Interdição de posto provoca protestos

Usuários do Centro de Saúde Recife – PAM Centro, localizado na Rua 1º de março, no Centro da Cidade, realizaram ontem um protesto contra a interdição do local, anunciada pela prefeitura no último dia 20. Com a via bloqueada, eles protestavam contra a impossibilidade de serem atendidos no local.

Representantes do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social de Pernambuco (Sindsprev) se reuniram no prédio para negociar o caso com a Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com a assessoria do sindicato, o Sindsprev foi informado que a policlínica começaria a ser reformada ontem, e que, por isso, os cerca de 90 funcionários do PAM Centro seriam transferidos.

Jorge Trajano, que trabalha na administração do posto, afirmou que os funcionários reivindicam melhores condições de trabalho. “O posto está caindo aos pedaços. O elevador está quebrado e parte do teto do terceiro andar caiu”. De acordo com ele, mais de 400 pessoas são atendidas por mês no local.

A Secretaria de Saúde do Recife afirmou que o prazo previsto para a conclusão da obra é de dois meses. Enquanto isso, pacientes e funcionários seriam transferidos para duas policlínicas diferentes, localizadas no Centro do Recife. A proposta do Sindsprev é que o atendimento seja feito em uma única policlínica durante a reforma.

Após a negociação, ficou acertado que a policlínica continuará atendendo até a próxima quarta-feira (25), quando será feita então uma reunião com o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia.

O objetivo é estabelecer nova data e local para a transferência das atividades.

Fonte: JC

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