{"id":57431,"date":"2021-02-01T10:52:16","date_gmt":"2021-02-01T13:52:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=57431"},"modified":"2021-02-01T10:52:16","modified_gmt":"2021-02-01T13:52:16","slug":"brasil-corre-risco-de-terceira-onda-de-covid-muito-pior-neste-ano-apontam-especialistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/brasil-corre-risco-de-terceira-onda-de-covid-muito-pior-neste-ano-apontam-especialistas\/","title":{"rendered":"Brasil corre risco de terceira onda de Covid &#8216;muito pior&#8217; neste ano, apontam especialistas"},"content":{"rendered":"<p><em>Situa\u00e7\u00e3o do Amazonas \u00e9 apontada por epidemiologistas como preditora do que poder\u00e1 acontecer em outras regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/em><\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o cansada de ficar em casa, restri\u00e7\u00f5es menos duras, aumento de casos de Covid-19 e mortes, hospitais novamente lotados, descoberta de uma variante mais transmiss\u00edvel do v\u00edrus em Manaus, no Amazonas, aus\u00eancia de uma coordena\u00e7\u00e3o nacional, dificuldades para vacina\u00e7\u00e3o em massa&#8230; Estes e outros fatores fazem especialistas em sa\u00fade p\u00fablica acreditarem que a pandemia no Brasil pode ter nos pr\u00f3ximos meses um cap\u00edtulo ainda mais tr\u00e1gico do que o observado em quase um ano desde que o novo coronav\u00edrus chegou ao Pa\u00eds, segundo especialistas ouvidos pela reportagem do portal R7.<\/p>\n<p>Um retrato disso j\u00e1 est\u00e1 evidenciado nos n\u00fameros oficiais do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. As tr\u00eas primeiras semanas de 2021 foram as piores em n\u00fameros de novos casos do no auge da chamada primeira onda, no meio do ano passado. Desde 21 de janeiro, o n\u00famero de casos ativos de Covid-19 no pa\u00eds est\u00e1 em um patamar de 900 mil, muito acima dos 690,6 mil observados na semana de 22 de julho, quando o Brasil registrava picos de casos em 2020.<\/p>\n<p>As previs\u00f5es para o ver\u00e3o brasileiro eram relativamente otimistas em setembro e outubro, explica Ethel Maciel, p\u00f3s-doutora em epidemiologia e professora do Departamento de Enfermagem da Ufes (Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo).<\/p>\n<p>&#8220;Pensamos que passar\u00edamos o ver\u00e3o com baixo n\u00famero de casos. O v\u00edrus est\u00e1 desafiando as nossas previs\u00f5es, \u00e9 algo preocupante. Pelas nossas previs\u00f5es, ter\u00edamos uma segunda onda l\u00e1 para abril e maio, j\u00e1 com a vacina\u00e7\u00e3o em andamento.&#8221; O m\u00e9dico e epidemiologista Eliseu Alves Waldman, professor da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da USP (Universidade de S\u00e3o Paulo) considera, inclusive, que o Brasil pode viver uma &#8220;terceira onda&#8221; sem que nem mesmo ter sa\u00eddo da anterior.<\/p>\n<p>&#8220;Saiu um artigo mostrando que o coronav\u00edrus est\u00e1 assumindo uma sazonalidade em todo o mundo, mostrando com dados e uma an\u00e1lise epidemiol\u00f3gica a respeito. Se isso ocorrer aqui no hemisf\u00e9rio sul, n\u00f3s, que estamos na vig\u00eancia de uma segunda onda sem que tiv\u00e9ssemos saindo da primeira, e possivelmente pelas dificuldades de uma vacina\u00e7\u00e3o em massa, continuaremos em um patamar elevado. Quando chegar em abril e maio [outono na parte mais populosa do Pa\u00eds], isso n\u00e3o nos permite uma vis\u00e3o otimista.&#8221;<\/p>\n<p>Os meses de frio no Brasil s\u00e3o tradicionalmente marcados pelo aumento de doen\u00e7as causadas por v\u00edrus respirat\u00f3rios, como \u00e9 o caso da Covid-19. &#8220;O melhor preditor do comportamento futuro \u00e9 o comportamento passado \u2014 e voc\u00eas podem ver o passado. O futuro do Brasil \u00e9 o que est\u00e1 acontecendo aqui nos Estados Unidos e na Europa, os casos est\u00e3o subindo conforme est\u00e1 ficando mais frio. Eu acredito 100% que os casos v\u00e3o subir no Brasil quando esfriar, a menos que haja uma vacina&#8221;, disse ao R7 em novembro o pesquisador Adam Kaplin, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p><strong>Nova variante no Amazonas<\/strong><br \/>\nA descoberta por pesquisadores da Fiocruz (Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz) de uma nova variante do coronav\u00edrus mais transmiss\u00edvel e predominante na cidade de Manaus, no Amazonas, deve ser vista pelos especialistas como um sinal de alerta. A OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade), que colocou a muta\u00e7\u00e3o brasileira na lista de &#8220;preocupantes&#8221;, junto com a do Reino Unido e da \u00c1frica do Sul, informou na quarta-feira (27) que a cepa j\u00e1 foi detectada em oito pa\u00edses, incluindo Estados Unidos, It\u00e1lia, Alemanha e Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Se j\u00e1 est\u00e1 em oito pa\u00edses, \u00e9 poss\u00edvel que j\u00e1 esteja no pa\u00eds todo&#8221;, acrescenta Waldman. O ex-ministro da Sa\u00fade Luiz Henrique Mandetta tamb\u00e9m demonstrou preocupa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 variante e \u00e0 forma como o governo federal tem administrado a situa\u00e7\u00e3o do Amazonas. &#8220;O mundo inteiro est\u00e1 fechando os voos para o Brasil, e o Brasil est\u00e1, n\u00e3o s\u00f3 aberto normalmente, como est\u00e1 retirando pacientes de Manaus, mandando para Goi\u00e1s, Bahia, outros lugares, sem fazer os bloqueios de biosseguran\u00e7a. Provavelmente, a gente vai plantar essa cepa em todos os territ\u00f3rios da federa\u00e7\u00e3o e daqui a 60 dias a gente pode ter uma megaepidemia&#8221;, afirmou em entrevista ao programa Manhattan Connection, da TV Cultura, na semana passada.<\/p>\n<p>A variante brasileira possui 12 muta\u00e7\u00f5es na prote\u00edna de superf\u00edcie do v\u00edrus, chamada de spike, que \u00e9 a parte que se conecta com receptores do sistema respirat\u00f3rio humano para entrar nas c\u00e9lulas. O virologista e pesquisador da Fiocruz Amazonas, Felipe Naveca, integrante da equipe que descobriu a variante, explica que essas muta\u00e7\u00f5es deram &#8220;vantagem&#8221; ao v\u00edrus. &#8220;Fazendo uma analogia simples: a nossa c\u00e9lula seria a porta, a fechadura seria o receptor [por onde o v\u00edrus entra no organismo]. O v\u00edrus conseguia abrir aquela porta, mas era uma chave que n\u00e3o era muito boa. Agora, a gente pode ter uma chave que consegue abrir com muito mais facilidade. Por isso chamam muito aten\u00e7\u00e3o essas muta\u00e7\u00f5es.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Medidas restritivas<\/strong><br \/>\nDiferente de mar\u00e7o do ano passado, quando o &#8220;fique em casa&#8221; foi compreendido pela maior parte da popula\u00e7\u00e3o, hoje, muita gente est\u00e1 cansada do isolamento. &#8220;Eu acho que a gente vai piorar muito antes que melhore. Entramos em uma situa\u00e7\u00e3o com este ambiente pol\u00edtico que foi criado que temos visto at\u00e9 dificuldade dos governadores de instituir medidas mais duras. Est\u00e1 dif\u00edcil conseguir convencer as pessoas&#8221;, observa a professora da Ufes.<\/p>\n<p>No Amazonas, quando o governador Wilson Lima (PSC) anunciou um lockdown ap\u00f3s o Natal, centenas de pessoas foram \u00e0s ruas para protestar contra o fechamento do com\u00e9rcio, e ele recuou da decis\u00e3o. Duas semanas depois, o sistema de sa\u00fade do estado entrou em colapso com pessoas morrendo por falta de oxig\u00eanio. O Amazonas foi, no ano passado, o primeiro estado a sentir com for\u00e7a o impacto da pandemia. Houve colapso hospitalar e funer\u00e1rio em Manaus.<\/p>\n<p>Em maio, no auge da primeira onda, o estado registrou uma m\u00e9dia de 78 mortes di\u00e1rias por Covid-19. Com a segunda onda, chegou a uma m\u00e9dia recorde de 105 \u00f3bitos em 21 de janeiro. Cerca de um m\u00eas e meio depois, a capital paulista atingiu 90% de ocupa\u00e7\u00e3o dos leitos de UTI destinados a pacientes com Covid-19. A doen\u00e7a se espalhou para as grandes cidades do interior algumas semanas depois. Ethel Maciel alerta que o Brasil tem registrado m\u00e9dias de 1.000 mortes por dia de forma &#8220;consistente&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;J\u00e1 est\u00e1 ultrapassando em alguns lugares o que a gente viu na primeira onda em n\u00famero de casos e \u00f3bitos \u2014 e com muito mais coisas abertas. Ou seja, n\u00e3o temos quase medida de restri\u00e7\u00e3o nenhuma com uma situa\u00e7\u00e3o muito pior.&#8221; Agora, explica Waldman, a pandemia atinge com mais for\u00e7a cidades pequenas de todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>A primeira onda, que n\u00e3o foi f\u00e1cil, pegou fundamentalmente as grandes capitais e, no m\u00e1ximo, uma parte das cidades m\u00e9dias, centros de regi\u00e3o, que bem ou mal t\u00eam condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas de enfrentamento. Agora, quando chega \u00e0s pequenas cidades, que \u00e9 o que est\u00e1 acontecendo, tende a ser dram\u00e1tico. O epidemiologista faz a ressalva de que n\u00e3o h\u00e1 alternativa al\u00e9m das medidas de redu\u00e7\u00e3o da mobilidade neste momento, principalmente em locais com pouca infraestrutura hospitalar.<\/p>\n<p>&#8220;O papel dos gestores \u00e9 sempre se preparar para o pior cen\u00e1rio. Se ele n\u00e3o se concretizar, \u00f3timo. Mas \u00e9 melhor nestes casos dram\u00e1ticos voc\u00ea errar pelo excesso, n\u00e3o pela falta. Prefeitos est\u00e3o se negando a tomar medidas mais dr\u00e1sticas, mas n\u00e3o t\u00eam tamb\u00e9m condi\u00e7\u00f5es de atender a popula\u00e7\u00e3o. Em Manaus, tem 600 pessoas esperando disponibilidade de leitos. Possivelmente v\u00e3o morrer em casa.&#8221; O governo de S\u00e3o Paulo endureceu desde 25 de janeiro as restri\u00e7\u00f5es para o funcionamento de estabelecimentos comerciais. Mas as taxas de isolamento continuam em torno de 40% nos dias de semana, muito abaixo do patamar considerado necess\u00e1rio para diminuir a velocidade de transmiss\u00e3o do v\u00edrus (acima de 55%).<\/p>\n<p><strong>Falta de vacinas<\/strong><br \/>\nOs dois epidemiologistas afirmam que \u00e9 dif\u00edcil estabelecer um cen\u00e1rio para os pr\u00f3ximos meses no Brasil diante de tantas variantes e concordam que tudo depender\u00e1 da velocidade como que o Brasil conseguir\u00e1 vacinar a popula\u00e7\u00e3o. &#8220;A nossa situa\u00e7\u00e3o vai depender muito da nossa vacina\u00e7\u00e3o, se a gente conseguir uma campanha robusta&#8221;, avalia Ethel. Mas o cen\u00e1rio das vacinas tamb\u00e9m n\u00e3o pode ser considerado otimista.<\/p>\n<p>Com apenas duas vacinas contra Covid-19 compradas at\u00e9 agora para uso no SUS (CoronaVac e Oxford), o Brasil enfrenta dificuldades na obten\u00e7\u00e3o de insumos para a produ\u00e7\u00e3o das duas pelo Instituto Butantan e Fiocruz, respectivamente. Atrasos no fornecimento da mat\u00e9ria-prima poderiam for\u00e7ar o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade a paralisar a campanha de vacina\u00e7\u00e3o iniciada em 18 de janeiro.<\/p>\n<p>Sem IFA (ingrediente farmac\u00eautico ativo) da AstraZeneca, a Fiocruz teve que adiar para mar\u00e7o a entrega das primeiras doses da vacina de Oxford, que ser\u00e3o produzidas na f\u00e1brica de Bio-Manguinhos, no Rio de Janeiro. A alternativa foi importar 2 milh\u00f5es de doses do Instituto Serum, da \u00cdndia, para serem somadas aos 10,8 milh\u00f5es de doses da CoronaVac j\u00e1 dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>Os grupos priorit\u00e1rios estabelecidos pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade re\u00fanem cerca de 77 milh\u00f5es de pessoas. Com duas doses, o pa\u00eds precisaria ter mais de 154 milh\u00f5es de vacinas dispon\u00edveis para cobrir as quatro etapas. Al\u00e9m disso, por ser uma descoberta relativamente nova, divulgada em 12 de janeiro, n\u00e3o se sabe nem mesmo se as vacinas que est\u00e3o previstas para uso na campanha de imuniza\u00e7\u00e3o contra covid-19 no pa\u00eds s\u00e3o eficazes contra a variante brasileira.<\/p>\n<p>Fonte: Folha de Pernambuco<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Situa\u00e7\u00e3o do Amazonas \u00e9 apontada por epidemiologistas como preditora do que poder\u00e1 acontecer em outras regi\u00f5es do pa\u00eds. Popula\u00e7\u00e3o cansada de ficar em casa, restri\u00e7\u00f5es menos duras, aumento de casos de Covid-19 e mortes, hospitais novamente lotados, descoberta de uma variante mais transmiss\u00edvel do v\u00edrus em Manaus, no Amazonas, aus\u00eancia de uma coordena\u00e7\u00e3o nacional, dificuldades [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[]},"categories":[9],"tags":[1420,1490,82],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57431"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57431"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57431\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":57432,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57431\/revisions\/57432"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57431"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57431"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57431"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}