A vice-presidente do Simepe, Cláudia Beatriz Andrade, contou que na série de episódios já houve agressão, roubo de carro e de pertences, além de furto. Sendo os alvos unidades de saúde localizadas em Dois Unidos, Bomba do Heméterio, Ibura e Casa Amarela. “O sentimento de insegurança por parte dos profissionais atuando na atenção primaria é enorme. Os acontecimentos que mostram a fragilidade da segurança nos postos de trabalho. Anteriormente essas unidades contavam com vigilância. E no último ano a segurança foi retirada. A alegação foi a crise econômica”, reclamou Cláudia Beatriz.
“Eles entraram porque viram a oportunidade fácil”, lamentou uma das médicas assaltadas na USF da Lagoa Encantada, que preferiu não ter o nome divulgado. A Secretaria de Saúde disse que se disponibilizará para agendar reunião. Informou ainda que a segurança está garantida pelos 820 profissionais de segurança lotados nas unidades, sendo 217 guardas municipais. Disse ainda que, todas as emergências da rede do receberam sistema de monitoramento por câmeras.



