Déficit de recursos humanos na Maternidade Bandeira Filho

Em reunião na sede do Simepe, os médicos obstetras da Maternidade Bandeira Filho, em Afogados, denunciaram o déficit de recursos humanos que há mais de quatro meses vem trazendo problemas aos pacientes e ao corpo clínico. Diante da inércia na recomposição das escalas o serviço materno-infantil naquela unidade de saúde da rede municipal do Recife que enfrenta dificuldades no dia a dia, como por exemplo, as restrições de plantão ao atendimento à população e assistência ao parto; plantões com apenas dois profissionais, onde  à assistência fica prejudicada, colocando em risco o exercício ético-profissional.

Outas questões foram relacionadas pelos obstetras:  falta de classificação de risco para o atendimento, acomodação de gestantes em trabalho de parto em macas e cadeiras; ambulâncias quebradas sendo necessário recorrer ao SAMU para transferências.

Na reunião desta terça-feira (12) foi proposta uma reunião com o gestor local e os médicos, com o objetivo de minimizar os problemas denunciados. O Simepe solicitou à Secretaria de Saúde do Recife  a nomeação de médicos obstetras  para recomposição de escalas. Nova reunião: dia 20 de março, às 19h, no sede do Simepe.

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