{"id":60124,"date":"2021-06-07T14:03:50","date_gmt":"2021-06-07T17:03:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=60124"},"modified":"2021-06-07T14:03:50","modified_gmt":"2021-06-07T17:03:50","slug":"pesquisa-por-vacina-do-parana-contra-covid-completa-um-ano-com-resultados-promissores-e-luta-por-verbas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/pesquisa-por-vacina-do-parana-contra-covid-completa-um-ano-com-resultados-promissores-e-luta-por-verbas\/","title":{"rendered":"Pesquisa por vacina do Paran\u00e1 contra Covid completa um ano com resultados promissores e luta por verbas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A pandemia do novo coronav\u00edrus persiste, bem como os esfor\u00e7os da ci\u00eancia para encontrar sa\u00eddas para a crise sanit\u00e1ria. E uma promissora iniciativa \u00e9 liderada pela Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), que desde maio do ano passado estuda o desenvolvimento de uma vacina paranaense contra a Covid-19.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com resultados animadores nas primeiras etapas da fase pr\u00e9-cl\u00ednica, o trabalho sofre com a escassez de recursos, mas ainda assim se prepara para iniciar a fase cl\u00ednica, com pesquisas em humanos, no come\u00e7o do ano que vem. Tudo dando certo, \u00e9 poss\u00edvel que o imunizante, que utiliza tecnologia nacional e promete ser mais barato que os concorrentes, esteja dispon\u00edvel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o a partir de 2023.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o cientista Emanuel Maltempi de Souza, presidente da comiss\u00e3o de especialistas criada na UFPR para o enfrentamento e preven\u00e7\u00e3o da Covid-19 e tamb\u00e9m o l\u00edder das pesquisas da vacina, a ideia de desenvolver o imunizante surgiu em abril de 2020, ainda no in\u00edcio da pandemia, e os esfor\u00e7os tiveram in\u00edcio, efetivamente, no m\u00eas seguinte, antes mesmo do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00f5es (MCTI) repassar qualquer verba (R$ 230 mil) para o estudo, por meio da Rede V\u00edrus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO recurso [do MCTI] chegou em agosto, mas come\u00e7amos a trabalhar antes, usando material que tinha em laborat\u00f3rio e a taxa de bancada do CNPQ de alguns professores [recurso para pesquisa que n\u00e3o est\u00e1 relacionado com um estudo espec\u00edfico]\u201d, conta Maltempi de Souza, comentando ainda que ao final de 2020 a pesquisa para desenvolvimento da vacina j\u00e1 apresentava resultados muito bons, por exemplo induzindo uma produ\u00e7\u00e3o maior de anticorpos que a de Oxford em fase pr\u00e9-cl\u00ednica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas se os resultados s\u00e3o promissores, os desafios tamb\u00e9m s\u00e3o grandes, inclusive (e talvez principalmente) pelo aspecto financeiro e burocr\u00e1tico. O recurso do MCTI, por exemplo, j\u00e1 estava praticamente todo comprometido ao final do ano passado. Foi quando os pesquisadores apelaram ao Governo do Estado, que far\u00e1 um aporte de R$ 1 milh\u00e3o, o que permitir\u00e1 a conclus\u00e3o da fase pr\u00e9-cl\u00ednica (faltam ainda os ensaios de neutraliza\u00e7\u00e3o, que buscam verificar por quanto tempo o n\u00edvel de anticorpos permanece alto no organismo dos animais; de prote\u00e7\u00e3o animal, que verificam qual a melhor dose da vacina para proteger o organismo; e o teste toxicol\u00f3gico, que verifica se diferentes concentra\u00e7\u00f5es da vacina podem trazer efeitos colaterais ao animal de forma global).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cHoje a gente est\u00e1 quase em stand by, pouca gente para trabalhar. O recurso do Estado, come\u00e7amos a conversar em janeiro, mas est\u00e1 saindo agora e preciso de tr\u00eas novos bolsistas, que devem chegar em um m\u00eas ou dois. Mas at\u00e9 o final do ano devemos ter todos os resultados da fase pr\u00e9-cl\u00ednica. Antes a previs\u00e3o era outubro, agora \u00e9 novembro, talvez dezembro. Depende muito de ter os recursos\u201d, explica o cientista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fase cl\u00ednica demandar\u00e1 ainda mais dinheiro; busca por recursos j\u00e1 come\u00e7ou<\/strong><br \/>\nConforme Maltempi de Souza, assim que os pesquisadores j\u00e1 tiverem os resultados do ensaio de neutraliza\u00e7\u00e3o na fase pr\u00e9-cl\u00ednica, dever\u00e1 ter in\u00edcio as conversas com a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) para adiantar toda a burocracia necess\u00e1ria para iniciar a fase cl\u00ednica do estudo, que envolver\u00e1 o teste em humanos. Al\u00e9m da quest\u00e3o burocr\u00e1tica, por\u00e9m, outro problema deve ser novamente os recursos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAgora o governo do Estado est\u00e1 financiando com R$ 1 milh\u00e3o. Na fase cl\u00ednica, falamos, para come\u00e7ar, em um valor de 5 a 10 vezes maior\u201d, conta o cientista, que recentemente participou de uma reuni\u00e3o com o MCTI e a bancada de deputados federais do Paran\u00e1. J\u00e1 se sabe, de partida, que o governo federal n\u00e3o dever\u00e1 aportar mais recursos, embora v\u00e1 ajudar na quest\u00e3o burocr\u00e1tica. Mas a bancada paranaense prometeu destinar, por meio de emenda, R$ 10 milh\u00f5es para o desenvolvimento da vacina. \u201cFoi deixado claro para gente, desde o ano passado, que o Minist\u00e9rio n\u00e3o tem dinheiro neste momento. Contamos com o recurso da bancada para conseguir colocar essa fase cl\u00ednica em a\u00e7\u00e3o\u201d, complementa o pesquisador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse montante, contudo, \u00e9 suficiente apenas para iniciar a fase cl\u00ednica do estudo. A estimativa dos pesquisadores \u00e9 que, ao todo, seja necess\u00e1rio um investimento de, pelo menos, mais R$ 50 milh\u00f5es para o desenvolvimento do imunizante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSe vier emenda da bancada, \u00e9 poss\u00edvel avan\u00e7ar rapidamente para a fase 1 e 2 [da fase cl\u00ednica, que envolve testes de seguran\u00e7a em um grupo mais restrito de pessoas] e, enquanto realizamos essas fases, j\u00e1 precisamos ter mecanismos para obter recursos para a fase 3 [com testes de efic\u00e1cia envolvendo dezenas de milhares de pacientes vacinados e monitorados]. Se tudo corresse perfeitamente, ter\u00edamos no final deste ano o fim da fase pr\u00e9-cl\u00ednica, ano que vem come\u00e7ar\u00edamos a fase cl\u00ednica e em 2023 a vacina estaria pronta para produ\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vacinas ser\u00e3o necess\u00e1rias pelos pr\u00f3ximos anos: \u201cV\u00edrus veio para ficar\u201d<\/strong><br \/>\nHoje, al\u00e9m da UFPR, institui\u00e7\u00f5es como o Butantan, a USP, a UFMG e a UFRJ tamb\u00e9m est\u00e3o trabalhando para desenvolver vacinas brasileiras contra o coronav\u00edrus. Os esfor\u00e7os s\u00e3o importantes para que o pa\u00eds crie uma capacidade nacional de criar vacinas, al\u00e9m de considerar o fato de que vacinas contra a Covid-19 dever\u00e3o ser necess\u00e1rias pelos pr\u00f3ximos anos. \u201cN\u00e3o sei se pelos pr\u00f3ximos cinco, dez anos ou para sempre. Mas esse v\u00edrus veio para ficar, n\u00e3o embora\u201d, diz o cientista Emanuel Maltempi de Souza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda segundo o especialista, h\u00e1 a expectativa de que a vacina\u00e7\u00e3o contra a Covid-19 tenha de acontecer periodicamente. \u201cN\u00e3o sabemos se a cada seis meses, um ano, mas temos de construir capacidade de produ\u00e7\u00e3o de vacinas e de diferentes vacinas para os pr\u00f3ximos anos. Minha aposta inicial \u00e9 que a vacina\u00e7\u00e3o de Covid \u00e9 para sempre. As variantes ainda representam uma grande interroga\u00e7\u00e3o. Com o aparecimento de variantes, percebemos que muda a resposta para a vacina. A cada ano, a cada seis meses, talvez tenhamos de repensar a vacina. Por isso \u00e9 necess\u00e1rio ter v\u00e1rios tipos de vacina, v\u00e1rias plataformas de vacina, que sejam desenvolvidas no Brasil para a gente poder fazer essas modifica\u00e7\u00f5es\u201d, ressalta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda segundo ele, o Brasil convive com um grande n\u00famero de doen\u00e7as infecciosas que matam brasileiros, deixam sequelas e diminuem a produtividade da economia. \u201cHoje, nossa \u00fanica solu\u00e7\u00e3o \u00e9 conviver com essas doen\u00e7as. Isso \u00e9 uma estrat\u00e9gia errada, perdedora. O certo \u00e9 apostar na ci\u00eancia, no desenvolvimento de vacinas, para gente ter independ\u00eancia nesse setor. Junto vem emprego de qualidade, sa\u00fade de qualidade, tudo de bom. \u00c9 um c\u00edrculo vicioso que n\u00e3o podemos deixar de iniciar.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vacina paranaense ser\u00e1 mais barata e utilizar\u00e1 tecnologia nacional<\/strong><br \/>\nA vacina desenvolvida pela UFPR tem caracter\u00edsticas multifuncionais, ou seja, pode ser recombinada para servir como imunizante para outras doen\u00e7as, como dengue, zika v\u00edrus, leishmaniose e chikungunya. O mais importante, contudo, \u00e9 que o imunizante em desenvolvimento utiliza insumos nacionais e tem tecnologia de produ\u00e7\u00e3o 100% desenvolvida na UFPR. fruto de pesquisas realizadas com biopol\u00edmeros biodegrad\u00e1veis e com partes espec\u00edficas de prote\u00ednas virais. Al\u00e9m disso, outro ponto positivo \u00e9 o custo de produ\u00e7\u00e3o. De acordo com os pesquisadores, hoje s\u00e3o gastos menos de cinco reais para fabricar cada dose.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNossa estrat\u00e9gia usa imunidade de prote\u00edna ou prote\u00edna recombinante. N\u00e3o usamos o v\u00edrus, mas produzimos uma parte do v\u00edrus em bact\u00e9ria e usamos isso para imunizar. A novidade dessa vacina, que \u00e9 o seu diferencial, \u00e9 o seguinte: \u00e9 sempre necess\u00e1rio adicionar algo para induzir o sistema de defesa a construir uma defesa contra o v\u00edrus. Isso \u00e9 chamado de adjuvante. No nosso caso, essas part\u00edculas que produzimos em laborat\u00f3rio tem atividade de adjuvante. Produzimos uma resposta de anticorpo muito alta sem o adjuvante. Ent\u00e3o nossa iniciativa \u00e9 uma das mais modestas, partimos testando uma nova f\u00f3rmula e deu certo, deu bastante certo.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cE ao mesmo tempo, por ser modesto, uma tentativa de algo bem novo, est\u00e1 se tornando mais ambicioso porque vemos uma possibilidade de ter uma tecnologia nacional, que a gente pode aplicar com insumos naturais, uma tecnologia que permite outros desdobramentos, e o custo \u00e9 baixo, porque esses adjuvantes s\u00e3o muito caros. N\u00e3o fechamos os olhos pros adjuvantes naturais, tem de testar, comparar. Mas devemos dispensar, se n\u00e3o todos os adjuvantes, uma boa parte deles, porque essa estrat\u00e9gia permitiu induzir resposta de defesa muito boa sem uso do material. Essa \u00e9 a diferen\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abismo<\/strong><br \/>\nPara o cientista Emanuel Maltempi de Souza, da UFPR, o planejamento, desenvolvimento e produ\u00e7\u00e3o de vacinas num pa\u00eds como o Brasil, com 220 milh\u00f5es de habitantes, deveria ser uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a nacional. Acontece que o pa\u00eds n\u00e3o tem e nunca teve essa independ\u00eancia no setor. E quando se compara \u00e0 realidade de outras na\u00e7\u00f5es, o abismo que se v\u00ea \u00e9 gritante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO MCTI, por exemplo, talvez tenha repassado R$ 20 milh\u00f5es no todo [para os projetos de desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19]. Os Estados Unidos, s\u00f3 para a Moderna, na fase de pesquisa, antes de iniciar a fase cl\u00ednica, repassou 1,5 bilh\u00e3o de d\u00f3lares. Em setembro, outubro de 2020, destinou mais 1 bilh\u00e3o de d\u00f3lares. Essa \u00e9 a diferen\u00e7a entre as coisas feitas e as meio feitas. \u00c9 necess\u00e1rio uma decis\u00e3o pol\u00edtica, estadista, de dizer que vamos investir nessa aposta, porque se der certo os ganhos s\u00e3o imensos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Sindicato dos M\u00e9dicos do Paran\u00e1 (Simepar)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia do novo coronav\u00edrus persiste, bem como os esfor\u00e7os da ci\u00eancia para encontrar sa\u00eddas para a crise sanit\u00e1ria. E uma promissora iniciativa \u00e9 liderada pela Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), que desde maio do ano passado estuda o desenvolvimento de uma vacina paranaense contra a Covid-19. 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