A hora da consulta do médico. Um conhecido da infância e quem você não lembra o ome. Quantas vezes esqueemos o telefone celular caregando em casa ou no trabaho? E as datas de aniversário, amoro ou casamento? Essa raição da memória tem ocorido com uma frequência imressionante e, do contrário ue se propragava antigamene, não é fenômeno que ocore apenas na velhice. Os jovens também reclamam dos episódios comuns de esquecimento. Segundo pesquisadores, esses lapsos estão ligados uma série de fatores que ão das doenças degenerativas sobrecarga de atividades e excesso de informação.
No âmbito da nutrição, podemos dar uma forcinha às ossas atividades cerebrais ligadas ao processo de lembrar e esquecer. Segundo a nutricionista Débora Wagner, especializada em longevidade saudável e clínica, existem nutrientes que atuam diretamente na capacidade cognitiva e na memória, “favorecendo processos cerebrais, o aumento da serotonina e a proteção contra o efeito do ortisol”, explica. Em tempo. ortisol é o conhecido horônio do estresse. Que alimentos oferecem ssas substâncias do “não esquecimento”? A orientação parece simples, mas com certeza não se cumpre à risca rotineiramente. “Pratique uma dieta rica em alimentos de origem vegetal, frutas, verduras, grãos integrais, gorduras saudáveis dos peixes, sementes e oleaginosas”, prescreve Débora, e ajude a garantir que você não se esquecerá de nada por um bom tempo. No carrinho do supermercado, portanto, não deixe de lado itens como sardinha, fígado, vísceras e soja. Neles, você encontra a fosfadilserina, substância lipídica componente de membranas de células cerebrais.
Na gema do ovo de galinha, ervilha e, novamente, soja, encontra-se a colina – essencial para os neurotransmissores (substância química que transmite mensagem de um nervo para o outro), cérebro, memória e corpo. Não esqueçamos do celebradíssimo ômega 3, aquela gordura essencial ao cérebro de modo geral, presente nos peixes marinhos de água fria e profunda, mais sementes de chia e linhaça. Já os grãos minerais na sua forma integral (100% preservada), como aveia, arroz, gérmen de trigo e feijão são fontes abundantes de vitamina B, ou seja, botam as funções cognitivas em dia. Segundo a especialista, não se pode dispensar as substâncias de caráter antiinflamatório promovidas por um elemento chamado beta sitosterol, que encontramos em ingredientes fáceis de achar: abacate e semente de jerimum. Ricos em folato (substância que previne a deterioração mental) são legumes e hortaliças de cor verde, sobretudo os de tom escuro, como o espinafre e brócolis, além de nozes, caju, amêndoa e amendoim.
Fonte : Folha de Pernambuco



