Nesta quinta-feira (03), médicos do Hospital Correia Picanço e representantes do Simepe reuniram-se para discutir sobre as deficiências da unidade de saúde. De acordo com a equipe, o ponto crítico do serviço está no déficit de recursos humanos. A categoria reivindica recomposição das escalas, evolucionistas para os finais de semana e de médicos para intercorrências de pacientes internados.
O vice-presidente do Simepe, Tadeu Calheiros, informou que os pontos reivindicados durante a reunião serão debatidos já na próxima semana com a Secretaria Estadual de Saúde. “A solicitação de adequação das escalas de plantão nos serviços é legitimo. É importante assegurar aos profissionais boas condições de trabalho”, defendeu. Os médicos voltam a se reunir no dia 21 de dezembro, às 19h, no próprio hospital.
Hospital Correia Picanço
A Unidade de saúde é referência estadual para o tratamento de doenças infecto-contagiosas, especificamente Aids e meningite. Hoje, a instituição atende 60% das demandas dos pacientes com a doença de todo o Estado e é o único serviço especializado no tratamento das vítimas de meningite (adulto ou pediatria).



