Recentemente acompanhei uma pessoa próxima ao atendimento emergencial numa UPA e depois no Hospital Miguel Arraes. Doze horas em busca de ajuda. Na UPA, praticamente nada pode ser, feito pelas deficiências que todos conhecem. Já no Hospital Miguel Arraes, a paciente passou toda madrugada no corredor sentada numa cadeira, sem alimentação, medicação ou qualquer informação até as 14h do dia seguinte. Dos enfermeiros o que se ouvia era que não tinham condições de atender a demanda e dos médicos restava apenas um aceno e a velha frase “volto já” que por sinal não era cumprida. Ouvidoria interna existe mesmo?
Fonte: Diario de Pernambuco



