Miguel precisa de sua ajuda para se tratar

A esperança de ver o filho bem é o que move o casal Samuel Cunha, 33, e Laís Ribeio, 27. Miguel, de apenas seis meses, foi diagnosticado com miotrofia Muscular Espinhal AME). A principal consequência é o comprometimento no desenvolvimento o sistema respiratório. Isso era dificuldade de deglutição sucção, o que provoca engasgos e regurgitação. A doença é rara: a cada dez mil crianças uma nasce com essa patologia. Ao invés de congelarem diante da raridade do problema, os pais foram à uta e encontraram uma possibilidade de tratamento nos Estados Unidos. O bebê está internado. Aguarda uma máscara de expansão torácica, que deveria ter sido dada pelo plano de saúde há 45 dias. A família já poderia ter ido para casa desde a semana passada. Mas, sem o equipamento não haverá alta. Para continuar sonhando com melhores condições para o filho, os pais precisam de ajuda. Por isso foi criada nas redes sociais a campanha “Ajude Miguel”. A consulta da criança está marcada para o próximo dia 30, na Universidade Medical Center da Columbia, em Nova Iorque. O lugar é um dos poucos do mundo a estudar a doença. Para conseguir agendar a consulta, os pais juntaram diversos laudos médicos. Aguardaram meses pela resposta. Que chegou. E agora, todos podem contribuir com a família de Miguel. As doações vão ajudar na manutenção nos EUA e na compra das passagens. Eles podem passar mais de 15 dias viajando. As contribuições podem ser feitas na poupança do Banco Itaú no nome de Miguel Alves Moura da Cunha. A agência é 8323 e a conta 22248-2/500. “Vamos fazer o que for preciso para nosso filho ficar bem. Se for preciso, vamos até a China. Ele é maravilhoso. Seu sorriso nos dá força para continuar lutando por ele”, disse Laís. Logo no primeiro mês de vida da criança, os pais perceberam que ele tinha dificuldade de erguer a cabeça e se engasgava com frequência. Mas só aos três meses o diagnóstico foi fechado por um neurologista. Com a musculatura fragilizada, o bebê precisa dormir com a máscara de expansão torácica, para ajudar na respiração. Além disso, enfermeiros se reversam nos cuidados com ele, devido ao problema para engolir a própria saliva e os alimentos, que pode acarretar em uma broncoaspiração. “Para evita que isso ocorra, os profissio- nais fazem a aspiração da secreção constantemente”, explicou Samuel.

Fonte Folha de Pernambuco

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