{"id":57441,"date":"2021-02-01T10:56:36","date_gmt":"2021-02-01T13:56:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=57441"},"modified":"2021-02-01T10:56:36","modified_gmt":"2021-02-01T13:56:36","slug":"covid-19-analise-sanguinea-revela-possiveis-marcadores-de-gravidade-e-alvos-terapeuticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/covid-19-analise-sanguinea-revela-possiveis-marcadores-de-gravidade-e-alvos-terapeuticos\/","title":{"rendered":"Covid-19: an\u00e1lise sangu\u00ednea revela poss\u00edveis marcadores de gravidade e alvos terap\u00eauticos"},"content":{"rendered":"<p><em>Foram identificadas prote\u00ednas presentes no plasma sangu\u00edneo de pacientes hospitalizados por Covid-19.<\/em><\/p>\n<p>Pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) identificaram sete prote\u00ednas presentes no plasma sangu\u00edneo de pacientes hospitalizados por Covid-19 que podem servir como indicadores de gravidade e at\u00e9 indicar alvos terap\u00eauticos. S\u00e3o mol\u00e9culas associadas a resposta imunol\u00f3gica, prote\u00e7\u00e3o do pulm\u00e3o, complica\u00e7\u00f5es vasculares e descontrole inflamat\u00f3rio (tempestade de citocinas), comuns em alguns pacientes com Covid-19. A a\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas e seus efeitos no agravamento da doen\u00e7a ser\u00e3o agora estudados com maior profundidade pelo grupo.<\/p>\n<p>\u201cAltera\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis de prote\u00ednas do plasma sangu\u00edneo s\u00e3o bons indicadores de como ocorre o desenvolvimento das doen\u00e7as, inclusive infec\u00e7\u00f5es virais. Com a an\u00e1lise das varia\u00e7\u00f5es da express\u00e3o proteica [prote\u00f4mica] de pacientes hospitalizados, selecionamos sete mol\u00e9culas que nos pareceram mais interessantes para serem investigadas dada a fisiopatologia da Covid-19\u201d, diz Mar\u00edlia Rabelo Buzalaf , pesquisadora do Departamento de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB-USP).<\/p>\n<p>O estudo \u00e9 parte da tese de doutorado de Daniele Castro di Flora e conta tamb\u00e9m com a colabora\u00e7\u00e3o de Carlos Ferreira dos Santos, diretor da FOB-USP, Deborah Maciel Cavalcanti Rosa, diretora do Hospital Estadual de Bauru, e Virginia Bodel\u00e3o Richini Pereira, do Instituto Adolfo Lutz de Bauru. Os dados preliminares foram publicados na plataforma medRxiv, ainda sem a revis\u00e3o de pares. O grupo de pesquisadores \u00e9 apoiado pela Fapesp por meio de um Projeto Tem\u00e1tico e um Auxilio Regular \u00e0 Pesquisa, cujos recursos foram redirecionados para o estudo da Covid-19.<\/p>\n<p>\u201cTrata-se de uma enfermidade com grande varia\u00e7\u00e3o de sintomas e de gravidade, e prote\u00ednas relacionadas a diferentes complica\u00e7\u00f5es e est\u00e1gios da infec\u00e7\u00e3o podem abrir caminho para a identifica\u00e7\u00e3o de alvos terap\u00eauticos e biomarcadores que auxiliem a tomada de decis\u00e3o por parte dos profissionais de sa\u00fade\u201d, afirma \u00e0 Ag\u00eancia Fapesp. O estudo avaliou, entre 4 de maio e 4 de julho de 2020, 163 pacientes internados no Hospital Estadual de Bauru com diagn\u00f3stico confirmado de Covid-19 por teste de RT-PCR. Os pacientes foram divididos em tr\u00eas grupos: 76 indiv\u00edduos que tiveram alta hospitalar sem interna\u00e7\u00e3o em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou casos suaves, 56 que tiveram alta ap\u00f3s permanecerem um per\u00edodo na UTI (casos severos) e 31 que morreram mesmo sob acompanhamento na UTI (cr\u00edticos).<\/p>\n<p>Ao comparar o proteoma dos tr\u00eas grupos, os pesquisadores observaram n\u00edveis altos das prote\u00ednas IREB2, GELS, POLR3D, PON1, SFTPD e ULBP6 apenas nos casos mais suaves. As amostras de sangue analisadas foram coletadas no momento em que os doentes deram entrada no hospital. Tamb\u00e9m foram coletadas amostras semanais para acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o de cada participante. Esses dados ser\u00e3o analisados nas pr\u00f3ximas etapas da pesquisa.<\/p>\n<p>\u201cA an\u00e1lise prote\u00f4mica nos indicou uma prote\u00edna exclusiva de casos graves e cr\u00edticos [Gal-10] que, uma vez validada, poder\u00e1 servir como marcador de progn\u00f3stico. Outras seis foram encontradas apenas em pacientes suaves e podem nos dar pistas importantes sobre poss\u00edveis alvos terap\u00eauticos\u201d, diz. No estudo, apenas pacientes que precisaram de tratamento intensivo apresentavam a prote\u00edna Gal-10 no plasma sangu\u00edneo quando deram entrada no hospital. Trata-se de um conhecido marcador de morte de c\u00e9lulas de defesa (eosin\u00f3filos), o que sugere, de acordo com os pesquisadores, algum grau de comprometimento do sistema imune.<\/p>\n<p>\u201cQuando os eosin\u00f3filos morrem, liberam mol\u00e9culas de Gal-10, que se ligam formando cristais altamente imunog\u00eanicos \u2013 cristais de Charcot-Leyden (CLCs) \u2013, respons\u00e1veis por promover a imunidade do tipo 2 [que envolve outras subpopula\u00e7\u00f5es de linf\u00f3citos]. Esses cristais t\u00eam efeito pr\u00f3-inflamat\u00f3rio importante justamente no pulm\u00e3o, levando a um influxo de outras c\u00e9lulas de defesa, como neutr\u00f3filos e mon\u00f3citos. O aumento de Gal-10 nos pacientes cr\u00edticos e severos pode estar associado \u00e0 tempestade de citocinas que leva ao descontrole da inflama\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, um estudo recente mostrou que anticorpos contra a Gal-10 conseguem dissolver completamente os cristais presentes no muco em apenas duas horas. \u201cNo momento, estamos aguardando a chegada de reagentes para validar o aumento dessa prote\u00edna no plasma dos casos severos e cr\u00edticos. Uma vez confirmado o fen\u00f4meno, anticorpos contra a Gal-10 poder\u00e3o ser testados no tratamento de doentes que apresentarem alto n\u00edvel dessa prote\u00edna ou de CLCs no momento da admiss\u00e3o hospitalar\u201d, diz.<\/p>\n<p>Outros estudos apoiados pela Fapesp identificaram marcadores de progn\u00f3stico. As prote\u00ednas S-TREM e a SAA1e SAA2, tamb\u00e9m aumentadas conforme o agravamento da doen\u00e7a, podem servir como um \u201cterm\u00f4metro biol\u00f3gico\u201d capaz de orientar a tomada de decis\u00e3o pelas equipes de sa\u00fade. No presente estudo, as prote\u00ednas SAA1 e SAA2 tamb\u00e9m estavam aumentadas nos casos severos e cr\u00edticos, confirmando os achados pr\u00e9vios.<\/p>\n<p><strong>Potenciais alvos terap\u00eauticos<\/strong><br \/>\nTamb\u00e9m associada \u00e0 tempestade de citocinas, a prote\u00edna IREB2 tem o papel de impedir a forma\u00e7\u00e3o de ferritina, mediador da desregula\u00e7\u00e3o do sistema imune. De acordo com o estudo da FOB-USP, por impedir o avan\u00e7o do efeito cascata que leva \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o desregulada, essa prote\u00edna foi encontrada apenas nos pacientes suaves. \u201cPesquisas anteriores j\u00e1 haviam demonstrado o aumento dos n\u00edveis de ferritina nos pacientes com casos graves da doen\u00e7a e a import\u00e2ncia que esse fen\u00f4meno tem no agravamento. Portanto, n\u00e3o foi uma surpresa encontrarmos IREB2 exclusivamente nos pacientes que tiveram bom progn\u00f3stico [casos suaves]\u201d, diz.<\/p>\n<p>De acordo com Buzalaf, o objetivo agora \u00e9 identificar drogas capazes de aumentar a express\u00e3o da IREB2 e, por consequ\u00eancia, reduzir a ferritina. Tamb\u00e9m foi selecionada para estudo a prote\u00edna ULBP6, associada \u00e0 resposta imune adaptativa (espec\u00edfica para cada pat\u00f3geno). Essa mol\u00e9cula se liga e ativa o receptor NKG2D, localizado na superf\u00edcie das c\u00e9lulas imunes, que tem papel importante no controle imunol\u00f3gico. \u201cO receptor medeia a toxicidade das c\u00e9lulas imunes do tipo natural killer [um tipo de linf\u00f3cito que mata c\u00e9lulas infectadas]. Al\u00e9m disso, essas prote\u00ednas t\u00eam influ\u00eancia no resultado cl\u00ednico de uma variedade de patologias ligadas ao sistema imune, como nefropatia diab\u00e9tica e alopecia areata. Mas o que mais nos interessou foi seu polimorfismo [forma alternativa da mol\u00e9cula]\u201d, afirma a pesquisadora.<\/p>\n<p>Buzalaf explica que existe uma forma alternativa da ULBPC em que, na cadeia de amino\u00e1cidos que constitui a prote\u00edna, ocorre a troca de uma arginina por uma leucina, o que aumenta ainda mais a afinidade pelo receptor NKG2D. Segundo a pesquisadora, essa maior afinidade reduz a ativa\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas natural killer, prejudicando a resposta do sistema imune inato. \u201c\u00c9 poss\u00edvel, e precisamos investigar ainda, que os pacientes cr\u00edticos tenham esse polimorfismo, o que poderia acarretar uma resposta imunol\u00f3gica prejudicada\u201d, diz.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, se for comprovado que indiv\u00edduos com essa forma alternativa da ULBP6 s\u00e3o mais acometidos pela forma grave da Covid-19, ser\u00e1 poss\u00edvel desenvolver um m\u00e9todo que identifique essa suscetibilidade gen\u00e9tica precocemente. Outra prote\u00edna selecionada pelos pesquisadores e exclusivamente encontrada em pacientes que n\u00e3o foram internados na UTI foi a geosolina. \u201cEssa mol\u00e9cula tem propriedades anti-inflamat\u00f3rias, pois se liga ao c\u00e1lcio e, assim, remove filamentos de actina que est\u00e3o circulando na corrente sangu\u00ednea, com a\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria. Estudos cl\u00ednicos realizados em outros pa\u00edses j\u00e1 est\u00e3o investigando a suplementa\u00e7\u00e3o de geosolina recombinante como potencial terapia. O nosso achado corrobora essa hip\u00f3tese\u201d, diz.<\/p>\n<p>O mesmo ser\u00e1 investigado com a prote\u00edna POLR3D, tamb\u00e9m encontrada apenas entre os hospitalizados com bom progn\u00f3stico. \u201cEssa enzima est\u00e1 envolvida na resposta imune inata, na produ\u00e7\u00e3o de interferon do tipo 1 [citocina importante na resposta antiviral] e tem como fun\u00e7\u00e3o limitar a infe\u00e7\u00e3o por bact\u00e9rias e v\u00edrus intracelulares. Talvez uma poss\u00edvel terapia seja aumentar a express\u00e3o dessa enzima nos est\u00e1gios iniciais da doen\u00e7a\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Outra prote\u00edna encontrada apenas em pacientes suaves \u00e9 a SFTPD, que tem rela\u00e7\u00e3o direta com a defesa do pulm\u00e3o contra os microrganismos inalados, por formar uma esp\u00e9cie de camada protetora na superf\u00edcie do \u00f3rg\u00e3o. \u201cEla est\u00e1 relacionada ao surfactante pulmonar, l\u00edquido que reduz de forma significativa a tens\u00e3o superficial dentro do alv\u00e9olo pulmonar, prevenindo o colapso durante a expira\u00e7\u00e3o. No nosso estudo, pacientes mais graves n\u00e3o tinham essa prote\u00edna. Com o agravamento da doen\u00e7a, o paciente vai ter pouca capacidade de proteger o pulm\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<p>Buzalaf comenta que um estudo recente mostrou que a melatonina aumenta a forma\u00e7\u00e3o de surfactante no pulm\u00e3o.A \u00faltima prote\u00edna selecionada, e que pode indicar caminhos para o desenvolvimento de novos tratamentos, \u00e9 a PON-1, enzima que degrada fosfatos org\u00e2nicos. \u201cTrata-se de uma mol\u00e9cula envolvida na prote\u00e7\u00e3o das lipoprote\u00ednas de baixa densidade contra o dano oxidativo e a forma\u00e7\u00e3o de ateroma. Portanto, ela evita que aconte\u00e7a peroxida\u00e7\u00e3o lip\u00eddica com dano para a parede do vaso sangu\u00edneo. Mas tamb\u00e9m \u00e9 importante para a resposta imune\u201d, diz.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, estudo realizado por outro grupo, envolvendo a an\u00e1lise de drogas candidatas contra a Covid-19, descobriu que os genes correlacionados com ACE-2 (receptor da c\u00e9lula para a entrada do v\u00edrus Sars-CoV-2) s\u00e3o enriquecidos na atividade de degrada\u00e7\u00e3o de fosfatos org\u00e2nicos. \u201cIsso \u00e9 mais um indicativo de que a PON-1 pode ter alguma rela\u00e7\u00e3o com a progress\u00e3o da doen\u00e7a\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Fonte: Folha de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foram identificadas prote\u00ednas presentes no plasma sangu\u00edneo de pacientes hospitalizados por Covid-19. 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