Carroceiros podem ser alvo da doença

A preocupação com os casos de mormo no Estado também se estendem ao lado de fora dos muros dos imóveis que abrigam cavalos. Pessoas que lidam com os equinos diariamente, como carroceiros, além da população em geral, podem ser alvo da doença, incurável nos animais, mas com tratamento em humanos. No Recife, a gestão municipal afirma que tem focado em ações preventivas. Em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, uma campanha será lançada na próxima segunda-feira com o intuito de orientar o público sobre os perigos da contaminação. Os Centros de Vigilância Ambiental (CVA) dos dois municípios estão interditados por conta da suspeita da zoonose. No da Capital, seis animais morreram no ano passado. No de Jaboatão, o caso mais recente ocorreu em novembro. Os equinos já passaram por dois exames: o primeiro deu negativo para a doença, e o segundo ainda terá o resultado divulgado. Se não houver nenhum diagnóstico do mormo, os espaços serão liberados. Até lá, o resgate de outros animais está suspenso, o que atrasa a retirada das ruas de cavalos, jumentos e burros que possam estar doentes.

Fonte: Folha de Pernambuco

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