Umproblema técnico do Triunal de Justiça de Pernamuco (TJPE) atrasou o andaento do processo sobre o ssassinato do cirurgião toráico paraibano Artur Eugênio e Azevedo Pereira, encontraomorto no dia 13 demaio do no passado. Foi identificado ntem que as gravações dos rimeiros depoimentos feitos erante a Justiça ficaram inauíveis. As declarações foram ornecidas por testemunhas e acusação durante a auiência de instrução e julgaento do caso, em 14 de ouubro também de 2014. O problema foi constatado ela defesa domédico Cláudio maro Gomes, acusado de ser mandante do crime, e levao ao conhecimento da juíza nês Maria de Albuquerque pós o início da audiência de nstrução em que deveriam er ouvidas as testemunhas de efesa. A magistrada solicitou envio do material para o Insituto de Criminalística (IC) na entativa que os técnicos da insituição consigam recuperáos. Os especialistas terão dez ias para fazer isso. Até lá ovas audiências do caso estão uspensas. A previsão é que umnovo encontro seja realizado em fevereiro. O advogado do réu, Bruno Larceda, destacou que o problema provoca um freio no andamento do caso e que o atraso poderá ser ainda pior se o IC não conseguir recuperar o material. Uma das testemunhas que poderá ter que depor novamente é a mulher de Artur, Carla Azevedo, além de parentes e amigos da vítima. A assessoria do TJPE confirmou que, se a falha não puder ser revista, todos os depoentes da primeira audiência terão que depor novamente. OTJPE disse ainda que a última testemunha de defesa só poderá ser ouvida no dia 5 demarço, já que apresentou um atestado médico. Até lá, a juíza não poderá indicar a ida dos réus a júri. PERÍCIA A defesa dos réus também conseguiu ontem a permissão judicial para que um perito particular dê umparecer sobre as provas produzidas pela polícia contra eles. Além do médico Cláudio Amaro, são acusados o filho dele, Cláudio Júnior, o ex-presidiário Lyferson Barbosa e o comerciante Jailson Duarte. A habilitação do assistente de perícia para analisar materiais dos autos também deve protelar o processo, uma vez que não foi estabelecido um prazo para o fim da análise. “Eu acredito muito na pronúncia. Acho que os indícios que nós temos já nos dão essa expectativa favorável de que a sociedade precisa julgá-los e apreciar os seus pares”, afirmou, confiante, a promotora Dalva Cabral. FAMÍLIAS Amulher de Artur, Carla Azevedo, e o pai, Alvino Luiz Pereira, lamentarama demora no andamento do processo. “É muito difícil pra mim estar aqui. A gente revive tudo. Na verdade a gente queria que isso tudo desaparecesse, acabasse. Mas pensando no fim, no resultado final, é preciso manter a força, me manter firme e acompanhar de perto tudo que tem acontecido”, desabafou Carla. Os parentes de Cláudio Amaro e Cláudio Júnior também lamentaram os novos fatos, mas disseram acreditar que as novidades no processo serão favoráveis. “O sentimento é de injustiça. Estão acusando ele (Cláudio Amaro) por um ato que ele não cometeu”, disse a irmã, Célia Gomes. FORAGIDO Apenas um dos indiciados pelo assassinato do médico Artur Eugênio continua foragido. Flávio Braz de Souza foi apontado como autor dos disparos contra a vítima. Informações sobre seu paradeiro podem ser repassadas ao Disque Denúncia nos telefones 3421.9595, na RMR e Zona da Mata Norte, ou (81) 3719.4545 no Interior. Denúncias também podem ser feitas no sit do serviço: www.disquedenunciape.com.br.
Fonte: Folha de Pernambuco



