(ABr e AE) – De acordo com levantamento feito pela Organização das Nações Unidas ONU), o trabalho das parteiras, cujo dia foi comemorado ontem, pode evitar cerca e dois terços de todas as fortes maternas e entre recém-nascidos registradas o mundo. No Brasil, a atuarão dessas profissionais ajuda descentralizar e desvincular ideia do parto no hospital e om o médico. De acordo com a entidade, s profissionais são capazes de oferecer 87% de todos os serviços relacionados à saúde sexual e reprodutiva materna e ao desenvolvimento do recém-nascido. Ainda assim, apenas 42% das pessoas com habilidades para serem parteiras trabalham nos países com alto índice de mortes de recém nascidos e maternas. Desde 2008, o Fundo das Nações Unidas trabalha em parceria com governos e formadores de políticas públicas na tentativa de construir uma força tarefa de parteiras competentes e bem treinadas para atuar em localidades de baixa renda. A parteira Alana Pozelli, de 27 anos, trabalha na área desde 2013. Ela faz parte do grupo Parteiras Aurora, formado por quatro enfermeiras obstétricas e uma enfermeira assistente que atendem gestantes em casa. O acompanhamento começa durante a gestação e vai até o pósparto, com auxílio na amamentação e nos cuidados com o períneo. “Atendemos sempre em dupla. Desta forma, se acontece alguma complicação com a mãe e com o bebê juntos, estando em duas, fica mais fácil lidar.”, explicou. Para a profissional, que prefere ser chamada de parteira urbana, a atuação das parteiras em países como o Brasil é fundamental.
PÍRULA DE FARINHA
A 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão que condenou uma empresa farmacêutica a pagar R$ 150 mil de indenização por danos morais a uma mulher que engravidou após o uso de pílula anti concepcional. Segundo a Justiça, a mulher afirmou que em 1998, a empresa foi responsável pela comercializa ação de várias cartelas de placebos. Na época, os anti concepcionais Microvlar, se princípio ativo, ficaram conhecidos como “pílulas de farinha”. Ela teria comprado uma das unidades. Lotes d remédio eram produzidos pela Schering, hoje incorporada pela Bayer. De acordo com a Bayer, as investigações realizadas pelas autoridade apurou que a Schering não comercializou as embalagens de teste no mercado.
Fonte: Folha de Pernambuco



