltima quarta-feira (20), o Brasil teve o maior n\u00famero de mortes por Covid-19 desde maio, com 1.382. Foram registrados, at\u00e9 a sexta-feira (22), 8,7 milh\u00f5es de casos e mais de 215 mil mortes.<\/p>\n<p>As duas vacinas aprovadas para uso emergencial at\u00e9 o momento pela Anvisa (Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria) s\u00e3o a Coronavac, desenvolvida pelo laborat\u00f3rio chin\u00eas Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, que a produzir\u00e1 no Brasil, e a da Universidade de Oxford\/AstraZeneca, que ser\u00e1 feita no pa\u00eds pela Fiocruz.<\/p>\n<p>A rejei\u00e7\u00e3o \u00e0 vacina de origem chinesa, primeira a ser aplicada, caiu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima pesquisa: antes, 50% dos entrevistados diziam que n\u00e3o tomariam um imunizante vindo do pa\u00eds asi\u00e1tico, e agora s\u00e3o 39%. Aumentou tamb\u00e9m a aceita\u00e7\u00e3o da Coronavac, passando de 47% em dezembro para 58% agora.<\/p>\n<p>Embora tenha sido alvo da disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de S\u00e3o Paulo Jo\u00e3o Doria (PSDB) pela vacina\u00e7\u00e3o contra a Covid-19, a confian\u00e7a na Coronavac n\u00e3o foi a \u00fanica que aumentou. Fen\u00f4meno parecido ocorreu com produtos de outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>As mais populares continuam sendo as vacinas produzidas nos Estados Unidos e no Reino Unido (respectivamente a da Pfizer e a da Oxford\/AstraZeneca), com 78% e 75% de aceita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas a vacina russa Sputnik V tamb\u00e9m teve mais pessoas dispostas a tom\u00e1-la nessa rodada do Datafolha, aumentando a aceita\u00e7\u00e3o de 60% para 66%.<\/p>\n<p>N\u00e3o houve, por\u00e9m, mudan\u00e7a quanto \u00e0queles que se posicionam favoravelmente (55%) ou contr\u00e1rios (44%) \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria, ficando dentro da margem de erro da pesquisa anterior.<\/p>\n<p>A pesquisa apontou ainda que o distanciamento social continua baixo. Apenas 7% dos entrevistados afirmaram estar totalmente isolados em casa, enquanto 53% dizem sair de casa para trabalhar e fazer outras atividades n\u00e3o essenciais.<\/p>\n<p>Embora este n\u00famero seja muito similar ao indicado na \u00faltima pesquisa, em dezembro, a mudan\u00e7a do comportamento das pessoas em rela\u00e7\u00e3o ao distanciamento \u00e9 clara em rela\u00e7\u00e3o a agosto, quando havia um empate entre o percentual de pessoas que afirmavam ir \u00e0 rua s\u00f3 quando inevit\u00e1vel (43%) e as que sa\u00edam de casa para trabalhar e outras atividades (44%).<\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca, o pa\u00eds vivia uma estabilidade, que foi seguida por uma breve desacelera\u00e7\u00e3o da pandemia, com a queda dos n\u00fameros de casos e \u00f3bitos registrada por quatro semanas, em setembro.<\/p>\n<p>No entanto, os n\u00fameros da Covid-19 voltaram a crescer no final do ano, impulsionados por eventos e aglomera\u00e7\u00f5es, como as festas de final de ano, apesar das recomenda\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias de especialistas. Com isso, foi necess\u00e1rio o aumento das restri\u00e7\u00f5es de mobilidade em diversos locais.<\/p>\n<p>Fonte: Folha de Pernambuco<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A inten\u00e7\u00e3o de tomar a vacina cresceu seis pontos percentuais desde a \u00faltima pesquisa, em dezembro. 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