O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ontem que o governo fixou 25 de novembro como Dia Nacional de Combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, zika vírus e chikungunya. “É uma determinação do presidente Temer que tenhamos uma força-tarefa de todos os ministérios.”
Segundo Barros, está prevista uma campanha publicitária a partir do dia 20 para conscientizar a população da necessidade de manter os cuidados com água parada para evitar a proliferação do mosquito. O ministro disse ainda que está sendo avaliada a possibilidade de a primeira-dama, Marcela Temer, ser uma espécie de madrinha da campanha. “Nós poderemos ter ela como madrinha da campanha, mas isso será ainda definido pelo Palácio do Planalto”, afirmou.
O modelo de Dia Nacional já foi adotado pela ex-presidente Dilma Rousseff, que determinou que ministros participassem presencialmente da campanha, realizada em 13 de fevereiro deste ano.
Barros comandou hoje no Ministério da Saúde uma reunião com outros ministros e veio ao Planalto prestar contas ao presidente Inicialmente, a reunião seria no Planalto, com Temer, que, no entanto, cancelou a agenda. Segundo o ministro, as ações contarão com o apoio do Ministério de Educação, que tem enfrentado o problema da ocupação de escolas.
“Estamos pedindo ao MEC que oriente as escolas para que os professores, na última aula do dia na sexta-feira, tirem 10 minutos para orientar e motivar sobre a eliminação dos focos do mosquito”, disse. Ao ser questionado se as ocupações atrapalharia esta iniciativa, Barros disse esperar que os estudantes não impeçam a ação de agentes e sugeriu que eles também possam atuar no combate ao mosquito. “Vai ser um grande favor que prestam à sociedade.”
Barros disse que o governo já tem 160 mil pessoas treinadas para atender casos de microcefalia e que 500 mil agentes trabalharão para combater o Aedes. Segundo ele, o governo já investiu R$ 200 milhões em pesquisas para vacinas e outros R$ 80 milhões em larvicidas e equipamentos de pulverização. (Agência Estado)
Segundo Barros, está prevista uma campanha publicitária a partir do dia 20 para conscientizar a população da necessidade de manter os cuidados com água parada para evitar a proliferação do mosquito. O ministro disse ainda que está sendo avaliada a possibilidade de a primeira-dama, Marcela Temer, ser uma espécie de madrinha da campanha. “Nós poderemos ter ela como madrinha da campanha, mas isso será ainda definido pelo Palácio do Planalto”, afirmou.
O modelo de Dia Nacional já foi adotado pela ex-presidente Dilma Rousseff, que determinou que ministros participassem presencialmente da campanha, realizada em 13 de fevereiro deste ano.
Barros comandou hoje no Ministério da Saúde uma reunião com outros ministros e veio ao Planalto prestar contas ao presidente Inicialmente, a reunião seria no Planalto, com Temer, que, no entanto, cancelou a agenda. Segundo o ministro, as ações contarão com o apoio do Ministério de Educação, que tem enfrentado o problema da ocupação de escolas.
“Estamos pedindo ao MEC que oriente as escolas para que os professores, na última aula do dia na sexta-feira, tirem 10 minutos para orientar e motivar sobre a eliminação dos focos do mosquito”, disse. Ao ser questionado se as ocupações atrapalharia esta iniciativa, Barros disse esperar que os estudantes não impeçam a ação de agentes e sugeriu que eles também possam atuar no combate ao mosquito. “Vai ser um grande favor que prestam à sociedade.”
Barros disse que o governo já tem 160 mil pessoas treinadas para atender casos de microcefalia e que 500 mil agentes trabalharão para combater o Aedes. Segundo ele, o governo já investiu R$ 200 milhões em pesquisas para vacinas e outros R$ 80 milhões em larvicidas e equipamentos de pulverização. (Agência Estado)

Fonte: Diario de Pernambuco



