A fisioterapia e a terapia ocupacional não oferecem melhoras para a qualidade de vida dos pacientes que sofrem de quadros leves a moderados de mal de Parkinson, garantiu um estudo britânico publicado ontem. A descoberta sugere que os atuais padrões de terapia para pacientes nas primeiras fases da doença podem ser uma perda de tempo e dinheiro. O mal de Parkinson ataca o sistema nervoso central e afeta cerca de sete milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo os 4% dos indivíduos de mais de 80 anos.
Fonte: Jornal do Commercio



