O Hospital Correia Picanço está há três meses sem cardiologista. Ou seja, pacientes que fazem tratamento lá e precisam de acompanhamento de um especialista da área estão nas mãos de Deus. Os atendentes não fazem encaminhamento, informam apenas que os pacientes é que precisam procurar outro hospital. E aí é apelar para a sorte de encontrar uma vaga. Lembro que o Correia Picanço é referência no Estado em tratamento de HIV/aids e que recebe pacientes de vários municípios. Muitos que são atendidos nessa unidade de saúde precisam ser acompanhados por um médico cardiologista, porque são cardiopatas.
Fonte: Jornal do Commercio



