Os advogados do bacharel em direito preso suspeito de matar o médico Artur Eugênio, em maio deste ano, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, explicaram que a relação dele com o terceiro preso era apenas profissional. Lyferson Barbosa da Silva, 26 anos, afirmou conhecer Cláudio Júnior e é suspeito de ter dirigido o carro que sequestrou o Artur em frente ao edifícil onde ele morava, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Flávio Braz de Souza, suspeito de ser o outro executor, está foragido. O cirurgião Cláudio Amaro Gomes, pai de Júnior, está preso suspeito de der o mandante do crime. O inquérito que apurou o assassinato deve ser entregue pela polícia à Justiça na próxima semana.
De acordo com os advogados, Lyferson era cliente de Cláudio Filho, que atuava em um escritório de advocacia com especialidade na esfera criminal. Os advogados também afirmaram que solicitaram uma investigação paralela para analisar as digitais de Cláudio Filho encontradas pela polícia em um galão de combustível. Segundo eles, o suspeito afirmou que não eram dele as digitais que o incriminam e, por isso, contrataram outros peritos.
Fonte: NE10



