Sete mortes por dengue confirmadas neste ano. endo duas delas no Recife: m idoso de 77 anos morador do bairro da Guabiraba, Zona Norte, e outro de 32 nos residente na Imbiribeira, Zona Sul. Entre as outras cinco ocorrências, duas oram em municípios da Região Metropolitana (Jaboatão e Paulista). As demais, no interior (ver quadro). Outras 21 mortes estão sendo investigadas. Os dados foram divulgados ontem pela Secretaria Estadual de Saúde e são referentes ao período compreendido entre janeiro e o dia 23 do mês passado. O número de notificações m Pernambuco chega a 1.122, um aumento de 07,80% em relação ao esmo período do ano passado. Desses, 12.736 já foram confirmados. A doença está m todos os 184 municípios, além do território de Fernando de Noronha. Recife aparece como a cidade com o maior número e casos notificados: 11.092, seguido por Camaragibe e Jaboatão, na RMR, e Goiana, a Mata Norte. Juntos, os quatro municípios somam mais de 35% de todas as ocorrências do Estado. Entre os casos, 50 foram notificados como dengue com agravamento, sendo 41 já constatados.
AS VÍTIMAS
Os dois primeiros casos confirmados no Recife ocorreram no início do mês de maio. O aposentado J.S.C.F., de 77 anos, morador do bairro da Guabiraba, deu entrada na UPA de Nova Descoberta, onde faleceu no dia 7. Ele foi diagnosticado com o tipo 3 da doença. O outro registro, um balconista de 32 anos com iniciais G.J.S.P, morador da Imbiribeira, foi atendido no Hospital Geral de Areias, e depois transferido para o Getúlio Vargas, falecendo no dia 10. Ainda não foi identificado o tipo de dengue que vitimou o segundo homem. “A maioria dos casos evolui para a cura. Mas também pode evoluir para a morte. Por isso, é fundamental que, no aparecimento de sintomas como vômito, falta de ar e dores abdominais, a pessoa vá ou retorne para uma unidade de saúde”, alerta a secretária executiva de Vigilância à Saúde do Recife, Cristiane Penaforte.
EM INVESTIGAÇÃO
De acordo com ela, mais dois óbitos estão sendo investigados no Recife, um no Vasco da Gama e outro em Jardim São Paulo. “Desde o momento da suspeita do óbito, já reforçamos o trabalho de procurar os focos de dengue nessas áreas, mas é importante que as pessoas deixem que nossas equipes possam visitar as casas, para realizar o tratamento e eliminar os focos”, esclareceu. Segundo a secretária, essas ações foram estendidas para os fins de semana para garantir que os profissionais possam encontrar os moradores em casa.
Fonte: Folha de Pernambuco



