{"id":62439,"date":"2021-12-13T11:22:11","date_gmt":"2021-12-13T14:22:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/?p=62439"},"modified":"2022-01-04T11:24:02","modified_gmt":"2022-01-04T14:24:02","slug":"comissao-de-grandes-eventos-escuta-especialistas-da-area-de-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.simepe.com.br\/novo\/comissao-de-grandes-eventos-escuta-especialistas-da-area-de-saude\/","title":{"rendered":"Comiss\u00e3o de Grandes Eventos escuta especialistas da \u00e1rea de sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p>Na quarta reuni\u00e3o de debates com especialistas e representantes da sociedade civil organizada para debater a viabilidade ou n\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o do Carnaval de 2022, a Comiss\u00e3o Especial sobre a Retomada do Carnaval, S\u00e3o Jo\u00e3o e demais Grandes Eventos do Recife ouviu o chamado \u201ceixo sanit\u00e1rio\u201d. A reuni\u00e3o ocorreu de forma h\u00edbrida, no plenarinho da C\u00e2mara Municipal do Recife, na tarde desta segunda-feira (13), sob a presid\u00eancia do vereador Marco Aur\u00e9lio Filho (PRTB). \u201cA reuni\u00e3o de hoje \u00e9, talvez, a mais esperada desta comiss\u00e3o, pois vai ouvir quem entende de sa\u00fade\u201d, disse o presidente.<\/p>\n<p>O debate ocorreu com sete especialistas, que se posicionaram sobre a amea\u00e7a de transmiss\u00e3o do v\u00edrus da covid-19 no Carnaval . Fizeram palestras o professor Adjunto de Cl\u00ednica M\u00e9dica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Carlos Brito; o mestre em medicina tropical pela UFPE e doutor em infectologia pela Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, Luiz Arraes; o vice-presidente da Sociedade Pernambucano de Pediatria e membro do Comit\u00ea de Imuniza\u00e7\u00f5es da Sociedade Brasileira de Pediatria, Eduardo Jorge; o Cirurgi\u00e3o geral e coloproctologista, Maur\u00edcio Matos; o biom\u00e9dico e mestre em Patologia pela UFPE, Andr\u00e9 Silva; a m\u00e9dica especialista ginecologista e obstetr\u00edcia, Cl\u00e1udia Beatriz; e o especialista em infectologia pela universidade de Paris, Demetrius Montenegro.<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Especial sobre a Retomada do Carnaval, S\u00e3o Jo\u00e3o e demais Grandes Eventos do Recife j\u00e1 ouviu a cadeia cultural, o setor econ\u00f4mico, e representantes de casas legislativas de munic\u00edpios que realizam grandes carnavais no Brasil, para saber o caminho a se tomar. \u201cHoje, vamos ouvir o eixo da sa\u00fade, que pode nos orientar e assim permitir que apresentemos um relat\u00f3rio consistente no dia 21. Toda e qualquer tomada de decis\u00e3o n\u00e3o pode ser feita na contram\u00e3o do que a sa\u00fade nos orientar\u201d, disse Marco Aur\u00e9lio.<\/p>\n<p>A reuni\u00e3o contou com a presen\u00e7a dos vereadores Ivan Moraes (PSOL), Tadeu Calheiros (podemos), Michele Collins (PP), Ana L\u00facia (Republicanos), Eduardo Marques (PSB) e Alcides Cardoso (DEM). Marco Aur\u00e9lio Filho, na abertura da reuni\u00e3o, passou a presid\u00eancia dos trabalhos para Tadeu Calheiros, que tamb\u00e9m \u00e9 m\u00e9dico. \u201cDe todas as reuni\u00f5es que participamos, hoje \u00e9 a mais confort\u00e1vel. S\u00e3o pessoas que se parecem comigo. Acho que, nesta Comiss\u00e3o, sou o \u00fanico que j\u00e1 tinha posicionamento sobre o carnaval anteriormente divulgado, por ser m\u00e9dico\u201d, disse Calheiros.<\/p>\n<p>O vereador Ivan Moraes lembrou que desde o primeiro momento da pandemia de covid-19 \u00e9 defensor da ci\u00eancia e de quem produz conhecimento cient\u00edfico. \u201cMas temos um grande desafio. Muitas aglomera\u00e7\u00f5es j\u00e1 est\u00e3o existindo com o aval das autoridades. Precisamos ouvir o que fazer, pois para proibir o Carnaval \u00e9 preciso sabermos o que temos que fazer com as aglomera\u00e7\u00f5es que j\u00e1 est\u00e3o ocorrendo hoje\u201d.<\/p>\n<p>Alcides Cardoso defendeu que \u201ca ci\u00eancia \u00e9 quem deve dizer o que a gest\u00e3o p\u00fablica deve fazer no carnaval\u201d. Ele considerou que os especialistas em sa\u00fade p\u00fablica foram os participantes mais fundamentais dos trabalhos realizados at\u00e9 o momento pela Comiss\u00e3o. Ana L\u00facia foi na mesma linha, disse que a sa\u00fade \u00e9 o eixo basilar. \u201cSou \u00e1rdua defensora da sa\u00fade. Mas compreendo a necessidade de que todos os envolvidos sejam ouvidos. Precisamos saber como fazer para n\u00e3o entrarmos num colapso grande como foi o isolamento\u201d, disse.<\/p>\n<p>A vereadora Michele Collins, que n\u00e3o \u00e9 membro efetivo da Comiss\u00e3o, considerou que o tema carnaval \u201cmexe com todos, com a economia, ci\u00eancia, cultura e ser humano\u201d. Ela disse que o tema \u00e9 muito \u201cpreocupante porque a nossa cidade \u00e9 a que tem o maior carnaval do mundo\u201d. Ela entende que \u00e9 preciso ter um equil\u00edbrio para definir um protocolo dizendo o que deve ser aberto ou n\u00e3o, mas discorda da realiza\u00e7\u00e3o do carnaval.<\/p>\n<p>O professor Carlos Brito, que \u00e9 mestre em Medicina Interna e doutorado em Sa\u00fade P\u00fablica pela Fiocruz-PE, apresentou aspectos importantes sobre o carnaval: nada do que est\u00e1 acontecendo hoje, segundo ele, foi inesperado. \u201cTodo futuro depende da cobertura vacinal. Mas temos uma grande desigualdade na vacina\u00e7\u00e3o\u201d. Enquanto a imuniza\u00e7\u00e3o populacional estiver incompleta e n\u00e3o atingir 80% da popula\u00e7\u00e3o mundial, segundo ele, haver\u00e1 novas variantes. Carlos Brito acrescentou que a preocupa\u00e7\u00e3o com a realiza\u00e7\u00e3o do carnaval n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 por causa da variante \u00f4micron, mas tamb\u00e9m por causa da delta. \u201cA \u00f4micron apenas agravou\u201d.<\/p>\n<p>Carlos Brito levou em conta, ainda, que a transmissibilidade da variante \u00f4micron \u00e9 superior a todas as outras variantes. \u201cAl\u00e9m dessa situa\u00e7\u00e3o, h\u00e1 ind\u00edcios de que duas doses da vacina n\u00e3o s\u00e3o suficientes para produzir anticorpos suficientes por causa da \u00f4microm\u201d. Ele observou ainda que tamb\u00e9m h\u00e1 incertezas de que os medicamentos usados para o tratamento da covid-19 talvez sejam insuficientes para o tratamento futuro. \u201cS\u00e3o muitos os aspectos incontest\u00e1veis. \u00c9 imposs\u00edvel se fazer o controle com qualquer tipo de aglomera\u00e7\u00e3o\u201d, disse, lembrando que n\u00e3o h\u00e1 perspectiva de fim da pandemia e que a popula\u00e7\u00e3o continua em risco.<\/p>\n<p>Em seguida, falou o infectologista Luiz Arraes, que \u00e9 professor da UFPE e tamb\u00e9m membro do Comit\u00ea Cient\u00edfico do Cons\u00f3rcio do Nordeste. Ele pontuou que o comit\u00ea, desde o in\u00edcio de suas atividades, tem o papel de assessoramento aos governadores do Nordeste, mas \u201cn\u00e3o tem o poder de mando\u201d. O boletim mais recente da entidade, publicado no dia 3, segundo ele, \u201cdesaconselha fortemente as aglomera\u00e7\u00f5es e mostra o risco de realiza\u00e7\u00e3o de festa desde agora, no Natal. O risco, agora, j\u00e1 \u00e9 de moderado a alto\u201d<\/p>\n<p>Segundo Luiz Arraes os ambientes fechados, assim como os abertos, que re\u00fanam grande n\u00famero de p\u00fablico oferecem o mesmo risco de transmiss\u00e3o do v\u00edrus. \u201cAl\u00e9m disso, tanto a variante delta quanto a \u00f4micron contaminam os nascinatos e essas pessoas s\u00e3o portadoras do v\u00edrus, ainda que n\u00e3o apresentem sintomas\u201d. Ele afirmou que 10% da popula\u00e7\u00e3o do Recife ainda n\u00e3o tomou a segunda dose da vacina, o que \u00e9 um dado de risco. \u201cN\u00f3s temos que conviver com a vida, n\u00e3o com a morte\u201d, disse.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, falou o doutor Eduardo Jorge, que \u00e9 membro do Comit\u00ea de Imuniza\u00e7\u00f5es da Sociedade Brasileira de Pediatria e integra os Comit\u00eas T\u00e9cnicos de Assessoramento das Vacinas Covid da Secretaria Estadual de Sa\u00fade de Pernambuco e do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade(CTAI-Covid). \u201cA ci\u00eancia precisa ter uma aplicabilidade pr\u00e1tica e dialogar com a comunidade\u201d, comentou. Em setembro, segundo disse, antes da variante \u00f4micron, os cientistas j\u00e1 vinham dizendo que era um absurdo se pensar na realiza\u00e7\u00e3o de carnaval para 2022, por causa da delta.<\/p>\n<p>\u201cNa \u00e9poca, havia um otimismo com a redu\u00e7\u00e3o de internamento e morte. Mas carnaval \u00e9 festa aberta, com milh\u00f5es de pessoas e turistas do mundo inteiro participando no Recife. A capacidade de se desenvolver uma pandemia j\u00e1 era grande. E agora, temos a \u00f4micron, que \u00e9 muito mais transmiss\u00edvel. \u00c9 uma festa que n\u00e3o se usa m\u00e1scara, em que pessoas cantam, se beijam, bebem, e \u00e9 imposs\u00edvel qualquer tipo de controle\u201d, disse.<\/p>\n<p>Eduardo Jorge revelou outras preocupa\u00e7\u00f5es, como por exemplo, a social. \u201cCarnaval \u00e9 uma festa popular. Ser\u00e1 um grave erro permitir que a classe m\u00e9dia fa\u00e7a festas privadas alegando que est\u00e1 vacinada e que fez testes PCR. Isso \u00e9 uma coisa que me inquieta. Essa pandemia s\u00f3 n\u00e3o foi controlada por causa da inequidade mundial. Como vamos estimular o carnaval diante de um cen\u00e1rio de incerteza?\u201d, questionou.<\/p>\n<p>O quarto especialista que falou foi Mario Jorge Lobo, representando o Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco, que fez um breve coment\u00e1rio sobre os apontamentos da ci\u00eancia para o futuro pr\u00f3ximo. &#8220;O Conselho de Medicina emitiu uma nota de alerta e conclamando as autoridades p\u00fablicas a refletirem, debaterem e definirem os passos de prote\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria, \u00e0 sociedade, e contra a dissemina\u00e7\u00e3o do recrudescimento da variante \u00f4micron, que nos traz tanta preocupa\u00e7\u00e3o com a sua pot\u00eancia letal&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Ele mencionou a realidade de comprometimento das estruturas de assist\u00eancia de sa\u00fade do Estado. &#8220;Elas n\u00e3o p\u00f5e s\u00f3 em risco os contaminados, mas tamb\u00e9m toda a popula\u00e7\u00e3o que necessita dessa assist\u00eancia para todas as patologias que n\u00e3o deixaram de existir. Tivemos uma realidade de desassist\u00eancia nesses \u00faltimos dois anos pela diminui\u00e7\u00e3o da capacidade do Estado de assistir todas as patologias, o que nos coloca em um alerta perene&#8221;, salientou.<\/p>\n<p>Por sua vez, o biom\u00e9dico e mestre em Patologia pela UFPE, analista em Sa\u00fade no setor de Toxicologia do Laborat\u00f3rio Central (Lacen\/PE) do Governo do Estado de Pernambuco, Andr\u00e9 Silva, comentou a advert\u00eancia feita sobre a potencialidade da nova variante da covid-19. &#8220;N\u00e3o estamos contra o carnaval, estamos contra a pandemia. N\u00f3s queremos que as festividades existam mas, para isso, precisamos dar um passo para atr\u00e1s e depois dar outro para frente&#8221;.<\/p>\n<p>Para Andr\u00e9 Silva, a flexibiliza\u00e7\u00e3o do Plano de Conviv\u00eancia que permite eventos \u00e9 um &#8220;retrocedimento equivocado&#8221;. &#8220;O afrouxamento das quest\u00f5es sanit\u00e1rias foram muito precipitadas, e isso j\u00e1 est\u00e1 repercutindo, como j\u00e1 est\u00e1vamos preocupados com a delta, agora, tem a \u00f4micron. N\u00e3o ficarei surpreso se aparecer outra variante antes do carnaval. Seria de uma imensa irresponsabilidade permitirmos que qualquer tipo de evento cause aglomera\u00e7\u00e3o, deixando claro que a covid n\u00e3o \u00e9 privada ou p\u00fablica, o que interessa \u00e9 se o evento causa aglomera\u00e7\u00e3o. Temos que estar preocupados com a sa\u00fade p\u00fablica, sen\u00e3o a coisa pode agravar ao ponto de n\u00e3o ter mais carnaval. Ser\u00e1 que as pessoas n\u00e3o compreenderam isso ainda?&#8221;, questionou.<\/p>\n<p>A m\u00e9dica especialista ginecologista e obstetr\u00edcia e tamb\u00e9m especialista em sa\u00fade da fam\u00edlia, conselheira do Cremepe licenciada e presidente do Sindicato do M\u00e9dicos de Pernambuco (Simepe), Cl\u00e1udia Beatriz, disse estar dando voz a 21.500 m\u00e9dicos de Pernambuco que est\u00e3o vivendo a maior situa\u00e7\u00e3o de calamidade e crise sanit\u00e1ria ocorrida no mundo. &#8220;S\u00e3o dois anos que os m\u00e9dicos de Pernambuco v\u00eam enfrentando essa pandemia, salvando vidas e lutando para que a gente possa, em algum momento, voltar \u00e0s nossas vidas como era antes&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>&#8220;Para a vida voltar ao normal a gente precisa ter conhecimento e responsabilidade sobre as nossas a\u00e7\u00f5es e as dos outros. Esta Casa \u00e9 o lugar mais espec\u00edfico que a gente pode estar trazendo esse pensar. Em nome dos m\u00e9dicos que se articularam, se mobilizaram e foram para o enfrentamento, a gente faz um apelo a quem pode politicamente decidir se vai ter ou n\u00e3o carnaval para que se pense muito sobre a decis\u00e3o. Sabemos que a economia precisa voltar, mas sem sa\u00fade ningu\u00e9m pode trabalhar&#8221;, pediu a m\u00e9dica.<\/p>\n<p>De forma emocionada, o diretor m\u00e9dico da Infecto Associados, chefe de triagem em doen\u00e7as infecciosas do Oswaldo Cruz lembrou das 14 ambul\u00e2ncias que fizeram fila para internar pessoas com covid-19 no Oswaldo Cruz e dos 200 pacientes internados simultaneamente no isolamento. &#8220;Tenho um conflito de interesse muito grande por estar aqui porque gosto muito de carnaval mas, infelizmente, muito do que aconteceu nesse tempo me impede de pensar com alegria no carnaval, porque s\u00f3 me lembro das 14 ambul\u00e2ncias que ficaram em fila de espera para internamento no Oswaldo Cruz, dos quase 200 pacientes internados simultaneamente no hospital, que antes tinha 16 leitos de isolamento, e passou a ter 200&#8221;.<\/p>\n<p>O infectologista demonstrou bastante preocupa\u00e7\u00e3o com o momento. &#8220;No come\u00e7o, n\u00f3s desconhec\u00edamos a doen\u00e7a, e hoje desconhecemos as variantes que ainda n\u00e3o tivemos acesso, porque nos locais de baixa vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 onde existem muitas outras variantes. N\u00e3o quero passar a noite em claro tendo que intubar pacientes, ligar para familiares para dar a not\u00edcia por telefone, de uma forma desumana porque n\u00e3o pode deixar as pessoas irem ao hospital. N\u00e3o d\u00e1 para vivenciar tudo isso de novo, dar um atestado e colocar um cheque em branco porque com esse v\u00edrus \u00e9 inegoci\u00e1vel. Todas as vezes que tentamos negociar, ele saiu ganhando de alguma forma&#8221;, expressou.<\/p>\n<p>Ao final da reuni\u00e3o p\u00fablica, o vereador Marco Aur\u00e9lio Filho (PRTB) afirmou que ser\u00e1 entregue um relat\u00f3rio pr\u00e9vio ao Poder Executivo no dia 21 de dezembro. &#8220;Antes disso teremos uma audi\u00eancia p\u00fablica que ser\u00e1 presidida pelo vereador Ivan Moraes, onde o Poder P\u00fablico municipal e estadual estar\u00e3o presentes para participar das delibera\u00e7\u00f5es conosco. Enquanto Casa Legislativa e Comiss\u00e3o, iremos fazer a nossa parte em apresentar um relat\u00f3rio onde todos os eixos foram escutados e, com muita responsabilidade, iremos apontar uma alternativa para o Executivo, e esperamos que essa alternativa seja acatada&#8221;.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.recife.pe.leg.br\/comunicacao\/noticias\/2021\/12\/comissao-de-grandes-eventos-escuta-especialistas-da-area-de-saude\">Fonte: C\u00e2mara Municipal do Recife\u00a0<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na quarta reuni\u00e3o de debates com especialistas e representantes da sociedade civil organizada para debater a viabilidade ou n\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o do Carnaval de 2022, a Comiss\u00e3o Especial sobre a Retomada do Carnaval, S\u00e3o Jo\u00e3o e demais Grandes Eventos do Recife ouviu o chamado \u201ceixo sanit\u00e1rio\u201d. 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