Em reportagens locais sobre falta de remédios nas farmácias públicas de Pernambuco e no Hospital Oswaldo Cruz, foram pitorescas as respostas dos gestores. Na Farmácia do Estado, o diretor não prestou esclarecimentos e mandou um funcionário informar que respostas só seriam dadas pela assessoria de imprensa. No hospital, o gestor, ingenuamente, disse que a questão da falta de medicamentos é como funciona na casa dele (um dia falta, outro tem).
Fonte: Jornal do Commercio



