“A ideia é juntar esforços”, destacou o vice-diretor de Desenvolvimento Tecnológico da Bio-Manguinhos/Fiocruz, Marcos Freire, em entrevista à Agência Brasil. O acordo define princípios para a colaboração entre as instituições. Ainda será necessário um acordo mais detalhado, que inclua questões de maior embasamento legal. “Estamos discutindo uma parceria para juntar esforços e desenvolver uma vacina inativada contra o zika. Esse acordo visa a união desses três institutos para que juntos, utilizando todas as nossas expertises, possamos chegar a uma vacina”, disse.
Freire, no entanto, não deu prazos para a conclusão da pesquisa e contou apenas que o esforço é para se chegar o mais rápido possível à fase de testes clínicos – quando a vacina é utilizada em voluntários. “É difícil dizer. Considerando que tudo corra maravilhosamente bem e muito rápido, ainda assim é difícil prever quando teremos uma vacina registrada. Se a gente conseguir chegar à fase 1 em 2017, à fase 2 em 2018 e iniciar a fase 3 em 2019, acredito que 2019 ou 2020 seriam nosso melhor cenário para ter uma vacina no mercado.”
Microcefalia
Em Pernambuco, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que o Ministério da Saúde já realizou o repasse de R$ 3,2 milhões relativos à portaria interministerial de aceleração do diagnóstico de microcefalia. O montante foi pago em duas parcelas em março e maio.
Fonte: Folha de Pernambuco



