ntre docentes, servidores e residentes a expectativa para a gestão de Ricardo Lima é boa. Os principais pedidos passam pela integração dos hospitais e a melhoria dos programas de residência médica. “O antigo superintendente (João Veiga) mostrou os problemas do complexo, mas não conseguiu agregar a comunidade em torno de seu plano de gestão. Esperamos que o novo consiga isso e agregue forças para integrar o complexo”, afirmou o presidente da Associação dos Médicos Residentes de Pernambuco, Carlos Tadeu.
O novo superintendente é professor da Faculdade de Ciências Médicas da universidade e chefe do setor de cirurgia cardiovascular do Procape. No seu plano de gestão, Lima elencou como missões principais investimento na estrutura física e quadros profissionais, além da modernização da gestão, sem esquecer a importância do ensino acadêmico nos centros médicos.
“Os hospitais são universitários. Devem prestar assistência, mas também têm que servir à academia na formação de recursos humanos e na pesquisa, que são os pilares da universidade”, lembrou. Ele admitiu que o cargo apresenta muitos desafios, mas elegeu como prioridade a melhoria da residência médica. “O programa é de grande relevância social e encontra-se comprometido, com risco de ser suspenso, devido aos leitos desativados no Huoc e ao fechamento do Cisam para reforma”, explicou Lima.
Fonte: JC



