A Justiça do Paraná deu 24 horas para que a polícia entregue cópias de gravações e prontuários apreendidos na UTI do Hospital Evangélico de Curitiba à defesa das pessoas presas no caso que investiga supostos homicídios de pacientes da unidade. Quatro médicos da instituição estão presos, entre eles a chefe da UTI, Virgínia Helena Soares de Souza, suspeita de desligar aparelhos e suspender a medicação de pacientes atendidos pelo SUS, para matá-los. A investigação corre sob segredo de Justiça. O acesso aos documentos era um pleito dos defensores de Virgínia e dos anestesistas Maria Israela Boccato, Edison Anselmo da Silva Júnior e Anderson de Freitas, detidos no sábado. Segundo o advogado de Virgínia e de outros dois médicos presos, Elias Mattar Assad, a cópia do material de investigação deve ajudar a defesa a mostrar que as frases de gravações utilizadas pela polícia como prova estão descontextualizadas.
Fonte: JC



