AACD com desafio de ampliar atendimento em meio à crise

Mesmo em meio à crise enfrentada pela AACD, que, como a Folha abordou em Outubro, resultou numa queda de 30% no volume de doações, uma parceria com Governo do Estado para que a instituição seja a unidade de referência para s casos de microcefalia no grande Recife está em construção. Há a possibilidade de um setor específico para atendimento e ocorrências do tipo ser contado, o que depende de portes financeiros das gestões públicas local e federal. Apesar dos desafios, s demais atendimentos não serão comprometidos. A instituição deve trabalhar desenvolvimento motor as crianças até o primeiro no de vida, quando poderão ser identificados comprometimentos, a exemplo do intelectual, que eve ter uma terapia em utra unidade de referência inda a ser definida. O desenho da rede está sendo consolidado pela SES, que deve apresentar um novo protocolo para a assistência dessas crianças. “A nossa porta é aberta, mas estamos fazendo uma avaliação da capacidade. Estudamos criar uma estrutura nova para a demanda”, disse o gestor da AACD, Marcos Rodrigues. Há dois meses, chegaram os primeiros bebês com microcefalia possivelmente associada ao zika. Já são 15 pacientes, um deles, Matheus, um mês. “Descobri a microcefalia na hora do parto”, disse a mãe, Hilda Venâncio, 38. As terapias com o menino só devem começar aos 3 meses de idade. Ontem, ela e outras mães conversaram com o médico Drauzio Varella, que está no Recife e é o porta-voz de uma campanha de prevenção à epidemia.

Fonte: Folha de Pernambuco

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