A pesquisa do IBGE também revelou o perfil da população pernambucana quanto aos hábitos de vida e às doenças crônicas não transmissíveis. No estado, foram visitados 3.627 domicílios, a segunda maior amostra do Nordeste.
O estudo apontou que 21,5% dos pernambucanos tiveram diagnóstico de hipertensão arterial. Outros 3,7% estão em situação preocupante, pois nunca fizeram a aferição da pressão arterial. Dos pesquisados, 12,6% garantiram ter um consumo de sal elevado.
Pernambuco apresentou também uma taxa mais elevada do que a média do Nordeste (5,4%) para diagnósticos de diabetes, um total de 6,2%. O percentual é idêntico à média brasileira. Para outros 12,6% dos pernambucanos a taxa de açúcar no sangue ainda é desconhecida, pois nunca se submeteram a exame para identificá-la. Os dados também foram acima da média da região para o diagnóstico de depressão. Cerca de 7,2% dos entrevistaram confirmaram o diagnóstico, mas menos da metade deles teve assistência médica direcionada.
O colesterol alto, fator desencadeador de doenças cardiovasculares, foi atestado por 13,3% dos pesquisados no estado, maior que a média nacional (12,5%). A estimativa daqueles que nunca fizeram exame de sangue para colesterol e triglicerídeos foi de 13,8%. E cerca de 3,7% dos pesquisados revelaram ter alguma doença do coração. O AVC também foi diagnósticado em 1,7% dos questionados em Pernambuco.
Fonte: Diario de Pernambuco



